O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ao todo, 11 concessões terrestres no Polo Potiguar foram vendidas para um consórcio formado pela A&T e a PVE
Em busca da otimização do portfólio, a Brava Energia (BRAV3) fechou nesta segunda-feira (10) a venda de concessões terrestres no Polo Potiguar, localizado no Rio Grande do Norte, por US$ 15 milhões, equivalente a R$ 86,3 milhões no câmbio atual.
Ao todo, 11 campos de produção de petróleo foram vendidos para um consórcio formado pela Azevedo e Travassos Petróleo (A&T) e a Petro-Victory Energy Corp (PVE).
O consórcio tinha exclusividade para fechar o negócio com a Brava, após o acordo assinado em dezembro do ano passado.
“Essa transação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, concentrando esforços em ativos de maior prioridade em termos de retorno ajustado a riscos, crescimento e opcionalidades”, escreveu a Brava Energia, em fato relevante enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
Do montante total, em torno de US$ 600 mil serão desembolsados na assinatura do contrato, enquanto US$ 2,9 milhões serão pagos no fechamento da transação.
O contrato ainda estipula o pagamento de US$ 8 milhões em duas parcelas, pagas em 12 e 24 meses após o fechamento da transação; e US$ 3,5 milhões serão pagos em até oito anos.
Leia Também
O negócio determina que todo o óleo produzido durante o período de transição seja vendido para a refinaria da Brava Energia (BRAV3) e sua geração de caixa seja abatida do valor da transação.
Além disso, o consórcio comprador deverá assumir a responsabilidade pelo abandono do ativo, estimado em aproximadamente US$ 21 milhões pela companhia.
A conclusão da transação está sujeita a condições precedentes, como a aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo o Pipeline, os acionistas e conselho de administração há algum tempo buscam uma estrutura em que a Brava Energia (BRAV3) consiga garantir retorno aos investidores e fluxo de dividendos já no curto prazo.
A estratégia de otimização da petroleira junior teve início oficialmente em meados de dezembro, com o anúncio de dois negócios no Rio Grande do Norte.
Na época, a companhia fechou um contrato de exclusividade com a Azevedo e Travassos (A&T) e a Petro-Victory Energy Corp (PVE) para a potencial venda de 11 concessões de óleo e gás no Rio Grande do Norte.
Pouco tempo depois, a empresa também anunciou um acordo de US$ 65 milhões com a PetroReconcavo (RECV3) para a aquisição de infraestrutura de gás no Rio Grande do Norte.
No entanto, de acordo com o Pipeline, isso seria apenas o começo. A ideia da companhia seria desinvestir de todos os ativos onshore — avaliados em até US$ 1,9 bilhão (cerca de R$ 10,93 bilhões no câmbio de hoje) pelos analistas do BTG Pactual.
Considerando que eventuais compradores desses ativos assumissem todas as dívidas relacionadas ao portfólio, uma transação de venda de toda a carteira onshore da Brava Energia representaria um valor de equity de US$ 700 milhões (R$ 4,02 bilhões) para os acionistas.
Na avaliação dos analistas do BTG, o progresso no fluxo de acordos onshore continuará sendo um catalisador importante para o desempenho das ações.
A Brava, que surgiu a partir da fusão entre 3R Petroleum e Enauta, informou em janeiro que recebeu duas propostas de interessados na aquisição de ativos do portfólio onshore e de águas rasas da companhia.
Segundo a Reuters, a petroleira recebeu recentemente cinco propostas não vinculantes.
No fim do mês passado, notícias de que a Fluxus, empresa brasileira de petróleo e gás que pertence ao grupo J&F, a holding dos irmãos Batista, seria compradora dos ativos onshore impulsionou momentaneamente as ações da Brava (BRAV3) na B3, mas logo a companhia anunciou a desistência da oferta pelos ativos.
*Com informações do Pipeline e do Estadão Conteúdo.
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal de ações recomendada pela Terra Investimentos subiu 94,90% contra 51,81% do Ibovespa
Com dívidas de R$ 4,3 bilhões, grupo terá fiscalização rígida da PwC após indícios de irregularidades; investidores devem acompanhar prazos cruciais para reaver valores devidos
Decisões judiciais passaram a atingir bens pessoais e até direitos hereditários de sócios, em meio ao avanço de investigações e ações de investidores que buscam recuperar recursos após suspeitas de pirâmide financeira
Nova projeção para o petróleo melhora cenário global, mas Bank of America vê na estatal uma combinação que outras empresas na América Latina não conseguem replicar
O BTG Pactual analisou os preços de 25 mil itens das marcas Vivara, Life e Pandora entre março e abril, para entender como elas têm reagido aos aumentos de custos
Produção de minério cresce entre janeiro e março, cobre e níquel surpreendem e bancos elevam projeções de lucro e geração de caixa; saiba o que fazer com os papéis agora
O valor total da propina chegaria a R$ 146 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões teriam sido efetivamente pagos ao então presidente do banco
Mesmo com lucro 88% maior, as ações da empresa caíram com um guidance mais fraco para o segundo trimestre e a saída do cofundador do conselho de administração
Movimento ocorre após troca de CEO e faz parte da estratégia para enfrentar o endividamento e destravar resultados
O anúncio dos proventos acontece antes de a companhia divulgar os resultados do primeiro trimestre de 2026
Metais básicos impulsionam resultados operacionais, enquanto gargalos logísticos ligados ao conflito no Oriente Médio afetam o escoamento
Durante o evento VTEX Day 2026, executivos das empresas explicaram que é necessário fazer adaptações para conquistar o público brasileiro
Além da bolada aos acionistas, estatal aprovou plano bilionário de investimentos para este ano e mudanças no conselho
O movimento marca o início de uma captação mais ampla, que tem como meta atingir US$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos cinco anos
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.