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Relatório destaca o fim do ciclo de aperto monetário nos EUA e no Brasil, com os próximos seis meses sendo decisivos para o mercado diante das eleições de 2026
Um novo cenário de investimentos começa a se desenhar para o Brasil. Em relatório, o banco UBS alterou sua alocação tática em ativos locais, sinalizando um momento de maior apetite ao risco.
O impulso vem das mudanças na política monetária tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, além das expectativas em torno do ciclo eleitoral que se inicia.
Em outubro começa o período de 12 meses antes das eleições de 2026. Segundo o UBS, os próximos seis meses são decisivos, pois o mercado irá precificar os impactos dos cortes de juros e as possíveis alterações na política econômica após as eleições.
Diante desse novo contexto, a mudança mais significativa na estratégia recomendada pelo banco é a elevação das ações para a classificação "atrativa", saindo de "neutra".
Atualmente, o Banco Central do Brasil mantém a taxa Selic em 15% ao ano, adotando uma postura considerada dura para garantir que a inflação convirja para a meta de 3% ao ano. No entanto, diversos sinais da economia indicam que uma mudança de rota está próxima.
O relatório do banco suíço afirma que a economia brasileira indica desaceleração para o segundo semestre, impactada pela própria política monetária restritiva e pela fraqueza nas exportações depois do tarifaço dos EUA.
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Em paralelo, a inflação está arrefecendo — o IPCA de agosto registrou deflação de 0,11% — e as expectativas de inflação futura também melhoraram.
Diante deste quadro, crescem as chances de que o ciclo de cortes da Selic comece em janeiro, antecipando o movimento do mercado para começar a se posicionar desde já.
Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) já começou seus cortes. Em setembro, a instituição reduziu os juros em 0,25 ponto percentual, sinalizando que novos cortes devem ocorrer nas próximas reuniões.
A expectativa é de um corte total de 0,75 ponto percentual até o primeiro trimestre de 2026. Esse movimento tem um impacto direto nos investidores brasileiros, pois um juro mais baixo nos EUA tende a enfraquecer o dólar em relação a outras moedas, incluindo o real.
E um real mais forte ajuda a controlar a inflação de produtos importados no Brasil e dá mais espaço para o BC cortar a Selic.
Com base nesse panorama, o UBS revisou suas recomendações táticas para investimentos no Brasil. Veja como ficou a alocação recomendada:
• Ações: elevada de “neutro” para "atrativa".
O mercado brasileiro combina múltiplos atrativos — Ibovespa negociando com 17% de desconto em relação à sua média histórica, segundo o UBS —, alta rentabilidade sobre o patrimônio (16,6%) e a perspectiva de queda de juros.
Além disso, o relatório destaca que os fundamentos das empresas seguem sólidos, com expectativa de maiores lucros em 2026.
• Títulos pós-fixados: rebaixados de “atrativos” para "não atrativos".
Embora ainda ofereçam um bom rendimento, o UBS afirma que sua atratividade diminui à medida que o Banco Central se prepara para cortar a Selic.
Em um ambiente de maior apetite ao risco, essa classe de ativos tende a performar pior que as outras, diz o relatório.
• Títulos prefixados: elevados de “não atrativos” para "neutros".
Com a queda da inflação e das expectativas futuras, esses títulos estão performando bem e ainda apresentam uma taxa interessante, segundo o UBS. A visão do banco é de que eles devem ter um desempenho superior nos próximos meses.
• Títulos atrelados à inflação: mantidos como "atrativos".
A oferta de taxas reais de juros acima de 7,5% para os próximos dez anos é a maior oportunidade, segundo o banco. O relatório destaca a proteção contra a inflação que esses papéis oferecem, ao mesmo tempo em que garantem um rendimento elevado.
• Fundos Imobiliários e Hedge Funds: mantidos como "neutros".
O cenário externo favorável, impulsionado pela queda de juros nos EUA, é contrabalançado por riscos intrínsecos à natureza dos ativos, diz o relatório.
O banco define esses fundos como especulativos, destacando perigos como volatilidade, potencial de perda substancial de capital e baixa liquidez, o que justifica a cautela na alocação.
Outubro marca o início oficial do período de 12 meses que antecede as eleições gerais, quando serão escolhidos o novo presidente, 27 governadores, 54 senadores e 513 deputados.
O presidente Lula provavelmente concorrerá à reeleição, impulsionado por uma recuperação de popularidade, diz o relatório. Do outro lado, partidos da oposição aguardam o endosso do ex-presidente Jair Bolsonaro a um candidato.
As pesquisas atuais indicam uma disputa presidencial acirrada, com o resultado provavelmente sendo decidido apenas no final do processo. Para o mercado, o mais relevante é que já há uma expectativa crescente de mudança na política econômica, independentemente de quem vença as eleições.
Essa percepção, somada ao cenário global mais favorável, tem impulsionado a confiança e atraído capital estrangeiro para o Brasil.
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