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A maior fatia dessa distribuição farta ficou com o Bradesco, com R$ 3,9 bilhões, enquanto o Itaú bonifica acionistas em 3%; confira todos os prazos e condições para receber
O fim de 2025 está sendo marcado por uma verdadeira onda de anúncios de proventos entre grandes companhias nacionais. Bradesco (BBDC4), Itaú Unibanco (ITUB4), Cemig (CMIG4), Cogna (COGN3), PetroRecôncavo (RECV3)e Tenda (TEND3) decidiram abrir o cofre e recompensar seus acionistas com dividendos, juros sobre capital próprio (JCP) e bonificações que somam cifras bilionárias.
O Bradesco aprovou o pagamento de JCP complementar no valor total de R$ 3,9 bilhões, conforme fato relevante divulgado nesta quinta-feira (18). O montante corresponde a R$ 0,351 por ação ordinária e R$ 0,386 por ação preferencial.
Terão direito ao provento os acionistas com posição acionária em 29 de dezembro de 2025, data-base definida pelo banco. As ações passam a ser negociadas “ex-JCP” a partir de 30 de dezembro.
Então você pode optar por comprar a ação agora e ter direito à bonificação ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito ao JCP.
O pagamento ocorrerá até 31 de julho de 2026, já com a retenção de 15% de Imposto de Renda na fonte para investidores pessoas físicas — o que resulta em valores líquidos de R$ 0,298 por ação ordinária e R$ 0,328 por preferencial.
Segundo o banco, o JCP complementar se soma aos valores já distribuídos ao longo de 2025 e será computado no cálculo do dividendo obrigatório previsto no estatuto social. Com isso, a remuneração total aos acionistas neste ano chega a R$ 14,5 bilhões, considerando valores já pagos e a pagar.
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O Itaú Unibanco anunciou nesta quinta-feira (18) uma bonificação de 3% em ações, o que representa a emissão de mais de 321 milhões de novos papéis. Na prática, cada investidor receberá três ações para cada 100 que já possui, sem desembolso adicional.
A bonificação vale para quem tiver posição acionária em 23 de dezembro de 2025, com inclusão dos novos papéis na custódia em 30 de dezembro.
Além disso, o banco mantém o pagamento mensal de JCP em R$ 0,01765 por ação, e o valor desembolsado mensalmente aumentará 3% após a bonificação.
Vale lembrar que, no fim de novembro, o Itaú já havia anunciado uma remuneração bilionária de R$ 23,4 bilhões entre dividendos e JCP, incluindo R$ 1,868 por ação em dividendos pagos em 19 de dezembro de 2025.
Enquanto isso, a Cemig aprovou o pagamento de R$ 677,4 milhões em JCP. Cada ação, seja ordinária ou preferencial, dará direito a R$ 0,2368 de forma bruta.
Terão direito ao benefício os acionistas posicionados no dia 23 de dezembro de 2025, com os papéis passando a ser negociados sem direito ao JCP a partir de 26 de dezembro.
O pagamento será feito em duas parcelas iguais: a primeira até 30 de junho de 2026 e a segunda até 30 de dezembro de 2026.
Já a PetroRecôncavo informou a aprovação de R$ 300 milhões em dividendos, correspondente R$ 1,023968 por ação ordinária. O pagamento será realizado em três parcelas iguais de R$ 100 milhões, a R$ 0,341323 por ação em dezembro de 2026, dezembro de 2027 e dezembro de 2028.
Farão jus ao recebimento dos dividendos os acionistas posicionados na data-base de 08 de janeiro de 2026, endo que as ações serão negociadas "ex-dividendos" a partir do dia 9 de janeiro.
A Cogna, por sua vez, aprovou dois pacotes de dividendos intermediários: um de R$ 120 milhões, equivalente a R$ 0,0661 por ação ordinária, e outro de R$ 88,1 milhões, correspondente a R$ 0,0486 por ação.
Além disso, a empresa anunciou um aumento de capital social de R$ 626,9 milhões, que será convertido em bonificação: cada acionista receberá uma nova ação para cada dez que tiver em carteira no dia 23 de dezembro de 2025.
A Tenda também entrou na lista e aprovou dividendos de R$ 100 milhões, o que representa R$ 0,82 por ação ordinária. Para ter direito, é preciso estar com os papéis no pregão de 23 de dezembro de 2025.
O pagamento será feito em uma única parcela no dia 7 de janeiro de 2026, já contando como parte dos dividendos obrigatórios do exercício.
*Com informações do Money Times e Agência Estado
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