O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mudança na estrutura acionária estava em discussão desde o começo do ano; veja o que muda agora
A semana termina movimentada para os acionistas da Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo. A companhia anunciou ao mercado que não só vai pagar proventos na forma de juros sobre capital próprio (JCP) como também aprovou um grupamento seguido de desdobramento de ações.
Este já é o segundo anúncio de JCP da dona da Vivo em 2025. Em fevereiro, a empresa de telecomunicações havia anunciado a distribuição de R$ 180 milhões aos acionistas, resultando em um valor líquido de R$ 0,09429252266 por ação.
Agora, a Telefônica anunciou mais R$ 200 milhões. Após a cobrança de imposto de renda, que incide sobre esse tipo de provento, cada papel vai render um pagamento de R$ 0,10487087562 aos acionistas.
Terá direito à remuneração quem estiver na base acionária da empresa até o dia 24 de março de 2025. Ou seja, é preciso ter VIVT3 na carteira até o fim do pregão para receber os proventos. Após esta data, os papéis passam a ser negociados “ex-direitos” e passarão por ajustes na cotação.
Então o investidor pode optar por adquirir ações da dona da Vivo antes da data de corte e ter direito ao dinheiro, ou esperar e comprar os papéis por um preço inferior, mas sem poder receber os JCP.
O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2026, assim como o depósito dos proventos anunciado no mês passado.
Leia Também
Em discussão desde o começo do ano, a mudança da estrutura acionária da Telefônica Brasil também foi aprovada, conforme a empresa comunicou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A companhia fará um grupamento na proporção de 40 ações para 1, seguido de um desdobramento, onde 1 ação grupada passará a corresponder a 80 ações.
Não haverá alteração do valor do capital social da empresa, somente do número de ações, portanto as cotações de VIVT3 devem passar por mudança depois da operação, que será finalizada até o dia 14 de abril de 2025.
Até esse prazo, os atuais acionistas poderão se organizar para ajustar suas posições para múltiplos de 40 ações, caso desejem.
A partir de 15 de abril de 2025, as ações serão negociadas já com os novos números, ou seja, "ex-grupamento" e "ex-desdobramento".
A operação não mudará os direitos conferidos pelas ações, nem a quantidade de ADRs (American Depositary Receipts) negociados no mercado americano. No entanto, cada ADR vai passar a representar duas ações ordinárias.
Segundo o comunicado feito pela empresa, o objetivo do grupamento-desdobramento é “conferir maior liquidez às ações e, consequentemente, melhorar o processo de formação do seu preço, por meio do aumento da quantidade de ações em circulação efetivamente negociadas e ajuste na sua cotação”.
Além disso, a Telefônica quer reduzir os custos operacionais e administrativos decorrentes da atual configuração da base acionária; ter mais eficiência na gestão e na distribuição de proventos; e melhorar o atendimento aos acionistas.
Por volta das 10h30, VIVT3 sobe 1,1% na bolsa. No acumulado do ano, o papel tem valorização de quase 7%.
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar