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A movimentação das bolsas na semana do Natal, uma reportagem especial sobre como pagar menos imposto com a previdência privada e mais
A semana encurtada pelo Natal começa sem uma direção clara para os mercados globais. Após um pregão mais positivo na sexta-feira, o investidor entra nesta segunda-feira (23) ajustando posições, em meio a agendas mais leves, menor liquidez e sinais mistos vindos do exterior.
No Brasil, o Ibovespa encerrou a última sexta-feira (19) em alta de 0,35%, aos 158.473 pontos.
Para hoje, a agenda doméstica é enxuta. O principal destaque fica por conta do Boletim Focus, do Banco Central, que trará as projeções atualizadas do mercado para inflação, câmbio e juros — um termômetro importante para a transição das expectativas rumo a 2026.
Ainda no cenário local, o pano de fundo político começa a ganhar mais espaço. As eleições presidenciais de outubro já entram no radar do mercado, com a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro para representar os partidos de direita sendo tratada como praticamente certa e mexendo com os mercados nos últimos dias.
Do outro lado do globo, as bolsas asiáticas encerraram o pregão em alta, impulsionadas por perspectivas de intervenção do governo japonês no mercado cambial e por decisões de juros para empréstimos na China.
Em Wall Street, os índices futuros operam em terreno positivo. Os investidores avaliam se o setor de tecnologia conseguirá sustentar algum fôlego adicional até o fim do ano, após o rali no fim da semana passada.
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No campo geopolítico, a tensão entre Estados Unidos e Venezuela escalou no fim de semana. No domingo (21), a Guarda Costeira norte-americana interceptou mais um navio próximo à costa venezuelana, na terceira operação do tipo em menos de uma semana.
Entre os ativos, quem se destaca nesta manhã são os metais. O ouro e prata continuam a avançar e atingiram novos recordes hoje cedo, refletindo a busca dos investidores por proteção às vésperas de 2026, em uma típica calibragem de portfólio no final do ano.
Então é Natal… e a Simone cantando a versão do clássico do John Lennon já começou a martelar na sua cabeça. Mas, antes que você mude de estação, pense: e o que você fez pelo seu bolso neste ano?
Se a resposta não inclui “investi no PGBL”, talvez seja hora de mudar a sua versão para a música. Afinal, usar a previdência privada para aliviar o apetite do Leão do Imposto de Renda já virou quase uma tradição natalina.
Se você faz a declaração pelo modelo completo, a previdência privada no plano PGBL permite a dedução da base de cálculo do IR em até 12% da sua renda bruta anual.
Dependendo da forma como você se planeja, ainda pode resgatar o dinheiro no futuro com uma alíquota de apenas 10%. Muito menor que a mordida anual, que pode chegar a 27,5%.
Mas se você quiser aproveitar o benefício já na próxima prestação de contas à Receita Federal, precisa fazer os aportes em um plano de previdência privada do tipo PGBL até o dia 30 de dezembro.
É claro que o governo não concede esse incentivo só porque é bonzinho. O objetivo é estimular o brasileiro a poupar para a aposentadoria. Mas será que a previdência privada é para você?
A repórter Monique Lima “canta” as respostas de maneira bem didática nesta matéria.
*Com Camille Lima
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