Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

A VIDA DEPOIS DA CRISE

Dois anos da fraude na Americanas (AMER3): queda de 99,5% das ações, retomada do lucro e punições a executivos. O que aconteceu com a varejista e como ficam os acionistas agora?

Foi em 11 de janeiro de 2023 que o mercado se deparou pela primeira vez com as notícias de inconsistências contábeis na varejista. Veja o que mudou desde então

Camille Lima
Camille Lima
10 de janeiro de 2025
6:12 - atualizado às 8:48
Fachada de uma loja Americanas. É possível ver produtos da loja, vendedores e consumidores na lateral direita.
Imagem: Divulgação

O maior escândalo da história do mercado de capitais brasileiro completa dois anos nesta semana. Já se passaram 24 meses desde a descoberta da fraude contábil na Americanas (AMER3) — e os investidores (e a própria varejista) ainda hoje tentam se recuperar dos impactos da crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi em 11 de janeiro de 2023 que o mercado se deparou pela primeira vez com notícias de inconsistências contábeis na varejista. Após adiar várias vezes seu balanço, foi confirmado um rombo multibilionário estimado em R$ 25,2 bilhões

Além disso, o “maior lucro da história” da Americanas em 2021 se converteu em um prejuízo líquido de mais de R$ 6 bilhões — em perdas que começaram a se amontoar nos meses que se seguiram.

A revelação do buraco nos balanços da gigante do varejo levou a empresa à recuperação judicial e à fuga de investidores com temores sobre a saúde financeira da companhia.

Aliás, a crise na varejista foi tamanha que a empresa acabou por perder (ao menos temporariamente) o selo do Novo Mercado, o patamar mais elevado de governança corporativa da B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo depois de todo esse tempo, o desenrolar dessa história ainda está se desenvolvendo, com:

Leia Também

  • Investidores minoritários continuam a lutar por um ressarcimento pelas perdas com a crise.
  • Executivos ligados à época da fraude estão na mira de investigações. 
  • Quanto à própria Americanas, a varejista segue em busca da recuperação de confiança e sustentabilidade das finanças.

Confira, a seguir, os desdobramentos da história.

Fraude na Americanas (AMER3): o que aconteceu com os executivos?

Apesar de já ter completado dois anos desde a descoberta da fraude, há detalhes ligados à crise da Americanas (AMER3) que ainda dependem de conclusão. No entanto, alguns capítulos já tiveram desfecho.

O ex-CEO Miguel Gutierrez

Um dos principais desdobramentos que ainda está por vir é o futuro do ex-CEO, Miguel Gutierrez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em dezembro de 2024, os acionistas da Americanas (AMER3) aprovaram a decisão da varejista de tentar responsabilizar os possíveis culpados pela fraude, incluindo o ex-CEO.

A companhia entrará com um pedido de ação de responsabilidade civil contra ele e os ex-diretores Anna Christina Saicali, José Timótheo de Barros e Márcio Cruz Meirelles. 

Gutierrez e outros 13 executivos e pessoas ligadas à Americanas também são alvo da Operação Disclosure, da Polícia Federal, que investiga as fraudes contábeis na varejista.

A investigação revelou fortes indícios da prática dos crimes de manipulação de mercado, uso de informação privilegiada, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ex-CEO Sergio Rial

Sergio Rial, que teve uma passagem relâmpago como CEO da Americanas e que foi o porta-voz que deu a fatídica notícia para todo o mercado, já está em uma missão. 

O executivo foi recentemente absolvido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de acusações relacionadas à divulgação de informações relevantes logo após ter tomado ciência das inconsistências contábeis envolvendo a varejista. 

Em maio de 2024 ele assumiu o posto de sócio na Crescera Capital, gestora de investimentos.

Vale lembrar que, no dia 11 de janeiro de 2023, após pouco mais de uma semana no cargo, Rial e o ex-diretor de Relações com Investidores André Covre renunciaram.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ex-DRI João Guerra

O ex-diretor de relações com investidores (DRI) do grupo, João Guerra, que assumiu a liderança da Americanas após a saída de Rial, foi condenado pelo colegiado da CVM. 

A decisão de condenar Guerra foi unânime. Por maioria, a multa estipulada foi de R$ 340 mil. Ele ainda pode recorrer da decisão.

Como estão as finanças da Americanas (AMER3) hoje?

A Americanas (AMER3) ainda se encontra no meio de um processo de recuperação judicial, iniciado desde a descoberta da fraude. No entanto, a varejista parece estar no caminho certo para reorganizar as finanças. 

No terceiro trimestre de 2024, a companhia voltou a dar lucro devido aos processos novação da dívida — que é a transformação de um débito em outro, com extinção da dívida antiga, criando novas obrigações financeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa também concluiu a renegociação de dívidas com credores financeiros, o que fez o endividamento bruto passar de R$ 45,2 bilhões em junho para R$ 1,7 bilhão em setembro. 

A dívida era composta por R$ 1,6 bilhão em debêntures e R$ 75 milhões em empréstimos de empresas do grupo que não faziam parte da recuperação judicial.

Veja os principais destaques financeiros da Americanas no 3T24:

  • Lucro líquido: R$ 10,279 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 1,630 bilhão do 3T23;
  • Ebitda: R$ 547 milhões, contra R$ 368 milhões negativos no 3T23;
  • Receita líquida: R$ 3,197 bilhões (+0,6% a/a);
  • GMV total: R$ 4,7 bilhões (-4% a/a)
  • Dívida líquida: R$ 38,879 bilhões, piora de 16,2% sobre o consolidado de 2023

A governança da Americanas (AMER3)

Em novembro do ano passado, a Americanas foi suspensa do segmento por tempo indeterminado — foi a primeira vez na história em que a B3 aplicou esse tipo de sanção a uma companhia listada. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A varejista entrou com recursos contra a decisão, que ainda estão sendo analisados pela B3. Atualmente, não há um prazo determinado para a decisão final da bolsa.

O próximo passo do regulamento seria a sanção de “saída compulsória”, que obrigaria a Americanas a lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) pelas ações dos minoritários.

No entanto, na avaliação de André Camargo, professor da Saint Paul e advogado especializado em governança corporativa, a fraude contábil na Americanas não foi resultado de uma governança fraca.

Pelo contrário, aliás. Na época do rombo multibilionário, o sistema de governança da varejista era considerado de alta qualidade, com indicadores acima da média do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Camargo, o problema foi que a fraude foi sofisticada e bem planejada e envolveu diversos níveis da diretoria e até mesmo pessoas de fora da empresa. Foram a complexidade da fraude e a validação das informações por empresas de auditoria que dificultaram a detecção do rombo.

No entanto, a Americanas tomou algumas mudanças concretas na governança corporativa, como a eleição de Leonardo Coelho Pereira como CEO e de Camille Loyo Faria como diretora financeira e de relações com investidores da varejista.

“A Americanas trocou toda a equipe de gestão e a contratação de pareceres externos para avaliar a qualidade do sistema de governança. A empresa também passou a se comunicar melhor com o mercado. Eu notei ainda um aumento dos investimentos em governança, com a abertura de novas vagas em áreas como jurídico e compliance”, avaliou o advogado.

“O grande desafio agora é manter a governança como estratégica e como pauta institucional. É seguir investindo no tema e trazendo revisões e reforços.Uma coisa é se defender com a governança, outra é promover de fato.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há quem discorde, porém. 

Para Eduardo Silva, presidente do Instituto Empresa — instituição que representa cerca de 500 acionistas minoritários da Americanas —, não houve melhora evidente nos padrões de governança da Americanas nos últimos dois anos.

“Nós não percebemos essas mudanças na estrutura da companhia, ela continua praticamente a mesma. O que acontece é que, talvez, agora aqueles mecanismos que já existiam e não funcionavam passaram a funcionar.

O que aconteceu com as ações AMER3 — e como ficaram os acionistas minoritários?

As ações AMER3 praticamente viraram pó desde a descoberta da fraude multibilionária nas finanças da Americanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De dois anos para cá, os papéis saíram do patamar de R$ 1.200,00 para os atuais R$ 5,67 por papel, em uma desvalorização acumulada de 99,5%. Já o valor de mercado da varejista hoje é estimado em R$ 1,16 bilhões.

É por isso que diversos investidores decidiram entrar com ações de indenização por meio de arbitragem. O Instituto Empresa atualmente é responsável por uma demanda de cerca de 500 minoritários feita contra a rede varejista no valor de R$ 32 bilhões.

