🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Monique Lima

Monique Lima

Monique Lima é jornalista com atuação em renda fixa, finanças pessoais, investimentos e economia, com passagem por veículos como VOCÊ S/A, Forbes, InfoMoney e Suno Notícias. Formada em Jornalismo em 2020, atualmente, integra a equipe do Seu Dinheiro como repórter, produzindo conteúdos sobre renda fixa, crédito privado, Tesouro Direto, previdência privada e movimentos relevantes do mercado de capitais.

RISCO ATIVADO

UBS recomenda aumento da exposição a ações brasileiras e indica título de renda fixa queridinho dos gestores

Relatório destaca o fim do ciclo de aperto monetário nos EUA e no Brasil, com os próximos seis meses sendo decisivos para o mercado diante das eleições de 2026

Monique Lima
Monique Lima
1 de outubro de 2025
14:45 - atualizado às 14:31
Bandeira do Brasil, situação fiscal
Imagem: Canva Pro/Montagem Seu Dinheiro

Um novo cenário de investimentos começa a se desenhar para o Brasil. Em relatório, o banco UBS alterou sua alocação tática em ativos locais, sinalizando um momento de maior apetite ao risco.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O impulso vem das mudanças na política monetária tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, além das expectativas em torno do ciclo eleitoral que se inicia

Em outubro começa o período de 12 meses antes das eleições de 2026. Segundo o UBS, os próximos seis meses são decisivos, pois o mercado irá precificar os impactos dos cortes de juros e as possíveis alterações na política econômica após as eleições. 

Diante desse novo contexto, a mudança mais significativa na estratégia recomendada pelo banco é a elevação das ações para a classificação "atrativa", saindo de "neutra".  

Juros no Brasil: o impacto da queda na Selic 

Atualmente, o Banco Central do Brasil mantém a taxa Selic em 15% ao ano, adotando uma postura considerada dura para garantir que a inflação convirja para a meta de 3% ao ano. No entanto, diversos sinais da economia indicam que uma mudança de rota está próxima. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O relatório do banco suíço afirma que a economia brasileira indica desaceleração para o segundo semestre, impactada pela própria política monetária restritiva e pela fraqueza nas exportações depois do tarifaço dos EUA.  

Leia Também

Em paralelo, a inflação está arrefecendo — o IPCA de agosto registrou deflação de 0,11% — e as expectativas de inflação futura também melhoraram.  

Diante deste quadro, crescem as chances de que o ciclo de cortes da Selic comece em janeiro, antecipando o movimento do mercado para começar a se posicionar desde já. 

Menos juros nos EUA também ajuda 

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) já começou seus cortes. Em setembro, a instituição reduziu os juros em 0,25 ponto percentual, sinalizando que novos cortes devem ocorrer nas próximas reuniões.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa é de um corte total de 0,75 ponto percentual até o primeiro trimestre de 2026. Esse movimento tem um impacto direto nos investidores brasileiros, pois um juro mais baixo nos EUA tende a enfraquecer o dólar em relação a outras moedas, incluindo o real.  

E um real mais forte ajuda a controlar a inflação de produtos importados no Brasil e dá mais espaço para o BC cortar a Selic. 

Como investir neste novo cenário? 

Com base nesse panorama, o UBS revisou suas recomendações táticas para investimentos no Brasil. Veja como ficou a alocação recomendada: 

• Ações: elevada de “neutro” para "atrativa".  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado brasileiro combina múltiplos atrativos — Ibovespa negociando com 17% de desconto em relação à sua média histórica, segundo o UBS —, alta rentabilidade sobre o patrimônio (16,6%) e a perspectiva de queda de juros.  

Além disso, o relatório destaca que os fundamentos das empresas seguem sólidos, com expectativa de maiores lucros em 2026. 

• Títulos pós-fixados: rebaixados de “atrativos” para "não atrativos".  

Embora ainda ofereçam um bom rendimento, o UBS afirma que sua atratividade diminui à medida que o Banco Central se prepara para cortar a Selic.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em um ambiente de maior apetite ao risco, essa classe de ativos tende a performar pior que as outras, diz o relatório. 

• Títulos prefixados: elevados de “não atrativos” para "neutros".  

Com a queda da inflação e das expectativas futuras, esses títulos estão performando bem e ainda apresentam uma taxa interessante, segundo o UBS. A visão do banco é de que eles devem ter um desempenho superior nos próximos meses. 

• Títulos atrelados à inflação: mantidos como "atrativos".  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A oferta de taxas reais de juros acima de 7,5% para os próximos dez anos é a maior oportunidade, segundo o banco. O relatório destaca a proteção contra a inflação que esses papéis oferecem, ao mesmo tempo em que garantem um rendimento elevado. 

• Fundos Imobiliários e Hedge Funds: mantidos como "neutros".  

O cenário externo favorável, impulsionado pela queda de juros nos EUA, é contrabalançado por riscos intrínsecos à natureza dos ativos, diz o relatório.  

O banco define esses fundos como especulativos, destacando perigos como volatilidade, potencial de perda substancial de capital e baixa liquidez, o que justifica a cautela na alocação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eleições 2026: o cenário político no radar do mercado 

Outubro marca o início oficial do período de 12 meses que antecede as eleições gerais, quando serão escolhidos o novo presidente, 27 governadores, 54 senadores e 513 deputados.  

O presidente Lula provavelmente concorrerá à reeleição, impulsionado por uma recuperação de popularidade, diz o relatório. Do outro lado, partidos da oposição aguardam o endosso do ex-presidente Jair Bolsonaro a um candidato. 

As pesquisas atuais indicam uma disputa presidencial acirrada, com o resultado provavelmente sendo decidido apenas no final do processo. Para o mercado, o mais relevante é que já há uma expectativa crescente de mudança na política econômica, independentemente de quem vença as eleições.  

Essa percepção, somada ao cenário global mais favorável, tem impulsionado a confiança e atraído capital estrangeiro para o Brasil. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar