🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Patrick Fuentes

Patrick Fuentes

Jornalista formado pela ECA-USP, foi repórter de Economia na Folha de S.Paulo e na CNN Brasil. Atualmente, atua na cobertura de empresas no Seu Dinheiro.

MAIS UMA PRA LISTA

BTG inicia cobertura de Pague Menos (PGMN3), vista pelo bancão como ‘aposta promissora’ até 2026

A tese do banco é que a rede de farmácias tem uma avaliação atrativa e deve se consolidar ainda mais no setor

Patrick Fuentes
Patrick Fuentes
25 de junho de 2025
14:27 - atualizado às 7:26
Pague Menos
Pague Menos - Imagem: Divulgação

A Pague Menos (PGMN3) fez sua estreia como uma das empresas cobertas pelo BTG Pactual nesta quarta-feira (25), na esteira de novas e velhas ações que passaram a integrar o escopo de análise do banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A rede de farmácias, a segunda maior do Brasil em número de lojas, com destaque nas regiões Norte e Nordeste, tem se beneficiado da integração da Extrafarma, da qual já extraiu sinergias relevantes, de acordo com os analistas do BTG.

A tese do banco para a cobertura é que a empresa tem uma avaliação atrativa: a ação negocia a 12 vezes o lucro estimado para 2026, mesmo com uma projeção de crescimento médio do lucro por ação (EPS) de 25% ao ano até 2028.

Além disso, a Pague Menos está com a abertura média de 73 lojas por ano até 2028, com investimento médio de R$ 1,8 milhão por unidade e margem bruta estimada em 31,8% para 2025, subindo para 32% no longo prazo. Isso além de um volume expressivo de créditos tributários, estimados em R$ 1 bilhão, que devem ser aproveitados até 2032.

Com isso, a estreia da cobertura do Pague Menos pelo BTG vem com recomendação de "compra", com preço-alvo fixado em R$ 4,50 por ação até o fim de 2026 — uma valorização de quase 30% em relação à cotação atual, de R$ 3,49.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pague Menos deve ter dois gatilhos para avançar crescimento

Na visão do BTG, o varejo farmacêutico brasileiro é um setor desafiador para quem busca expansão nacional e deverá consolidar, com ganhos, a participação das grandes redes.

Leia Também

“A Pague Menos, com a aquisição da Extrafarma, já se consolidou como líder nas regiões Norte e Nordeste, com 21% e 16% da participação de mercado, respectivamente. Ainda assim, o setor permanece altamente fragmentado — os cinco maiores players representam apenas 32% do mercado nacional”, afirmam os analistas Yan Cesquim, Luiz Guanais e Pedro Lima.

Com isso, o BTG espera que duas tendências dominem o setor nos próximos anos:

  • Crescimento de associações de farmácias locais, especialmente em cidades pequenas;
  • Expansão contínua de grandes redes nacionais, como Raia Drogasil e Pague Menos, que avançam com regionalização e integração de operações.

Três pilares sustentam a tese do BTG

A tese de investimento da Pague Menos é estruturada em três pilares, segundo os analistas do BTG:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Presença dominante no Nordeste, com alta densidade de lojas e barreiras naturais à entrada de concorrentes;
  • Ganhos operacionais da integração com a Extrafarma, com aumento de margens e crescimento acima da inflação;
  • Desalavancagem contínua, com melhora gradual do retorno sobre o capital investido (ROIC).

Embora a Pague Menos tenha uma tese sólida de crescimento — com abertura de lojas, integração de ativos e ganhos de escala —, o BTG destaca que o sucesso da execução operacional é essencial para a entrega dos resultados projetados.

“A empresa tem espaço de crescimento em cidades médias e pequenas, com uma estratégia de expansão sólida e disciplinada”, afirmam os analistas em relatório.

Apesar dos riscos operacionais, os analistas veem um cenário mais promissor à frente, com fundamentos em recuperação. O valuation da Pague Menos é considerado atrativo.

Mas há riscos no radar

Apesar da leitura positiva do BTG, os analistas apontam riscos relevantes que podem afetar a execução da tese.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A regulação de preços é uma delas, já que o governo federal regula os reajustes de preços de medicamentos com prescrição, o que limita o repasse de custos e pode pressionar margens em cenários inflacionários.

A taxa de juros no Brasil, a Selic e a instabilidade econômica no país também afetam empresas alavancadas e com ciclos longos de investimento, como é o caso da Pague Menos.

Outro ponto é o projeto de lei que permite a venda de medicamentos de venda livre (OTC) em supermercados, e que, se aprovado, pode acirrar a competição e comprimir margens no segmento de higiene, perfumaria e cosméticos.

Por fim, a Pague Menos se beneficia de incentivos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em estados como Ceará, Bahia e Pernambuco. A suspensão ou revisão desses regimes especiais pode ter impacto significativo no resultado — os créditos fiscais hoje representam cerca de 40% do valuation projetado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DE MUDANÇA

Santander (SANB11) anuncia nova sede corporativa sustentável em São Paulo; projeto é desenvolvido pela GTIS Partners

24 de fevereiro de 2026 - 19:48

Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética

CORRIDA TECNOLÓGICA

Meta escolhe a AMD para turbinar data center de IA e embala Wall Street; entenda o que está por trás do acordo de US$ 100 bilhões

24 de fevereiro de 2026 - 18:09

O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA

FICOU PARA TRÁS

Comeu poeira? Ação do Nubank decepciona entre os bancos em 2026, mas analistas enxergam “oportunidade rara” antes do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 17:47

Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar

COM A PALAVRA, ACCIOLY

Quem falhou no caso Banco Master? Presidente da CVM rebate críticas e fala em “alinhamento perverso” no mercado

24 de fevereiro de 2026 - 15:53

Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir

MUDANÇA DE ROTA

Vale a pena voltar para a Azul (AZUL53)? Bradesco BBI melhora recomendação após reestruturação bilionária

24 de fevereiro de 2026 - 15:30

Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem

MUDANÇA NO CONTROLE

Quem é David Neeleman, fundador da Azul (AZUL53) que deixou de controlar a empresa e vive nova fase financeira

24 de fevereiro de 2026 - 15:27

Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração

A MENOR MARGEM EM 10 ANOS

Gerdau (GGBR4) tem resultados estáveis, mas ações caem no Ibovespa — operação no Brasil está com margens “em crise”

24 de fevereiro de 2026 - 12:30

Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual

GRANA EXTRA

Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures

24 de fevereiro de 2026 - 12:03

Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures

NA BERLINDA?

Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco?

24 de fevereiro de 2026 - 10:01

Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas

250 MIL M²

Novo bairro, novo interessado: BTG oferece à Tecnisa (TCSA3) R$ 260 milhões por 26% da Windsor, dos Jardins das Perdizes

24 de fevereiro de 2026 - 9:33

A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) já está afiado na arte da guerra, mas e os resultados? O que esperar do balanço do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 6:01

Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque

RETORNO AO ACIONISTA

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam juntas mais de R$ 260 milhões em dividendos; recompra de ações entra no pacote de anúncios

23 de fevereiro de 2026 - 19:36

Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias

MAIS RECURSOS

Riachuelo (RIAA3) prepara follow-on para levantar até R$ 400 milhões e expandir lojas: JP Morgan diz o que fazer com as ações

23 de fevereiro de 2026 - 18:40

Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas

VAI TROCAR DE DONO?

Grupo Ultra vai vender a joia da coroa? Ipiranga entra no radar de gigantes globais do petróleo, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 17:59

Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos

JOIA RARA?

‘Escondido’ entre os gigantes, este banco pode entregar mais de 70% de valorização, aposta a XP

23 de fevereiro de 2026 - 16:48

Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é

VACA LEITEIRA?

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) turbina retorno após balanço do 4T25 — com direito a JCP, recompra e devolução bilionária aos acionistas

23 de fevereiro de 2026 - 14:42

A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3

FIM DE UM CICLO

Pátria zera posição na SmartFit (SMFT3) após 15 anos com venda de R$ 900 milhões em ações, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 14:25

Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia

APOSTA NOS METAIS BÁSICOS

De olho no cobre: Vale (VALE3) anuncia investimento de US$ 3,5 bilhões em Carajás e atualiza projeções de caixa; confira os números

23 de fevereiro de 2026 - 13:15

Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética

VEJA O QUE DIZ O CEO

Azul (AZUL53): depois da recuperação judicial relâmpago, fusão com Gol sai de cena de vez e aérea mira no “crescimento responsável”

23 de fevereiro de 2026 - 12:30

Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional

AGORA VAI?

Na corrida para a privatização, Copasa (CSMG3) emite debêntures de R$ 2 bilhões e define bancos responsáveis pela oferta secundária de ações

23 de fevereiro de 2026 - 11:50

Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar