O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ações da rede ficaram entre as maiores altas da B3 após o anúncio da venda das suas operações na Argentina por mais de R$ 700 milhões
Se a rede de saúde Dasa (DASA3) pudesse ir a uma consulta, a empresa descobriria que teve uma melhora nos resultados dos seus exames. Nesta quarta-feira (1º), as ações da rede operam entre as maiores altas da B3.
Para garantir esse ganho de vitalidade, a Dasa precisou se desfazer de “práticas prejudiciais à sua saúde": a companhia fechou um contrato de venda de suas operações na Argentina ontem (30). O valor do acordo foi de R$ 704,8 milhões.
Por volta de 15h20 (horário de Brasília), DASA3 subia 3,88%, a R$ 1,34. Na máxima intradia, os papéis chegaram a saltar 10,08% (R$ 1,42).
Fazem parte das operações argentinas vendidas:
Do montante total de R$ 704,8 milhões, R$ 700,8 milhões serão pagos à vista.
Os outros R$ 4 milhões ficarão retidos em formato de holdback por três anos na operação com a Mantris. Esse valor servirá para cobrir potenciais dívidas que foram geradas antes das vendas.
Leia Também
A Dasa revela ainda que o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) combinado dessas três empresas foi de R$ 118,0 milhões em 2024.
As vendas fazem parte do plano de reestruturação iniciado no ano passado pela rede de saúde. Nele, a companhia decidiu separar os negócios em duas frentes:
No geral, os analistas do mercado financeiro (que, na consulta da Dasa, seriam os médicos) avaliam as mudanças adotadas como positivas. Eles destacam que as vendas ajudaram na simplificação do portfólio e na redução do nível de endividamento da companhia.
“A transação reduz riscos no balanço e é claramente positiva tanto para acionistas quanto credores.”
Maria Resende, Samuel Alves e Marcel Zambello, do BTG Pactual.
Os analistas do BTG apontam também que a Mantris, apesar de lucrativa, “mantinha-se periférica à plataforma integrada da companhia”. Já a Maipú “oferecia sinergias limitadas com os negócios no Brasil” – mas ressaltaram a qualidade dos serviços.
O banco também acredita que o preço do acordo foi fechado com um valor acima do múltiplo, que é calculado pelo valor da empresa sobre o Ebitda. Isso é uma boa notícia para a Dasa, pois a companhia vai ter mais dinheiro para pagar suas dívidas.
Nas projeções do BTG, a dívida pró-forma deve cair de R$ 6,8 bilhões no segundo trimestre (2T25) para cerca de R$ 6,1 bilhões, reduzindo a alavancagem de 2,6x para 2,4x.
O valuation também é atrativo para o banco, “com recursos geradores de valor aos acionistas e totalmente positivos para o crédito, já que não havia dívidas atreladas aos ativos vendidos.”
Caso seja necessária uma segunda “opinião médica”, é possível considerar a avaliação dos analistas do Safra.
Para eles, a venda mostra disciplina da empresa na otimização do portfólio, destravando valor e acelerando a desalavancagem do balanço patrimonial.
A instituição ressalta que a transação aborda as duas prioridades que mais preocupam os investidores: desalavancagem e foco.
“No curto prazo, alivia a pressão de financiamento e melhora a flexibilidade financeira. No médio prazo, permite que a gestão mantenha a execução focada diretamente nos negócios principais de maior retorno, onde as melhorias operacionais devem se acumular.”
Ricardo Boaiti, Thiago Marmo e Rafael Une, do Safra.
Todas essas perspectivas positivas não foram suficientes para os analistas sugerirem compra para as ações da Dasa. A recomendação neutra continua, pois há partes da vida da Dasa que ainda precisam de melhorias para alcançar o bem-estar.
Veja abaixo as recomendações, os preços-alvo e os potenciais de valorização definidos por cada uma das instituições financeiras:
| Corretora/Banco | Recomendação | Preço-alvo | Potencial de valorização sobre o preço de fechamento da terça-feira (R$ 1,29) |
|---|---|---|---|
| Investimentos/Bradesco BBI | Neutra | R$ 1,00 | -22,5% |
| BTG Pactual | Neutra | R$ 2,50 | +93,8% |
| Safra | Neutra | R$ 1,60 | +24,0% |
O que preocupa Ágora Investimentos/Bradesco BBI e Safra é o risco de execução da companhia. Já o BTG diz que ainda vê a Dasa como uma tese de investimento altamente dependente da execução bem-sucedida de sua estratégia de reestruturação.
Mas a visão para o futuro é positiva: “Embora o momento de resultados deva permanecer desafiador no curto prazo, dada a estrutura de capital ainda alavancada, a integração com a Amil e a otimização contínua do portfólio (como ilustrado pelo anúncio de hoje) podem gerar valor no longo prazo”, escreveram os analistas Maria Resende, Samuel Alves e Marcel Zambello, do BTG.
*Com informações do Money Times.
Os problemas na plataforma do Bradesco começaram por volta das 13h10 de hoje, segundo dados do site DownDetector
Segundo a Apple, abrir o acesso ao NFC sem critérios rigorosos poderia expor usuários a hackers e malware
Acionistas de PETR3 e PETR4 estão na lista de pagamentos; outra empresa também distribui proventos nesta semana
Montadora recalibra estratégia após freio nas vendas de elétricos e pressão da concorrência chinesa; entenda a nova cartada da Stellantis na Europa
Ambas as indicações atribuídas ao fundo da Reag constavam na ata da reunião na qual os conselheiros foram eleitos, em março de 2025
A Cosan (CSAN3) e o BTG Pactual (BPAC11), por meio de fundos, apresentaram uma proposta à Shell de reestruturação da Raízen. Já a inglesa Shell devolveu com um novo plano
Fundo Garantidor de Crédito (FGC) vai antecipar o pagamento de até R$ 1 mil a credores do will bank pelo app do banco; veja o passo a passo para resgate
LOGG3 foi promovida para “compra” com preço-alvo em R$ 34; banco cita o início do ciclo de cortes na taxa básica como um dos principais gatilhos para o papel
Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25
Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva
Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda