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Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

PESSIMISMO NA BOLSA

Na onda das recompras de ações na B3, elas escolheram esperar: as empresas que ‘deram um tempo’ nos seus programas, segundo o Itaú BBA

Segundo o Itaú BBA, empresas do setor de transporte e bens de capital não têm feito novas recompras de ações, mesmo com programas em aberto

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
20 de janeiro de 2025
18:40 - atualizado às 17:52
Tupy (TUPY3)
No setor de transportes e bens de capital, a Tupy (TUPY3) é uma exceção, pois deu um gás nas suas recompras em dezembro. - Imagem: Divulgação

Em meio a um mercado pessimista com a perspectiva de juros mais altos e desaceleração econômica, as empresas brasileiras vêm sendo negociadas a valores descontados na B3, o que levou muitas delas a empreenderem programas de recompra de ações bilionários.

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No ano passado, as companhias não financeiras recompraram R$ 26 bilhões de seus próprios papéis em bolsa, e o BTG Pactual estima a tendência deve continuar neste ano. Se totalmente executados, os programas de recompra em aberto hoje somam R$ 64,5 bilhões, segundo o banco.

Programas de recompra de ações geralmente são vistos com bons olhos pelos investidores, pois significam que as pessoas que mais conhecem o negócio consideram seus papéis baratos e atrativos. As recompras também são uma forma de dar retorno ao acionista que permanece na base da companhia.

No entanto, algumas empresas com programas de recompra de ações em aberto parecem ter escolhido "esperar para ver" e deram um tempo nas aquisições de papéis, observa o Itaú BBA.

O banco analisou as recompras entre as empresas de sua cobertura em dois setores: o imobiliário e o de transportes e bens de capital.

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No setor imobiliário, "as condições macroeconômicas desafiadoras resultaram em valuations baratos – e as companhias concordam", dizem os analistas Daniel Gasparete, Luiz Capistrano, Mariangela Castro e Alejandro Fuchs.

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Eles acreditam que a força vendedora das ações do setor e a falta de gatilhos otimistas no curto prazo criaram uma assimetria nas avaliações das companhias.

"Por exemplo, Cyrela (CYRE3) negociando a 0,75 vez sua relação preço/valor patrimonial (P/VP) após entregar os melhores resultados operacionais da história da companhia", diz o relatório.

Assim, os analistas observam que as companhias incrementaram seus programas de recompra de ações, e a maioria deles não está nem perto de ser concluída. Destaque para a Multiplan (MULT3), que já recomprou 90 milhões de papéis (31% do seu free float atual).

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'Esperar para ver'

No setor de transportes e bens de capital, entretanto, o comportamento das empresas é um pouco diferente.

Segundo os analistas do Itaú BBA, a maioria das companhias sob sua cobertura – Vamos (VAMO3), Localiza (RENT3), Marcopolo (POMO4), Movida (MOVI3), JSL (JSLG3), Rumo (RAIL3) e Tupy (TUPY3) – tem evitado recomprar as próprias ações em meses recentes, mesmo em meio à performance fortemente negativa dos papéis, com um recuo médio de 30% na bolsa.

"Apesar dessas correções de preço, a maior parte das companhias parece ter adotado uma postura 'esperar para ver', embora elas mantenham programas de recompra ativos", diz o relatório.

A exceção, observam os analistas, é a Tupy (TUPY3), que deu um gás nas suas recompras no último mês de dezembro.

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"Nós mantemos nossa preferência por ações que demonstram tendências de curto prazo favoráveis e valuations atrativos, com Weg (WEGE3), Embraer (EMBR3) e Marcopolo (POMO4) como nossas top picks", concluem.

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