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Trump impõe ao Canadá e ao México maiores até do que as direcionadas à China e coloca a União Europeia de sobreaviso; países retaliam
Mudar de endereço muitas vezes é uma necessidade. O aluguel aumentou ou a família cresceu e é preciso buscar um novo lugar para morar.
Às vezes envolve uma melhora na vida financeira. Conseguimos um emprego que paga mais ou uma promoção no trabalho e podemos buscar um lugar maior para viver.
Em casos mais raros, mudar de endereço é também passar uma mensagem.
Parece ser essa a situação da Porto Asset.
No fim do ano passado, dezenas de funcionários da área de gestão de capital da Porto trocaram a sede da empresa, no centro de São Paulo, para a região da Faria Lima.
A ideia é mostrar, para dentro e para fora, o aumento da importância da asset para o grupo.
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Em entrevista exclusiva à Tatiana Vaz, o CFO da Porto, Celso Damadi, falou sobre a mudança, explicou como a companhia vem acumulando recordes em suas diferentes áreas de atuação e antecipou os planos para a Porto Asset.
A íntegra da entrevista você confere aqui.
Enquanto isso, os participantes dos mercados financeiros iniciam a semana sob os efeitos da desilusão — autoinfligida, de certo modo.
Muitos investidores preferiram acreditar que Donald Trump não cumpriria a ameaça de sobretaxar até os aliados.
Pois bem. Trump confirmou durante o fim de semana a imposição de tarifas ao Canadá e ao México maiores até do que as direcionadas à China. A União Europeia já está de sobreaviso.
As retaliações foram imediatas e os ativos de risco passam por uma forte correção nos preços nesta segunda-feira. Correção = queda.
Para além da guerra comercial ampla, geral e irrestrita de Donald Trump, a movimentada agenda econômica da semana traz o início da temporada de balanços no Brasil e terá como ponto alto a sexta-feira, com o IPCA aqui e dados de emprego nos EUA.
Os detalhes da agenda você confere no trabalho do Guilherme Castro Sousa.
SEM MOTIVO PARA PÂNICO
Ativos de risco ao redor do mundo derreteram ao sentir o ‘efeito DeepSeek’. Mas analista afirma que não há motivo para pânico; entenda o porquê.
BALANÇO DO MÊS
Efeito janeiro? Ibovespa fecha como melhor investimento do mês, à frente do bitcoin; títulos públicos longos e dólar ficam na lanterna. O ano começa com alívio à pressão sobre as ações brasileiras e o câmbio vista no fim de 2024, mas juros futuros longos continuaram em baixa, diante do risco fiscal.
E AGORA?
Promessa de Trump: Tarifas de 25% sobre produtos importados do México e Canadá e de 10% para China entram em vigor. México, China e Canadá são responsáveis por mais de um terço dos bens e serviços importados ou comprados dos Estados Unidos.
DÓLAR
Trump tem medo da moeda dos Brics? Por que as ameaças do presidente dos EUA podem surtir efeito oposto ao desejado. Trump repete ameaça de impor sobretaxa de 100% aos países que compõem o Brics se eles insistirem em moeda alternativa ao dólar, mas acaba revelando fraqueza.
AUTOMÓVEIS
Com mercado aquecido, fabricantes de carros se preparam para lançar mais de 100 novos modelos em 2025. Entre modelos inéditos, atualizações e novos motores, fabricantes e importadores estão acelerando nos lançamentos dos carros.
RESPOSTA RÁPIDA
Resposta a Trump: China vai apresentar medida judicial contra EUA na OMC pelo aumento de tarifas. Claramente a resposta da China foi, antes de tudo, uma maneira mais diplomática de lidar com o assunto.
PEDIU SEIS
Bateu, voltou: Canadá anuncia tarifa de 25% sobre produtos dos EUA em retaliação a tarifaço de Trump. Primeira rodada de tarifas afetará aproximadamente US$ 20 bilhões em produtos americanos na terça-feira (4), quando começa a taxação dos produtos canadenses pelos EUA.
DIÁRIO DOS 100 DIAS (DIA 12)
Vão dar o bote? O barulho das tarifas de Trump acaba com o sossego de Lula e de Xi Jinping. Enquanto o presidente brasileiro fala em reciprocidade no relacionamento com os EUA, a China se prepara para ser alvo de taxação de 10%.
DESSA VEZ É DIFERENTE
Com ou sem Trump, por que o último dado de inflação dos EUA não importa agora. A métrica preferida do banco central norte-americano foi divulgada nesta sexta-feira (31) e veio em linha com as projeções.
FIIS HOJE
RBRL11 perde inquilino de imóvel em Minas Gerais e investidor pode receber dinheiro extra na conta. Inquilino de galpão na cidade mineira de Extrema terá que cumprir aviso prévio; enquanto isso, RBRL11 procura mitigar os impactos para os cotistas.
BALANÇOS NO EXTERIOR
Gigantes do petróleo nos EUA anunciam resultados fracos em 2024 – mas uma delas anima os investidores e ações sobem em NY. As duas maiores petroleiras dos EUA apresentaram os balanços do quarto trimestre de 2024 – e resultados vêm abaixo das expectativas do mercado.
CASA PRÓPRIA
Crédito imobiliário: volume financiado foi o segundo maior da história, mas deve retrair com juros altos em 2025. Crédito: financiamentos imobiliários com recursos de poupança totalizaram R$ 186,7 bilhões em 2024.
DESTAQUES DA BOLSA
Goldman eleva Ultrapar (UGPA3), mas Vibra (VBBR3) é rebaixada e tem a maior queda do Ibovespa. O que esperar do 4T24 no setor de combustíveis? Além do Goldman Sachs, analistas do Santander também cortaram os preços-alvos para os papéis das duas companhias e divulgaram perspectivas para o balanço.
PORTFÓLIO RENOVADO
BB Investimentos e Genial renovam carteira de ações para superar o Ibovespa em fevereiro; confira o que as duas escolheram. O objetivo da carteira montada pelas duas é, claro, superar o índice Ibovespa (IBOV). Listamos a seguir quais são as escolhas de cada uma.
PROGRAME-SE
Dinheiro extra? Bradesco (BBDC4) e outro banco têm ‘data com’ para dividendos na 1ª semana de fevereiro; confira. Acionistas de Bradesco (BBDC4) com posição na segunda-feira (3) garantem direito aos dividendos de R$ 0,017 por ação ordinária e de R$ 0,019 por preferencial.
TANQUE CHEIO
Petrobras aumenta preço do diesel em R$ 0,22 o litro a partir deste sábado; reajuste é menor do que o necessário para manter competitividade. Combustível estava sem ser reajustado pela Petrobras havia 401 dias e acumulava defasagem internacional de 17%.
VEM CASAMENTO?
Adolpho Lindenberg aprova aumento de capital de R$ 130 milhões e Eztec (EZTC3) passa a deter 47% do capital da construtora. Empresas estão juntas no mercado imobiliário há décadas e já lançaram diversos empreendimentos no estado de São Paulo.
OFENSIVA FASHION
Adeus, IPO? Após recall nos EUA, Shein tenta “limpar a barra” no Reino Unido para abrir capital. A gigante chinesa do varejo eletrônico precisou recolher centenas de secadores de cabelos por risco de eletrocussão; fast fashion alega que seus produtos são testados e seguros.
RUMO À DESALAVANCAGEM
Cosan (CSAN3) dá novo passo para diminuir o endividamento e anuncia recompra de até R$ 5 bilhões em bonds de subsidiária. Cosan Luxemburgo pretende recomprar até US$ 900 milhões em notas seniores, o equivalente a cerca de R$ 5,3 bilhões no câmbio atual.
MAIS UM ATIVO NO PORTFÓLIO
Alupar (ALUP11) adquire linhas de transmissão na Bahia e reforça estratégia de crescimento através de fusões e aquisições. Empresa pagou R$ 175,4 milhões por rede transmissora de energia por meio de sua subsidiária ETAP.
ALOCAÇÃO DE CAPITAL
Braskem (BRKM5) quer voltar a gerar caixa — e decidiu parar de gastar dinheiro com a Oxygea; entenda a decisão da petroquímica. De acordo com comunicado, a suspensão dos investimentos no negócio está alinhada ao novo direcionamento estratégico da empresa.
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
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