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Incêndio em subestação no Paraná teria provocado reação em cadeia no sistema elétrico, deixando parte do país sem luz por até uma hora
Uma interferência no Sistema Interligado Nacional (SIN) interrompeu o fornecimento de energia em pelo menos nove Estados e no Distrito Federal na madrugada desta terça-feira (14).
Por meio de nota, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apontou como motivo um incêndio ocorrido em um reator da subestação de Bateias, no Paraná.
O fogo provocou o desligamento completo da estrutura de 500 kV, o que teria desconectado a transmissão para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, gerando uma reação em cadeia no sistema elétrico nacional.
O apagão começou pouco depois da meia-noite e levou ao desligamento de cerca de 10.000 megawatts (MW) de carga — o suficiente para afetar consumidores em todas as regiões do país.
Internautas relataram quedas de energia em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Amazonas, Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás, Rio Grande do Norte e no Distrito Federal.
Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), o problema começou no Paraná e rapidamente se propagou pelos subsistemas Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
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Em São Paulo, a Enel confirmou que o apagão foi de escala nacional, sem informar o número de consumidores atingidos.
No Rio de Janeiro, a Light comunicou que cerca de 450 mil clientes ficaram sem energia, principalmente na Zona Norte, Zona Oeste e Baixada Fluminense. O Aeroporto Santos Dumont chegou a ficar totalmente às escuras.
No Amazonas, a Amazonas Energia relatou interrupção em Manaus, Parintins e Itacoatiara. O fornecimento foi restabelecido por volta de 00h25, após cerca de uma hora de apagão.
Em outros estados, como Pernambuco, Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina, também houve relatos de queda no fornecimento, mas ainda não há dados consolidados sobre o número de afetados.
O incêndio na subestação de Bateias acionou o chamado Esquema Regional de Alívio de Carga (ERAC) — um mecanismo automático de proteção do sistema elétrico.
O ERAC é ativado em casos de perturbação para evitar sobrecargas e impedir que falhas locais se transformem em colapsos de grandes proporções.
Mesmo assim, o impacto foi expressivo. Segundo o ONS, houve perda de:
O ONS destacou que o restabelecimento das cargas foi feito de forma controlada e segura. Até 1h30 da madrugada, a maior parte dos subsistemas já estava normalizada; o Sul foi o último a ser recomposto.
O Ministério de Minas e Energia e o ONS trabalham na elaboração de um relatório técnico — o Relatório de Análise da Perturbação (RAP) — que deverá detalhar as circunstâncias do incêndio e propor medidas para evitar novos incidentes.
O documento deve ser divulgado nos próximos dias, com informações sobre as causas do fogo, os equipamentos afetados e a resposta operacional adotada para o reequilíbrio do sistema.
A expectativa é que esse documento traga luz sobre as causas do apagão e a estratégia para prevenir episódios similares daqui para frente.
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