O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sinalização do governo Trump de que a guerra tarifária entre EUA e China pode estar perto de uma trégua ajudou na retomada do apetite por ativos mais arriscados
Dizem que uma boa conversa é capaz de resolver problemas — e até uma guerra. A notícia de que a troca de tarifas entre China e EUA pode estar perto do fim deu um ânimo aos investidores nesta terça-feira (22), levando a bolsa de Nova York às alturas e o Ibovespa também.
O portador da boa notícia foi o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent. O homem forte do governo Trump disse a um grupo de investidores mais cedo que "haverá uma redução" na guerra comercial com a China.
"Ninguém acha que o status quo atual seja sustentável", disse ele durante uma reunião com investidores promovida pelo JPMorgan Chase, segundo uma pessoa presente.
A notícia foi o suficiente para fazer a bolsa de Nova York disparar e ser acompanhada de perto pelo Ibovespa. O principal índice da bolsa brasileira voltou só hoje do feriado prolongado e já garantiu ganhos nesse retorno.
No pico do pregão, o Dow Jones subiu mais de 1.000 pontos, pagando uma parte das fortes perdas da sessão anterior, dominada pela tensão entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.
Ao final do dia, o Dow terminou com alta de 2,66%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq avançaram 2,51% e 2,71%, respectivamente.
Leia Também
Por aqui, o Ibovespa renovou máxima intradia para fechar com ganhos de 0,63%, aos 130.464,38 pontos. No mercado de câmbio, o dólar à vista seguiu na contramão, com queda de 1,31%, a R$ 5,7284, depois de tocar o piso da sessão (R$ 5,7184).
A escalada da guerra comercial liderada pelos EUA derrubou a bolsa não só em Nova York mais ao redor do mundo nas últimas semanas.
O ápice das perdas veio na esteira do dia 2 de abril, quando Trump apresentou uma série de tarifas sobre produtos importados de diversos países — o S&P 500 caiu mais de 10%.
A cereja do bolo veio no final da semana passada, quando investidores ficaram ainda mais inseguros depois que Trump publicou no Truth Social que a economia desaceleraria se o Fed não cortasse os juros.
Na última de várias postagens recentes, o republicano chamou Powell de "Sr. Atrasado" e de "grande perdedor".
Trump também chegou a insinuar que poderia demitir Powell, uma medida sem precedentes que o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, disse que a equipe do presidente estava estudando.
Powell afirmou que não pode ser demitido por lei e pretende permanecer no cargo até o final do mandato, em maio de 2026.
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas