🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Dani Alvarenga

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

COPO MEIO CHEIO

Boeing tem prejuízo menor do que o esperado no primeiro trimestre e ações sobem forte em NY

A fabricante de aeronaves vem enfrentando problemas desde 2018, quando entregou o último lucro anual. Em 2025, Trump é a nova pedra no sapato da companhia.

Dani Alvarenga
Dani Alvarenga
23 de abril de 2025
13:06
Avião Boeing 737-800
Imagem de divulgação do avião Boeing 737-800 - Imagem: Reprodução/Boeing

Ser otimista é difícil mesmo em tempos de bonança, mas, quando o cenário é negativo, enxergar o copo meio cheio exige um esforço a mais. Os investidores da Boeing estão provando essa força de vontade nesta quarta-feira (23).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia aérea anunciou prejuízos menores do que o esperado no primeiro trimestre de 2025 e, aproveitando o momento positivo dos mercados hoje, as ações sobem forte em Nova York.  

Por volta das 12h50 (horário de Brasília), os papéis BA tinham alta de 6,08%, negociados a US$ 172,37.

Nos três primeiros meses do ano, a Boeing teve prejuízo líquido de US$ 37 milhões. O montante representa uma redução das perdas da ordem de 89,2% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando a empresa registrou US$ 355 milhões de prejuízo.

Com ajustes, a fabricante de aviões norte-americana apresentou um prejuízo por ação de US$ 0,49 no primeiro trimestre de 2025. Segundo analistas consultados pela FactSet, a expectativa era de que a Boeing apresentasse perdas de US$ 1,18 por ação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a receita da companhia subiu 18% no trimestre, a US$ 19,5 bilhões. O resultado ficou um pouco acima das projeções do mercado, que indicavam uma receita de US$ 19,38 bilhões.

Leia Também

Segundo a Boeing, o aumento na receita reflete as entregas de aeronaves comerciais, que somaram 130 no período — uma alta de 57% na comparação anual.

Já estava difícil antes, agora então…

Não é de hoje que a Boeing vem enfrentando dificuldades. A empresa não registra lucro anual desde 2018, após um acidente com uma aeronave 737 Max que arranhou a imagem da companhia.

Em 2019, um outro acidente similar com o mesmo modelo levou à paralisação global da produção da aeronave por mais de um ano. Os dois acidentes envolvendo modelos da Boeing mataram um total de 346 pessoas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com uma crise financeira e de imagem, a fabricante de aeronaves voltou a ter dores de cabeça em 2024, quando enfrentou acusações de fraude e uma paralisação que durou quase dois meses.

Já neste ano, a empresa vai ter que lidar com outra pedra no sapato: a guerra comercial de Donald Trump.

O impacto de Trump na Boeing

Após o presidente dos EUA aplicar tarifas de 145% à China, o governo de Xi Jinping proibiu que as empresas do país recebam jatos da Boeing

Além disso, orientou as transportadoras chinesas a suspender a compra de equipamentos e peças de aeronaves de companhias norte-americanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No último fim de semana, dois aviões de uma fábrica da Boeing na China foram devolvidos à empresa em Seattle, em vez de irem para os clientes asiáticos.

Nesta manhã, o CEO da Boeing, Kelly Ortberg, confirmou que parou de receber encomendas de aviões das companhias chinesas e ainda revelou que uma terceira aeronave deve retornar devido às tarifas impostas pelos EUA.

A guerra comercial de Trump atinge em cheio a Boeing, já que a empresa é a maior exportadora do país. Segundo Ortberg, cerca de 80% de seus jatos comerciais acabam nas mãos de companhias aéreas estrangeiras.

Além disso, ao contrário de outras multinacionais norte-americanas, a produção não é realizada em outros países. Assim, a companhia não conseguiria construir aviões em uma fábrica fora dos EUA para contornar as tarifas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E não para por aí: embora a Boeing tenha a fabricação das aeronaves em solo norte-americano, 80% das peças presentes nos aviões da empresa possuem origem estrangeira, de acordo com um recente depoimento do CEO ao Congresso dos EUA.

As asas do 787 Dreamliner, por exemplo, têm origem japonesa. A aeronave é uma das mais caras da Boeing.

O que esperar da Boeing daqui para frente

Kelly Ortberg assumiu como CEO em agosto do ano passado para ajudar na recuperação da fabricante de aviões. Após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2025, o executivo afirmou que a empresa “está indo na direção certa” com a melhora dos resultados operacionais.

"Seguimos executando nosso plano e permanecemos comprometidos em fazer as mudanças fundamentais necessárias para recuperar totalmente o desempenho da empresa enquanto navegamos no ambiente atual", afirmou o CEO.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já em relação às tarifas, Ortberg disse que os resultados do início deste ano, somados à demanda por aviões e carteira de pedidos de meio trilhão de dólares, “dão a flexibilidade necessária para navegar neste ambiente”.

