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As conversas entre a Gol e a Azul se arrastaram por anos a fio; se concluída com sucesso, a fusão teria criado a maior companhia aérea do Brasil
O mercado vinha aguardando o desfecho das negociações para a fusão da Gol (GOLL54) e da Azul (AZUL4) desde o início do ano, quando as tratativas foram iniciadas. Na noite de quinta-feira (25), a espera dos investidores acabou — mas não como o esperado. As companhias aéreas anunciaram o fim das negociações para uma combinação de negócios.
De acordo com a Abra, controladora indireta da Gol, apesar da disposição inicial de avançar com o projeto, as negociações não tiveram progresso devido ao foco da Azul em seu processo de Chapter 11, que equivale à recuperação judicial nos EUA.
A companhia também afirma que indicou à Azul que as discussões poderiam acontecer em paralelo ao Chapter 11.
"No entanto as partes não tiveram discussões significativas ou progrediram em uma possível operação de combinação de negócios por vários meses como resultado do foco da Azul em seu processo de Chapter 11”, afirmou a Gol em carta enviada à Azul e disponibilizada em comunicado ao mercado.
No mesmo documento, a Gol afirma que “a execução do MOU (Memorando de Entendimentos) e o pré-arquivamento junto ao Cade ocorreram em outro cenário e em outro momento das empresas, que não é mais o mesmo”.
Com o fim da parceria, a Azul informou em comunicado que “reafirma o seu comprometimento com processo de fortalecimento da sua estrutura de capital”.
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Após o anúncio, as ações GOLL54 e AZUL4 operavam em forte alta. Por volta das 12h18, os papéis da Gol subiam 6,19%, a R$ 6, enquanto a Azul registrava valorização de 18,10%, a R$ 1,24.
As conversas entre Gol e Azul, que criaria a maior companhia aérea do Brasil, se arrastaram por anos. Apesar de terem oficializado a união em janeiro deste ano e desistido também oficialmente neste fim de setembro, a possibilidade de fusão das duas empresas era assunto recorrente nos corredores de empresas de M&A nos últimos anos.
Notícias do início de 2024 dão conta que até mesmo o nome da futura empresa combinada teria criado impasse em algumas das várias fases prévias de negociações.
Além das conversas que não tinham resultados, os momentos das empresas em cada fase do acordo contribuíram para que a união não desse certo. Em janeiro de 2025, quando o MOU foi anunciado, era a recuperação judicial da Gol que estava na lista de pendências a serem resolvidas.
Porém, apenas 5 meses depois foi a vez de a Azul colocar mais turbulência nesse voo, afirmando que a fusão já não era prioridade para a empresa, pois “dedicava 100% do foco” a sua própria reestruturação.
Junto com o fim do processo de fusão, Gol e Azul também anunciaram o fim do acordo de codeshare, que permite a comercialização de bilhetes de uma empresa em voos operados por outra.
Anunciado em maio do ano passado, o acordo de cooperação comercial unia as malhas aéreas no Brasil, com as companhias compartilhando um mesmo voo para mais de 150 destinos.
Tanto a Gol quanto a Azul afirmaram em seus comunicados que os bilhetes já vendidos dentro do acordo vigente serão honrados pelas empresas.
*Com informações do Money Times.
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