Os minoritários afirmam que, se soubessem da real situação financeira da empresa, não teriam investido nas ações e/ou títulos de dívida corporativa (debêntures e bonds).

Na visão de Eduardo Silva, presidente do Instituto Empresa, além da derrocada no preço das ações, os investidores também sofreram perdas com a diluição das participações, resultado do aumento de capital na varejista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Esse grupo foi o mais vulnerável, muitas vezes sem recursos para buscar reparação judicial. No entanto, alguns acionistas organizaram-se para lutar por indenizações, em ações de arbitragem que são mais rápidas do que o judiciário”, disse Silva. 

É importante destacar que esse tipo de processo conta com elevados custos e complexidade — o que gera obstáculos para os minoritários entrarem com arbitragem, especialmente para pessoas físicas.

O Instituto Empresa também provocou os xerifes do mercado norte-americano quanto às perdas de investidores com a Americanas.

A instituição pediu formalmente ao Departamento de Justiça (DoJ) dos Estados Unidos e à SEC, a versão norte-americana da CVM, que investiguem as fraudes da varejista, considerando que fundos dos EUA perderam bilhões de dólares investidos em bonds e ações da Americanas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Na prática, a única sanção que pode significar efetivamente uma punição à empresa e aos controladores deve vir das arbitragens. Sabemos que é uma batalha árdua, mas temos uma expectativa sobretudo relacionada à defesa do mercado de capitais”, avaliou Eduardo. 

De acordo com ele, se não houver confiança num sistema de justiça privado de arbitragem e na capacidade dele dar resposta a situações evidentes de fraude, o investidor brasileiro não vai mais investir aqui. “É muito mais fácil fazê-lo diretamente nos Estados Unidos, onde o sistema de proteção é muito mais eficiente”, completou.

Lemann e sócios menos ricos

Os acionistas de referência da Americanas (AMER3) viram suas fortunas encolherem desde a descoberta da fraude fiscal.

Considerados os homens mais ricos do Brasil à época, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, contavam com um patrimônio líquido combinado de US$ 35,5 bilhões em dezembro de 2022, segundo a Forbes

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o câmbio próximo dos R$ 5,17 na época, o montante corresponderia a cerca de R$ 187 bilhões 

Agora, a riqueza conjunta do trio de bilionários chega a US$ 30,4 bilhões, de acordo com o ranking em tempo real da Forbes.

Mesmo considerando a escalada do dólar para os atuais R$ 6,09, a cifra equivale a algo em torno de R$ 185,1 bilhões no câmbio de hoje.

Confira as fortunas dos acionistas da Americanas:

NomeFortuna atualPatrimônio em dezembro de 2022Ganho/perda de patrimônio frente a 2022
Jorge Paulo LemannUS$ 13,7 bilhõesUS$ 16 bilhões- US$ 2,3 bilhões (-14,3%)
Marcel TellesUS$ 9,3 bilhõesUS$ 10,7 bilhões- US$ 1,4 bilhão (-13%)
Carlos SicupiraUS$ 7,4 bilhõesUS$ 8,8 bilhões- US$ 1,4 bilhão (-15,9%)
Fonte: Forbes

Vale lembrar que os executivos tiveram que abrir a carteira para socorrer a varejista, da qual são sócios desde o início dos anos 1980. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após o aumento de capital de até R$ 40,7 bilhões na companhia, em que os acionistas de referência se comprometeram a injetar pelo menos R$ 12 bilhões, o trio de sócios de Lemann viu sua participação subir para 49,2% em julho de 2024.

Poucos meses após a injeção de dinheiro novo, o trio voltou a ter mais da metade do capital da varejista em setembro do ano passado, após a conversão de parte dos bônus de subscrição do aumento de capital realizado para tapar parte do rombo contábil.

No entanto, apesar de toda a dor de cabeça (e no bolso), a Americanas representa hoje uma parcela pequena do patrimônio de Lemann, Telles e Sicupira — que possuem como principal fonte de riqueza as participações na cervejaria AB Inbev, dona da Ambev (ABEV3).

Com a palavra, a Americanas

Em nota enviada ao Seu Dinheiro, a Americanas afirmou que segue no processo de transformação e cumprindo o plano de recuperação judicial (PRJ). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para este ano, a varejista se comprometeu a continuar fortalecendo a eficiência comercial, operacional e financeira, além de buscar o esclarecimento dos fatos e a responsabilização de todos os envolvidos na fraude contábil. 

Veja o posicionamento da Americanas na íntegra:

“A Americanas segue em seu processo de transformação e cumprindo o Plano de Recuperação Judicial (PRJ). Com a capitalização e os pagamentos da maior parte dos credores do PRJ, a companhia eliminou quase a totalidade das dívidas concursais, endereçando a estrutura de capital e revertendo o patrimônio líquido para o patamar positivo de R$ 5,7 bilhões. 

Em 2025, a Americanas continuará fortalecendo a eficiência comercial, operacional e financeira. Neste sentido, atua em projetos de modulação de lojas, precificação e reestruturação da logística. A transformação do digital também avança a partir de um novo desenho para o marketplace, com ancoragem de lojas de grandes indústrias na plataforma e ampliação do O2O. 

Em relação aos desdobramentos das investigações, a Americanas continuará em sua conduta responsável e diligente na divulgação de informações e seguindo as determinações da Justiça e das autoridades que conduzem o caso. A empresa reafirma que é a maior interessada no esclarecimento dos fatos e na responsabilização civil e criminal de todos os envolvidos. A companhia também lembra que as negociações para a construção do Plano de Recuperação Judicial foram feitas para chegar à melhor solução possível para todas as partes, sendo o mesmo aprovado com sucesso no final de 2023 com mais de 97% de aprovação dos credores.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SOB PRESSÃO DA DÍVIDA

Kora Saúde (KRSA3) aciona plano de recuperação extrajudicial. O que entra — e o que fica fora — da “cirurgia financeira”

30 de abril de 2026 - 10:33

Plano de reestruturação extrajudicial mira dívidas não operacionais enquanto hospitais seguem funcionando normalmente

IMPASSE

GPA (PCAR3) quer desconto de 90% na dívida de R$ 4,5 bilhões, diz jornal; veja o impasse nas negociações com credores

30 de abril de 2026 - 10:10

A rede, que entrou em recuperação extrajudicial em março, ainda não avançou nas tratativas com os credores, diz o Valor

DO CRESCIMENTO À LIQUIDAÇÃO

Banco Central tira do mercado a Frente Corretora após “graves violações”; o que se sabe sobre a liquidação até agora

30 de abril de 2026 - 9:11

Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes

AGORA SIM?

Natura (NATU3) está pronta para mostrar que virou a página, mas é isso que o mercado quer ver antes de voltar a comprar a tese

30 de abril de 2026 - 6:01

Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu

LUTANDO CONTRA OS GARGALOS

Esta ação ganhou o selo de compra da XP e pode subir até 100% na bolsa; preço-alvo é de R$ 26

29 de abril de 2026 - 19:50

Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor

ATENÇÃO, ACIONISTA

Setor elétrico com tudo: CPFL Energia (CPFE3) e Taesa (TAEE11) confirmam quase R$ 5 bilhões em dividendos

29 de abril de 2026 - 19:10

As duas companhias detalharam nesta quarta-feira (29) os proventos que serão distribuídos aos acionistas; confira prazos e condições para receber

RECONHECIMENTO

Mercado Livre e Nubank entram na lista da TIME de empresas mais influentes do setor financeiro

29 de abril de 2026 - 18:10

O Mercado Livre foi incluído na lista pelo avanço de sua operação financeira, concentrada no Mercado Pago, enquanto o Nubank foi destacado por combinar expansão em larga escala com rentabilidade e avanço em mercados regulados

TESTE DE PACIÊNCIA?

O mercado ficou menos otimista com o Santander (SANB11) — mas UBS BB ainda vê motivos para comprar a história 

29 de abril de 2026 - 14:19

Resultado do 1T26 frustra expectativas, enquanto banco reforça estratégia mais conservadora; o que fazer com as ações agora?

