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A companhia aprovou Luiz Carvalho como novo diretor financeiro, em meio ao processo de reestruturação que busca simplificar a gestão e fortalecer a governança corporativa

A Brava Energia (BRAV3) voltou aos holofotes nesta quinta-feira (23) após dias turbulentos na B3. Em meio ao anúncio de uma reestruturação interna que enxugou a diretoria, a companhia comunicou a nomeação de um novo diretor financeiro (CFO).
O Conselho de Administração aprovou Luiz Carvalho para o cargo, com posse prevista para novembro, após a conclusão dos trâmites formais.

A mudança faz parte do redesenho organizacional da Brava, que busca simplificar processos, fortalecer a governança e integrar de forma mais eficiente as áreas corporativas e de negócios. Quando a companhia anunciou as mudanças, na última terça-feira (21), as ações reagiram em queda forte, liderando as perdas do Ibovespa.
Engenheiro de produção formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Carvalho traz uma trajetória de peso no mercado financeiro. Ele foi responsável pela análise do setor de petróleo, gás e petroquímicos na América Latina por 13 anos, em casas como BTG Pactual, UBS e HSBC.
Reconhecido por diversos anos consecutivos como o analista número 1 de Petróleo e Gás pela Institutional Investor, Carvalho também tem passagens pela Shell e Transocean, onde iniciou a carreira nas áreas de distribuição de combustíveis e exploração e produção.
No momento, a Brava Energia lida com a determinação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que interditou temporariamente um conjunto de instalações na Bacia Potiguar para realização de adequações.
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O impacto causado pela interdição está estimado em 3.500 barris de óleo equivalente por dia (boe/d) na média do mês de outubro de 2025,o equivalente a 3,8% da produção média total registrada no terceiro trimestre de 2025, segundo projeções da Brava.
A petrolífera afirma que está direcionando esforços para implementar as adequações solicitadas pela ANP e viabilizar a retomada gradual das operações nos ativos interditados, com expectativa de concluir esses trabalhos ao longo do quarto trimestre de 2025.
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