Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

REPORTAGEM ESPECIAL

Como ataque hacker explorou brecha do sistema financeiro para tentar desviar mais de R$ 1 bilhão da rede Pix — e roubou quase R$ 700 milhões da Sinqia

O Seu Dinheiro foi atrás de especialistas para entender a dinâmica dos ataques hackers e por que os assaltos cibernéticos vêm se espalhando no sistema brasileiro

Camille Lima
Camille Lima
1 de setembro de 2025
13:25 - atualizado às 19:08
Ataque hacker em fintech desvia milhões do Pix.
Ataque hacker em fintech desvia milhões do Pix. - Imagem: iStock

Em menos de dois meses, o sistema financeiro brasileiro sofreu dois assaltos dignos de filme de espionagem — só que, desta vez, sem coletes à prova de balas, apenas algumas linhas de código. Hackers exploraram brechas de segurança e conseguiram desviar centenas de milhões de reais em dois ataques cibernéticos distintos contra a rede do Pix.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro episódio ocorreu em 1º de julho, com o emblemático ataque à C&M Software, que, segundo estimativas, resultou no desvio de mais de R$ 1 bilhão de diversas instituições financeiras. O golpe foi tão grande que ficou batizado de “o roubo do século” no noticiário brasileiro.

Já o segundo ataque ocorreu há poucos dias, desta vez mirando contas de clientes da Sinqia. Embora tenham tentado levar mais de R$ 1 bilhão, no fim das contas, o golpe rendeu “apenas” cerca de R$ 670 milhões aos hackers, de acordo com fontes próximas à investigação, que conversaram com o Seu Dinheiro

O Banco Central conseguiu bloquear aproximadamente R$ 366 milhões, evitando que a quantia fosse parar nas mãos dos assaltantes. Mas alguns bons milhões escaparam…

Ao que se sabe até agora, houve duas vítimas principais no ataque à Sinqia: o banco HSBC, que perdeu cerca de R$ 630 milhões, e a sociedade de crédito direto Artta, com aproximadamente R$ 40 milhões desviados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao Seu Dinheiro, o HSBC esclareceu posteriormente que identificou transações financeiras via PIX em uma conta de um provedor do banco, mas diz que nenhuma conta dos clientes ou fundos foram impactados pela operação por elas terem ocorrido exclusivamente no sistema desse provedor.

Leia Também

"O banco esclarece ainda que medidas foram tomadas para bloquear essas transações no ambiente do provedor. O HSBC reafirma o compromisso com a segurança de dados e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações", diz a nota.

Fontes do setor também informaram à reportagem que diversas fintechs menores também são alvos frequentes dos hackers, embora muitas prefiram absorver prejuízos menores — que vão de cifras entre R$ 4 milhões e R$ 20 milhões — sem dar publicidade aos incidentes, evitando escândalos e danos à imagem das empresas.

“Essas fintechs são empresas pequenas. A lógica é que, se elas perdem R$ 5 milhões, tiram o sistema do ar e absorvem o prejuízo, em vez de mostrar fragilidade para o cliente. Muitas adotam a omissão, e muito dinheiro some sem ser divulgado, sempre por baixo”, disse um especialista no tema.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas por que esses assaltos digitais vêm se espalhando? O Seu Dinheiro foi atrás de especialistas para entender a dinâmica dos ataques hackers e as fragilidades do sistema financeiro brasileiro.

Por trás dos assaltos digitais milionários

Os ataques à C&M e à Sinqia têm uma lógica estratégica relativamente simples.

Os criminosos não miram diretamente nos bancos — conhecidos por sua segurança robusta —, mas sim em empresas que funcionam como pontes tecnológicas entre o Banco Central e as instituições financeiras.

A C&M e a Sinqia fazem parte do seleto grupo de sete empresas autorizadas pelo BC a prestar serviços de tecnologia para o sistema financeiro, conhecidas como PSTIs. Essas companhias oferecem processamento de dados para operações financeiras, incluindo o Pix, além de outras transferências de valores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para especialistas em cibersegurança, parte das razões que permitiram que as fraudes acontecessem foi a negligência em pontos críticos do sistema.

“Existem indícios de que dois pilares foram negligenciados na C&M, e continuam sendo negligenciados: um do lado do cliente final, que é o banco, e outro do lado do prestador, a empresa que operava", disse Marco Zanini, CEO da Dinamo Networks, especialista em cibersegurança, em entrevista ao Seu Dinheiro.

"Os bandidos chegaram à conclusão que é mais fácil roubar dessa forma do que de outros jeitos. A operação na C&M levou R$ 1 bilhão; agora, foram centenas de milhões. Então, parece que o pessoal do 'lado ruim da força' está se preparando melhor do que o 'lado de cá'”, disse Zanini.

Para Alberto Leite, CEO do Grupo FS, os ataques vêm se tornando cada vez mais sofisticados, complexos e frequentes. “De 2020 a 2030, a profundidade desses ataques vai crescer, e o potencial de destruição também, porque a caixa de ferramentas dos criminosos é enorme”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como os ataques hackers na Sinqia e na C&M aconteceram 

O modo exato como o ataque hacker à Sinqia se desenrolou ainda é um mistério. Mas especialistas acreditam que ele tenha seguido o mesmo padrão do assalto à C&M.

Inclusive, não há nada que garanta que ambos os ataques não tenham sido desenhados juntos, segundo o CEO da Dinamo.

“Eu diria que, quando aconteceu aquele ataque, este também já estava em preparação. Acredito que os hackers já estavam trabalhando nisso, se é que não estão desenhando também outros golpes enquanto falamos”, disse Zanini.

Para ele, tudo indica que houve roubo de credenciais de clientes da Sinqia — chaves de acesso que autorizam transações entre a empresa de tecnologia e o Banco Central. Essas credenciais são essenciais para o BC confirmar se uma operação é legítima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Sinqia não confirma a veracidade das suposições. Questionada pela reportagem sobre uma possível brecha de segurança ou vazamento de chaves, a empresa preferiu não comentar. 

Mas, se as suspeitas se confirmarem, a origem do ataque seria um inside job: algum funcionário ou ex-funcionário fornecendo acesso ao sistema para os hackers.

“Esse é um erro clássico e provavelmente aconteceu aqui também. Não me parece uma brecha de segurança técnica, como a instalação de um software malicioso na máquina dos operadores. É mais fácil que alguém tenha fornecido a credencial”, afirmou o CEO da Dinamo.

O CEO do Grupo FS, Alberto Leite, também vê boas chances de “conluio interno”.“A probabilidade de um insider não é pequena. É muito difícil que essas coisas aconteçam sem a participação de funcionários atuais, de fornecedores desse provedor de tecnologia ou de ex-funcionários.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então, de quem é a culpa por mais um ataque hacker?

Para Zanini, da Dinamo, não dá para jogar toda a responsabilidade pelos incidentes apenas na Sinqia e na C&M, as provedoras de tecnologia. Mas o executivo alerta: “quando dois raios caem no mesmo lugar, há algo errado, e é preciso agir rápido”.

"Como até então nunca havia acontecido esse problema, eles acham que essa fraude é muito sofisticada. Mas não é. Tecnologicamente, é uma fraude simples. O que acontece é que as empresas não agem preventivamente, porque acham que ninguém nunca conseguirá entrar no ambiente interno delas e realizar essa operação."

Segundo o especialista, as duas empresas aparentemente seguiam protocolos de segurança bastante parecidos. Ele supõe que uma das primeiras falhas críticas é que os certificados digitais dos bancos e instituições clientes potencialmente já estavam sob custódia das PSTIs, e não dos próprios bancos.

“Na minha opinião, é um protocolo de segurança quebrado. Isso deveria estar em posse e custódia do próprio cliente, o banco. Te afirmo com 99% de certeza que a chave que assina a transação pelo banco estava em poder da Sinqia."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A potencial segunda falha decisiva, de acordo com ele, é que o controle de acesso à aplicação dentro do fornecedor seria fraco. Bastaria uma senha comprometida ou um cavalo de troia para que hackers invadissem o sistema com relativa facilidade.

"Os criminosos acharam um caminho e estão explorando uma brecha. E essa brecha está muito fácil. Isso poderia ser mais sofisticado. Já temos protocolos de segurança hoje que evitariam esse tipo de coisa, tanto do ponto de vista de custódia de chaves quanto de múltiplas autenticações para quem vai entrar no sistema. Há uma certa negligência da parte das PSTIs em relação a implementar todas as medidas de segurança possíveis, porque investir em segurança é um custo a mais", afirmou.

O papel do Banco Central na luta contra novos ataques hackers

Para Alberto Leite, do Grupo FS, o Brasil precisa de uma “política nacional de cibersegurança urgente”, com penalidades severas, padrões globais de proteção e educação cibernética.

"Eu não consigo dizer que o sistema financeiro brasileiro é fraco ou vulnerável. O sistema é robusto, mas é preciso aperfeiçoamento. Todas as PSTIs precisam revisar a arquitetura geral de cibersegurança, as invadidas e as não invadidas, e padronizar isso com nível de maturidade máximo. O nível de sofisticação dos hackers está aumentando muito, então você precisa também ter linhas de defesa que evoluam na mesma medida.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar dos incidentes milionários, especialistas destacam que a agilidade do Banco Central em bloquear boa parte dos recursos desviados pelos hackers — especialmente no caso da Sinqia — mostra que a autarquia vem aprendendo a lidar com os crimes cibernéticos.

“A notícia boa é a velocidade de detecção, então foi possível recuperar uma quantidade importante de dinheiro. Mas houve valores que não foram recuperados, e é isso que incentiva os grupos hackers a fazer mais”, afirmou Leite.

Para onde foi o dinheiro levado no ataque hacker à Sinqia?

Desde o caso da C&M, a instituição acompanha transações de grande volume e, ao identificar movimentações suspeitas na Sinqia, avisou imediatamente a empresa.

Não demorou para que o acesso da Sinqia ao Sistema Financeiro Nacional fosse temporariamente suspenso — estratégia semelhante à utilizada na C&M. Os serviços da provedora de tecnologia seguem desligados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, com o mecanismo de bloqueio do Pix já ativo, o BC conseguiu impedir que os hackers transferissem o dinheiro para outros lugares. No total, foram R$ 366 milhões bloqueados até o momento.

“Desta vez, não deu tempo de os criminosos transferirem dinheiro para exchanges de criptomoedas, porque houve uma reação rápida do Banco Central. O BC bloqueou o dinheiro antes que os caras conseguissem fazer qualquer coisa. Mas milhões de reais escaparam. Meu palpite é que tenham sido transferidos para exchanges não reguladas, porque é o lugar menos rastreável possível”, explicou Zanini.

É por isso que o CEO da Dinamo prevê que o BC tomará medidas em breve para regular todas as exchanges de criptomoedas, garantindo que hackers não desapareçam com valores desviados para ambientes fora da jurisdição da autoridade monetária.

Já o CEO do Grupo FS avalia que o destino do dinheiro roubado no ataque hacker à Sinqia foi “um pouco diferente do que foi no assalto à C&M”. “Neste caso, os hackers usaram empresas relativamente antigas, mas que estavam paradas, há muito tempo sem atividade, e desviaram o dinheiro para elas”, afirmou Leite.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão dos especialistas, neste momento, o Banco Central deve estar discutindo internamente como regular essas questões. 

Por ora, a autoridade monetária não se manifestou oficialmente sobre o ataque hacker à Sinqia nem sobre a fiscalização de crimes cibernéticos no sistema financeiro.

A expectativa é que qualquer posicionamento ocorra somente após definição concreta de novas regras, garantindo que mudanças não precisem ser alteradas ou revogadas depois.

*Matéria atualizada em 4 de setembro de 2025 com o posicionamento do HSBC

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NOVO CAPÍTULO

Sequoia (SEQL3) reduz dívida tributária em 84% e ações disparam até 42% na bolsa; entenda os detalhes

20 de abril de 2026 - 12:42

Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia

MUDANÇA NO COMANDO

Fim de uma era na Braskem (BRKM5): Novonor dá adeus, IG4 avança — mas mercado quer saber da OPA

20 de abril de 2026 - 12:37

Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte

SAÍDA TRAVADA

Virada para o GPA (PCAR3)? Justiça de SP impede Casino de ‘se livrar’ das ações da varejista brasileira; entenda o que está em jogo

20 de abril de 2026 - 10:43

Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas

POTENCIAL NA MINERAÇÃO

Terras raras em alta: mineradora brasileira Serra Verde é vendida por US$ 2,8 bilhões para gigante dos EUA

20 de abril de 2026 - 10:21

A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth

AÇÕES

Carteira que rendeu 94% em 1 ano indica 5 ações para buscar lucros nesta semana

18 de abril de 2026 - 16:30

No acumulado de 12 meses, a carteira semanal de ações recomendada pela Terra Investimentos subiu 94,90% contra 51,81% do Ibovespa

PROCESSO EM ANDAMENTO

Justiça aceita recuperação judicial do Grupo Fictor — sócios das SCPs e investidores devem ficar atentos aos próximos passos

18 de abril de 2026 - 11:35

Com dívidas de R$ 4,3 bilhões, grupo terá fiscalização rígida da PwC após indícios de irregularidades; investidores devem acompanhar prazos cruciais para reaver valores devidos

ENTENDA O CASO

Nem a herança escapou: Justiça trava bens e amplia cerco contra sócio do Grupo Fictor

17 de abril de 2026 - 19:55

Decisões judiciais passaram a atingir bens pessoais e até direitos hereditários de sócios, em meio ao avanço de investigações e ações de investidores que buscam recuperar recursos após suspeitas de pirâmide financeira

SEPARANDO O JOIO DO TRIGO

O que a Petrobras (PETR4) tem que as outras não têm? Estatal sai na frente na corrida das petroleiras na América Latina, mas não está sozinha

17 de abril de 2026 - 19:25

Nova projeção para o petróleo melhora cenário global, mas Bank of America vê na estatal uma combinação que outras empresas na América Latina não conseguem replicar

OURO MAIS VALIOSO

Nem tudo que reluz custa a mesma coisa: Vivara (VIVA3) aumenta os preços das joias, mas não para todos; entenda a estratégia

17 de abril de 2026 - 15:09

O BTG Pactual analisou os preços de 25 mil itens das marcas Vivara, Life e Pandora entre março e abril, para entender como elas têm reagido aos aumentos de custos

TER OU NÃO TER NA CARTEIRA

A alta de mais de 2% da Vale (VALE3) após a produção forte do 1T26 é o suficiente para comprar a ação antes do balanço?

17 de abril de 2026 - 13:12

Produção de minério cresce entre janeiro e março, cobre e níquel surpreendem e bancos elevam projeções de lucro e geração de caixa; saiba o que fazer com os papéis agora

CASO BANCO MASTER

Ex-presidente do BRB usou fundos de gestora investigada por elo com o PCC para ocultar propina paga por Daniel Vorcaro, diz PF

17 de abril de 2026 - 11:57

O valor total da propina chegaria a R$ 146 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões teriam sido efetivamente pagos ao então presidente do banco

MUDANÇAS NA TELA

Netflix (NFLX34) lucra mais, decepciona no guidance, e cofundador deixará conselho após 29 anos

17 de abril de 2026 - 10:25

Mesmo com lucro 88% maior, as ações da empresa caíram com um guidance mais fraco para o segundo trimestre e a saída do cofundador do conselho de administração

TENTANDO SAIR DO BURACO

Em meio à crise bilionária, Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) anuncia três novos nomes para o alto escalão; veja quem são

17 de abril de 2026 - 10:03

Movimento ocorre após troca de CEO e faz parte da estratégia para enfrentar o endividamento e destravar resultados

ATENÇÃO, ACIONISTA!

Quase R$ 800 milhões em dividendos da CSN Mineração: saiba quem tem direito e os prazos

16 de abril de 2026 - 19:49

O anúncio dos proventos acontece antes de a companhia divulgar os resultados do primeiro trimestre de 2026

RELATÓRIO OPERACIONAL

Produção de minério da Vale (VALE3) sobe 3% no 1T26; metais básicos registram recorde — confira os números da mineradora

16 de abril de 2026 - 19:21

Metais básicos impulsionam resultados operacionais, enquanto gargalos logísticos ligados ao conflito no Oriente Médio afetam o escoamento

GIGANTE ASIÁTICO

Tecnologia chinesa no Brasil: como 99, AliExpress e Midea ‘importaram’ a inovação para o mercado nacional

16 de abril de 2026 - 19:05

Durante o evento VTEX Day 2026, executivos das empresas explicaram que é necessário fazer adaptações para conquistar o público brasileiro

DE PROMESSA À REALIDADE

Dividendos e JCP: Petrobras (PETR4) dá sinal verde para R$ 41,2 bilhões em proventos; orçamento de 2026 também recebe aval

16 de abril de 2026 - 18:15

Além da bolada aos acionistas, estatal aprovou plano bilionário de investimentos para este ano e mudanças no conselho

INVESTIMENTO SUSTENTÁVEL

BTG Pactual avança em estratégia florestal na América Latina e capta US$ 370 milhões em primeiro fechamento

16 de abril de 2026 - 18:02

O movimento marca o início de uma captação mais ampla, que tem como meta atingir US$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos cinco anos

ACABOU O GELO?

Ambev (ABEV3) amarga na mesa de bar, UBS BB fecha a conta e recomenda venda da ação; preço-alvo também muda

16 de abril de 2026 - 14:01

O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%

ALÍVIO PARA PACIENTES

Oncoclínicas (ONCO3) garante empréstimo de emergência para retomar atendimentos; Bruno Ferrari deixa o conselho

16 de abril de 2026 - 9:37

Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia