TIM (TIMS3) anuncia pagamento de mais de R$ 2 bilhões em dividendos; veja quem tem direito e quando a bolada cai na conta
Além dos proventos, empresa anunciou também grupamento, seguido de desdobramento das suas ações
A TIM (TIMS3) anunciou, na noite da última quinta-feira (27), uma verdadeira bolada em proventos. A companhia pagará R$ 2,05 bilhões em dividendos complementares, relativos ao exercício de 2024.
Os rendimentos serão pagos nos meses de abril, julho e outubro de 2025, sem correção monetária, e a data de corte para ter direito a recebê-los é 3 de abril de 2025.
Isso significa que o investidor pode optar por comprar os papéis até a data limite e receber a remuneração ou aguardar para adquiri-los em abril por um valor menor, mas sem o direito aos dividendos.
As ações da TIM passarão a ser negociadas ex-dividendos (sem direito aos proventos) a partir de 4 de abril.
Veja o cronograma de pagamento e quanto os acionistas irão receber em cada data:
| Data de pagamento | Valor por ação | Montante distribuído | |
|---|---|---|---|
| 1ª Parcela | 22/04/2025 | R$ 0,282254233 | R$ 683 milhões |
| 2ª Parcela | 23/07/2025 | R$ 0,282254233 | R$ 683 milhões |
| 3ª Parcela | 23/10/2025 | R$ 0,282667489 | R$ 684 milhões |
| Total | R$ 0,847175955 | R$ 2,05 bilhões |
Segundo Aviso aos Acionistas divulgado pela companhia ontem, o valor bruto por ação total aprovado na assembleia de acionistas foi acrescido em R$ 0,000279568 tendo em vista o aumento na quantidade de ações em tesouraria e, por consequência, a redução no número de ações com direito ao recebimento de dividendos.
Leia Também
"O valor bruto por ação ainda poderá ser modificado em razão de novas variações na quantidade de ações em tesouraria", diz o comunicado.
O pagamento dos proventos se dará por meio das corretoras, de conta-corrente indicada pelo acionista no Bradesco ou nas agências do Bradesco.
- E MAIS: Especialistas revelam os ativos mais promissores do mercado para investir ainda hoje; confira
Grupamento e desdobramento de ações da TIM
Também nesta quinta-feira, a TIM divulgou fato relevante informando a aprovação de uma operação de grupamento de ações, na proporção de 100 para 1, seguida de desdobramento, na proporção de 1 para 100.
A companhia informa que a operação não prevê alteração no valor do capital social, nem do seu número total de ações, e que também não afetará os ADRs (recibos de ações) negociados no mercado americano. Isto é, após a operação, os ADRs continuarão a ser negociados na proporção de 5 ações TIMS3 para 1 ADR.
Segundo a TIM, a operação de grupamento seguido de desdobramento tem os objetivos de aumentar a liquidez das ações, elevando a quantidade de papéis negociados; diminuir as despesas operacionais e administrativas resultantes da estrutura acionária atual; proporcionar maior eficiência na gestão da base acionária; proporcionar maior eficiência na distribuição de proventos; aumentar a eficiência dos sistemas de registro de ações escriturais e de custódia; e melhorar a prestação de informações aos acionistas.
"Entendemos que isso ocorrerá principalmente porque a maioria dos acionistas que atualmente possuem menos de 100 ações e serão afetados pelo grupamento, caso não ajustem sua posição dentro do prazo a ser informado, são considerados inativos e, muitas vezes, têm cadastro incompleto junto ao nosso banco escriturador.
Após a conclusão da operação, a Companhia estima que esse perfil de acionista será reduzido ou até eliminado, preservando o direito ao reembolso econômico proporcional à posição acionária que detinha na Companhia, mas melhorando a estrutura acionária da Companhia. Como a operação se dará na razão de 100 para 1, e, de 1 para 100, tanto o capital social quanto a quantidade de ações permanecerão inalteradas", explica o departamento de relações com investidores (RI) da empresa.
- Leia também: Dividendos e JCP: Magazine Luiza (MGLU3) e TIM (TIMS3) vão depositar mais de R$ 700 milhões na conta dos acionistas
A operação deve começar dentro dos próximos três meses e deverá ocorrer em um prazo de, no máximo, 30 dias.
Dentro deste período, os acionistas deverão organizar suas ações em lotes inteiros múltiplos de 100, pois as frações que restarem após o prazo da operação serão agrupadas em números inteiros e vendida em leilão na B3 em nome dos titulares das frações.
Os valores resultantes da venda dessas ações serão rateados e distribuídos proporcionalmente entre todos os titulares das frações.
*Matéria atualizada em 2 de abril de 2025 para acrescentar o posicionamento do RI da empresa.
Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas
Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking
Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel
