O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Passivos fiscais, baixas expectativas de crescimento de venda e disputa com o Assaí afetam opinião do banco sobre o grupo
É hora de esvaziar as sacolas e devolver as ações do grupo GPA (PCAR3) às prateleiras, na visão do Citi. A instituição financeira rebaixou a recomendação dos papéis do dono da bandeira Pão de Açúcar nesta terça-feira (30). O que antes era uma posição neutra virou uma recomendação de venda.
De acordo com os analistas, a mudança foi motivada por “desafios significativos” que a varejista alimentícia enfrenta.
O banco revisou também o preço-alvo: a aposta saiu de R$ 3,40 para R$ 2,80. O valor representa um potencial de queda de quase 35% em comparação com o preço de abertura no pregão de hoje, quando as ações estavam sendo negociadas a R$ 4,32.
O mercado reagiu ao relatório do Citi, e as ações chegaram a despencar mais de 10% nesta terça. Por volta das 14h40, os papéis enfrentavam uma queda de 7,80%, a R$ 4,02.
O Citi reconhece que a administração do grupo fez progressos com a transformação operacional da companhia. Os analistas destacam a redução dos custos de SG&A (despesas gerais e administrativas), a melhoria no capital de giro e a evolução na gestão de passivos por meio das vendas de ativos.
Mas isso não foi suficiente para o banco: “Permanecem desafios significativos, particularmente com seus consideráveis passivos fiscais que foram apenas parcialmente renegociados”.
Leia Também
O banco projeta um crescimento de vendas de mesmas lojas (SSS) – ou seja, sem considerar inaugurações futuras – de 5,1% e 4,4% em 2025 e 2026, respectivamente. A instituição espera ainda que a bandeira Pão de Açúcar supere a marca Minuto.
Os números estão próximos às expectativas do mercado para a inflação, divulgadas pelo Boletim Focus. A inflação mediana esperada é de 4,81% para o final deste ano e de 4,28% para o final de 2026. Com isso, entende-se que o crescimento real de vendas de mesmas lojas será baixo.
Apesar de os descontos, provavelmente, pesarem na margem bruta do GPA, o Citi continua positivo com a margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), que mede o desempenho operacional.
A estimativa de um crescimento de vendas é baseada no contexto atual de aumento dos preços. Essa situação afeta a forma como os consumidores agem:
“Conversas com participantes do setor e do mercado indicam que os consumidores estão se afastando ligeiramente de compras grandes e pouco frequentes de formação de estoque para compras menores e mais frequentes”, afirmam os analistas.
Na última semana, o Assaí (ASAI3) entrou com medida defensiva para se proteger de dívidas tributárias caso o Casino venda sua fatia no Pão de Açúcar.
O processo começou depois de a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) tentarem atribuir responsabilidade solidária ao Assaí por passivos tributários do GPA, que somam cerca de R$ 36 milhões.
Essas contingências fiscais foram geradas na época em que o Assaí era uma subsidiária do GPA, e o GPA era controlado pelos franceses do Casino. O Assaí deixou de fazer parte do grupo em 2020.
Para não herdar as dívidas de antes do divórcio, o Assaí pediu à Justiça o bloqueio de todas as ações do Pão de Açúcar detidas pelo Casino.
Com a ação, o Assaí solicita que qualquer venda de ações do GPA pelo Casino seja condicionada à garantia de que a empresa irá arcar com os valores cobrados pela Receita.
A medida também exige que o GPA ofereça garantias suficientes para manter o Assaí livre das responsabilidades anteriores à separação.
A saída do Casino do GPA está no radar do mercado. Atualmente, a empresa da França é a segunda maior acionista do GPA, controlando 22,5%.
*Com informações do Money Times.
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3