O DIA DEPOIS DO BALANÇO

Chance de comprar barato? Ação da Vale (VALE3) cai forte após resultado pressionado; executivos traçam planos para dividendos extras

29 de abril de 2026 - 13:55

Lucro da mineradora cresce no 1T26, mas pressão de custos e Ebitda considerado fraco pelo mercado limitam reação positiva das ações; saiba o que fazer com relação aos papéis agora

INDICADORES MAIS SAUDÁVEIS

Hypera (HYPE3) faz check-up financeiro e lidera ganhos do Ibovespa — ‘Ozempic genérico’ pode dar ainda mais vida às ações

29 de abril de 2026 - 13:34

Os papéis da companhia entraram em leilão na manhã desta quarta-feira (29) por oscilação máxima permitida, e voltaram a ser negociadas com alta de quase 5% na esteira do balanço do primeiro trimestre

CARRINHO A CARRINHO

A fidelidade dos clientes é disputada a tapa entre Mercado Livre, Renner e Shopee: veja onde a disputa é mais intensa, segundo relatório do BTG

29 de abril de 2026 - 12:57

Cerca de 77% dos usuários do Mercado Livre também compram na Shopee. A sobreposição entre a plataforma argentina e a norte-americana Amazon também é grande, de 49%.

COM A PALAVRA, O CEO

Santander (SANB11) decepciona no 1T26, mas CEO banca: “pagar mais imposto é bom sinal” — e mantém ROE de 20% na mira

29 de abril de 2026 - 12:01

Alta nos impostos pressiona lucro agora, mas pode destravar capital e impulsionar resultados, afirma Mario Leão; confira a visão do CEO do banco

RESULTADO MAIS FRACO

Decepcionou? WEG (WEGE3) lucra R$ 1,45 bilhão no 1T26, recuo de 5,7% no ano; veja quando o crescimento deve voltar

29 de abril de 2026 - 10:10

A queda já era, de maneira geral, esperada. Segundo o JP Morgan, havia mais espaço para frustração do que para surpresas positivas, de acordo com relatório do meio de abril, mas movimento é cíclico

QUEM SERÃO OS NOVOS LÍDERES

Braskem (BRKM5) recebe indicações da Novonor e Petrobras (PETR4) para conselho, incluindo Magda Chambriard; veja os nomes

29 de abril de 2026 - 9:04

A estatal também assinou um novo acordo de acionistas com a Shine I, fundo de investimentos gerido pela IG4, que está adquirindo a participação de controle da Novonor na Braskem

RESULTADO

Santander Brasil (SANB11) frustrou no 1T26? Lucro encolhe e ROE tomba além do esperado. Entenda o que explica o resultado

29 de abril de 2026 - 6:29

Em meio a um início de ano mais fraco, lucro vem abaixo do esperado e rentabilidade perde fôlego no início de 2026; veja os destaques do balanço

O TREM PASSOU

Rumo (RAIL3) coloca R$ 201 milhões nos trilhos dos dividendos; veja se você está na rota desse pagamento

28 de abril de 2026 - 20:28

Para quem carrega os papéis da companhia na carteira, o valor se traduz em cerca de R$ 0,108 por ação ordinária

BALANÇO

Vale (VALE3) tem lucro líquido de US$ 1,893 bilhão no 1T26, e metais básicos ganham espaço no resultado; confira os números da mineradora

28 de abril de 2026 - 19:59

Projeções da Bloomberg indicavam expectativas de alta em resultado anual, mas queda referente ao 4T25

SEM MÁGICA FINANCEIRA

Sabesp (SBSP3) fatia a pizza: desdobramento de 1 para 5 é aprovado; saiba o que muda agora

28 de abril de 2026 - 19:53

Na prática, o investidor que terminou o pregão desta terça-feira (28) com um papel da Sabesp na carteira acordará com cinco ações

FOCO EM ESG

Não é europeu: o maior fundo de reflorestamento é focado na América Latina e captou R$ 6,2 bilhões com participação da Vale (VALE3) e BNDES

28 de abril de 2026 - 15:15

Fundo quer conservar e reflorestar 270 mil hectares na América Latina com investidores de peso; gestora também estima aumento na geração de empregos

POR TRÁS DO GRÁFICO

Brava Energia (BRAV3) sai como vencedora de acordo milionário com Petrobras (PETR4), mas ação cai. Por que o mercado torce o nariz?

28 de abril de 2026 - 14:25

Analistas veem ganhos claros para a Brava com operação, citando reforço no caixa e alívio na dívida — mas o outro fator incomoda os investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia