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DESTAQUES DA BOLSA

MRV (MRVE3): O que explica a disparada que fez a empresa ter a maior alta da semana no Ibovespa? Quem mais brilhou?

As ações da MRV terminaram semana com uma forte alta na bolsa de valores. Do outro lado, Vamos (VAMO3) teve a maior queda

P´redio da MRV

Envolta no ânimo sobre a faixa 4 do Minha Casa Minha Vida, a MRV (MRVE3) terminou a semana com o título de maior alta do Ibovespa. A ação da construtora encerrou o pregão da última sexta-feira (6) com uma valorização de 11,91% no acumulado da semana, negociada a R$ 5,90. 

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Em abril, o programa foi ampliado com a criação da faixa 4 e um aporte de R$ 30 bilhões — sendo R$ 15 bilhões do fundo social e R$ 15 bilhões da Caixa Econômica Federal. 

De acordo com estimativas do governo, a nova faixa  pode financiar até 120 mil novas unidades, o que abre grandes perspectivas de crescimento para empresas do setor de habitação de baixa renda.

Já na liderança da ponta negativa, ficaram os papéis da Vamos (VAMO3), em uma reviravolta desde a semana passada — quando as ações ocuparam justamente o primeiro lugar entre os ganhos. A queda foi de 8,85% na semana, com a ação a R$ 4,53. 

Veja a seguir as ações que mais subiram e as que mais caíram no Ibovespa esta semana.

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MRV, Metalúrgica Gerdau e mais: as maiores altas do Ibovespa

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
MRVE3MRV ON11,91%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PN10,29%
GGBR4Gerdau PN9,44%
PRIO3PRIO ON9,14%
YDUQ3Yduqs ON7,70%
SUZB3Suzano ON7,59%
CVCB3CVC ON7,17%
BRAV3Brava Energia ON3,97%
TIMS3Tim ON3,39%
IRBR3IRB Re ON3,32%

As ações da Metalúrgica Gerdau (GOAU4) e Gerdau (GGBR4) também registraram alta após o anúncio de Trump sobre o aumento das tarifas sobre aço e alumínio — de 25% para 50% —  com a medida entrando em vigor em 4 de junho. 

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A Gerdau, que possui uma parcela significativa de suas receitas provenientes dos Estados Unidos, foi beneficiada com a decisão. Vale destacar que os EUA são o maior importador de aço do mundo, excluindo a União Europeia, com 26,2 milhões de toneladas de aço importadas em 2024, segundo o Departamento de Comércio.

A elevação das tarifas foi bem recebida pelos produtores de alumínio dos EUA, que afirmaram que a medida ajudará a interromper uma “inundação” de importações.

As maiores quedas na semana:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
VAMO3Vamos ON-8,85%
HAPV3Hapvida ON-6,97%
SMTO3São Martinho-5,72%
BRKM5Braskem PN-5,54%
BBAS3Banco do Brasil ON-5,53%
VIVA3Vivara ON-5,27%
RDOR3Rede D’Or ON-5,13%
ISAE3Isa Energia ON-3,91%
MRFG3Marfrig ON-3,46%
SANB11Santander Brasil units-3,36%

O que mexeu com os mercados essa semana?

O Ibovespa, acumulou queda de 0,67% nos últimos cinco pregões e encerrou a sessão da sexta-feira (6) na marca dos 136 mil pontos. O dólar à vista terminou a semana cotado a R$ 5,56, com recuo de 2,62% em relação ao real. No mês, a moeda americana apresentou valorização de 0,76%.

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No cenário doméstico, as discussões sobre as mudanças no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) continuaram a dominar a pauta. 

Na terça-feira (4), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que não seriam anunciadas medidas antes de uma reunião com lideranças partidárias do Congresso Nacional, agendada para o domingo (8). 

A expectativa é de que um acordo entre o Congresso e o governo seja fechado ainda neste fim de semana.

Apesar de estar em viagem à França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve sua popularidade em foco entre os investidores. 

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A pesquisa Genial/Quaest revelou que a desaprovação do governo subiu de 56% para 57% em abril, enquanto o levantamento do Poder Data indicou que 56% da população reprova Lula, ante 53% em março.

Nos Estados Unidos, os dados do mercado de trabalho movimentaram os mercados. O relatório oficial de empregos (payroll) apontou a criação de 139 mil vagas em maio, desacelerando em relação a abril, mas superando as expectativas. A taxa de desemprego permaneceu em 4,2% pelo terceiro mês consecutivo.

Os dados econômicos, melhores do que o esperado, afastaram os temores de desaceleração da maior economia do mundo e também elevaram as expectativas de que o Federal Reserve não deve promover cortes mais agressivos nos juros até o final do ano.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a criticar a postura do Fed, afirmando que o Banco Central (BC) deveria reduzir a taxa de juros em 1 ponto percentual. Atualmente, a taxa básica está no intervalo de 4,25% a 4,50% ao ano.

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Trump também se envolveu em uma troca de farpas com o bilionário e ex-integrante do governo, Elon Musk. O presidente disse estar “muito decepcionado” com Musk, que rebateu afirmando que “sem mim, Trump teria perdido a eleição”, em uma publicação no X. 

A troca de provocações se intensificou após Trump chamar Musk de “louco” e insinuar que poderia cortar os contratos governamentais das empresas do bilionário.

O confronto entre os dois acabou ofuscando o possível "bom humor" dos investidores com o avanço das negociações entre os Estados Unidos e a China. 

Trump e Xi Jinping conversaram por telefone na manhã da última quinta-feira (5), e, segundo o presidente dos EUA, o diálogo entre as duas potências continua avançando.

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Três das principais autoridades do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reunirão com autoridades chinesas em Londres na próxima segunda-feira (9) para discussões com o objetivo de resolver uma disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo que tem agitado os mercados globais.

O secretário do Tesouro, Scott Bessent, o secretário de Comércio, Howard Lutnick, e o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, representarão o país nas negociações, anunciou Trump em uma publicação na plataforma Truth Social, sem fornecer mais detalhes.

Com informações do Money Times

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