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Depois da temporada de balanços do terceiro trimestre, o Itaú BBA, que reiterou sua preferência por Nubank (ROXO33) e Bradesco (BBDC4), enquanto rebaixou a indicação do Santander (SANB11) de compra para neutralidade. Já o Banco do Brasil (BBAS3) continua com recomendação neutra
Os bancos encerraram a temporada de resultados do terceiro trimestre, momento perfeito para os analistas revisarem preferências e expectativas.
Esse foi o caso do Itaú BBA, que reiterou sua preferência por Nubank (ROXO33) e Bradesco (BBDC4), enquanto rebaixou a indicação do Santander (SANB11) de compra para neutralidade. Já o Banco do Brasil (BBAS3) continua com recomendação neutra.
No cardápio do Itaú BBA, o Bradesco segue como uma das principais escolhas. Segundo os analistas, o ambiente micro e macro robusto sustenta o crescimento da receita e dos lucros, com valuation atrativo.
Na semana passada, o BBA já havia elevado o preço-alvo para R$ 22, o que representa potencial de alta de 17% até 2026, reafirmando o Bradesco como o melhor banco da bolsa.
“Resultados recentes indicam que a capacidade de geração de receita de crédito do banco foi restabelecida por meio de uma combinação de crescimento da carteira, gestão de spreads e receitas de serviços”, escrevem.
Outro ponto é que o segmento de seguros tem apresentado melhorias estruturais, especialmente em saúde, enquanto os custos estão controlados.
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“Esses fatores micro mais eficientes coincidem com condições macro favoráveis, resultando em rápido crescimento dos lucros e avanço do ROE (retorno sobre o patrimônio líquido)“
Para 2026, o Itaú projeta crescimento de 7% ano contra ano na carteira de crédito e avanço de 19% nos lucros, com ROE alcançando 16,6%.
“Trata-se de um ‘beta bancário mais seguro’ para um re-rating do Brasil, alinhado aos temas macro.”
O Nubank também carrega recomendação de compra do BBA. O roxinho salta 46% no ano, em meio a bons resultados e expansão internacional.
“Temos visão positiva para as ações do Nubank devido ao rápido crescimento no curto prazo, negociando a valuations razoáveis, além de excelentes perspectivas de longo prazo sustentadas por sua estrutura de custos ‘disruptiva’.”
Além disso, o Itaú espera que as operações centrais no Brasil se beneficiem do aumento dos limites de cartão de crédito e de propostas de valor aprimoradas no segundo trimestre, assim como dos ventos macroeconômicos favoráveis para crédito pessoal.
Outro vetor de crescimento é o México, que começa a ganhar tração no crédito após a construção de uma base sólida de clientes, dados e depósitos.
Mesmo assim, o BBA ressalta que os lucros ainda não devem ser tão relevantes quanto os KPIs, já que o Nu segue em fase de investimento.
Diante de resultados limitados, o BBA mantém a recomendação neutra para o Banco do Brasil. Na visão dos analistas, o fraco momento de lucros mais que compensa o efeito do valuation baixo.
“A carteira de agro tem sido a principal surpresa negativa para os resultados neste ano, e não esperamos melhora no curto prazo.”
Além disso, as margens dos produtores não se recuperaram e o crédito ficou mais caro.
Como se não bastasse, há pressão crescente de NPLs (empréstimos não pagos) nas carteiras renegociadas de pequenas e médias empresas e varejo, problemas de qualidade de ativos que normalmente não se resolvem rapidamente.
“Projetamos crescimento modesto de 6% ano contra ano da carteira de crédito e avanço de 21% nos lucros em 2026, resultando em ROE de 11%.”
Outro banco que perdeu pontos com o BBA foi o Santander, rebaixado de compra para neutra. Segundo os analistas, estimativas menores de lucro, combinadas com múltiplos já justos, “nos levam a rebaixar a ação, com preço-alvo de R$ 32 por ação para o fim de 2026”.
No ano, o Santander sobe 38%, negociado a R$ 33.
Ainda assim, o BBA afirma que a tese de longo prazo segue sólida. A casa lembra que, desde 2022, o Santander realiza uma limpeza profunda em seu portfólio de crédito, tanto em provisões quanto no perfil da carteira de clientes.
“Com uma nova abordagem comercial e de segmentação, o último ano já mostrou ganhos de participação em nichos selecionados, como cartões de crédito, veículos e PMEs.”
Apesar disso, o foco em maximizar retornos impactou a expansão da carteira e das receitas, que têm sido fracas nos últimos anos — inclusive nas projeções para 2026.
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