O executivo ressaltou os planos de atingir 38 unidades da aeronave 737 por mês em 2025, enquanto prevê que o 787 registre um aumento para sete unidades por mês este ano.

Já o modelo 777X iniciou os testes de voo de certificação da FAA expandidos no trimestre. A Boeing também prevê a primeira entrega da aeronave 777-9 em 2026.

Em relação aos produtos destinados a empresas chinesas, o CEO afirmou à CNBC que planejava entregar cerca de 50 aviões em 2025, mas avalia que deve conseguir encontrar outros compradores para esses jatos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Há muitos clientes por aí procurando pela aeronave Max”, disse.

*Com informações do Estadão Conteúdo e CNN

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

VAI TER ROE DE BANCÃO?

Depois do IPO, vale investir? BB Investimentos inicia cobertura de PicPay com recomendação de compra e potencial de alta de 32%

25 de fevereiro de 2026 - 11:58

Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos

DEPOIS DO AVAL DA JUSTIÇA

Oi (OIBR3) põe R$ 140 milhões ‘na mesa’ em 2º leilão para pagar credores de fora da RJ, mas exige desconto de até 70%

25 de fevereiro de 2026 - 10:37

Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes

VEJA OS NÚMEROS DO BALANÇO

Pão de Açúcar (PCAR3): há “incerteza relevante” sobre capacidade da empresa de seguir de pé, diz auditoria; veja detalhes

25 de fevereiro de 2026 - 8:47

Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A empresa escondida que quer fazer IPO na Nasdaq, os resultados corporativos e o que mais você precisa saber hoje

25 de fevereiro de 2026 - 8:37

Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital

'IMPÉRIO' DISCRETO

Transire: a empresa brasileira que ninguém vê, mas todo mundo usa — e que agora quer IPO na Nasdaq para bancar expansão global

25 de fevereiro de 2026 - 6:01

Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras

DE MUDANÇA

Santander (SANB11) anuncia nova sede corporativa sustentável em São Paulo; projeto é desenvolvido pela GTIS Partners

24 de fevereiro de 2026 - 19:48

Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética

CORRIDA TECNOLÓGICA

Meta escolhe a AMD para turbinar data center de IA e embala Wall Street; entenda o que está por trás do acordo de US$ 100 bilhões

24 de fevereiro de 2026 - 18:09

O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA

FICOU PARA TRÁS

Comeu poeira? Ação do Nubank decepciona entre os bancos em 2026, mas analistas enxergam “oportunidade rara” antes do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 17:47

Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar

COM A PALAVRA, ACCIOLY

Quem falhou no caso Banco Master? Presidente da CVM rebate críticas e fala em “alinhamento perverso” no mercado

24 de fevereiro de 2026 - 15:53

Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir

MUDANÇA DE ROTA

Vale a pena voltar para a Azul (AZUL53)? Bradesco BBI melhora recomendação após reestruturação bilionária

24 de fevereiro de 2026 - 15:30

Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem

MUDANÇA NO CONTROLE

Quem é David Neeleman, fundador da Azul (AZUL53) que deixou de controlar a empresa e vive nova fase financeira

24 de fevereiro de 2026 - 15:27

Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração

A MENOR MARGEM EM 10 ANOS

Gerdau (GGBR4) tem resultados estáveis, mas ações caem no Ibovespa — operação no Brasil está com margens “em crise”

24 de fevereiro de 2026 - 12:30

Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual

GRANA EXTRA

Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures

24 de fevereiro de 2026 - 12:03

Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures

NA BERLINDA?

Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco?

24 de fevereiro de 2026 - 10:01

Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas

250 MIL M²

Novo bairro, novo interessado: BTG oferece à Tecnisa (TCSA3) R$ 260 milhões por 26% da Windsor, dos Jardins das Perdizes

24 de fevereiro de 2026 - 9:33

A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) já está afiado na arte da guerra, mas e os resultados? O que esperar do balanço do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 6:01

Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque

RETORNO AO ACIONISTA

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam juntas mais de R$ 260 milhões em dividendos; recompra de ações entra no pacote de anúncios

23 de fevereiro de 2026 - 19:36

Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias

MAIS RECURSOS

Riachuelo (RIAA3) prepara follow-on para levantar até R$ 400 milhões e expandir lojas: JP Morgan diz o que fazer com as ações

23 de fevereiro de 2026 - 18:40

Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas

VAI TROCAR DE DONO?

Grupo Ultra vai vender a joia da coroa? Ipiranga entra no radar de gigantes globais do petróleo, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 17:59

Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar