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Com dívida líquida de R$ 1,8 bi, a Pague Menos busca reforço de capital para endereçar a maior preocupação do mercado sobre a empresa
A Pague Menos (PGMN3) vinha ganhando a atenção do mercado com a melhora dos resultados nos últimos trimestres, mas uma coisa ainda incomodava: o endividamento da rede de farmácias. Para endereçar o problema, a companhia anunciou uma oferta pública que inclui tanto a emissão primária quanto a venda secundária de ações, envolvendo, inicialmente, 69.565.218 papéis ordinários.
De acordo com o fato relevante enviado ao mercado nesta segunda-feira (22), no caso da oferta primária, a princípio, serão 40 milhões ações emitidas pela Pague Menos. Já na secundária, os fundos de investimentos da General Atlantic devem vender inicialmente 29,5 milhões de ações.
O valor total da oferta deve ficar entre aproximadamente R$ 251 milhões e R$ 325 milhões, tendo como referência o fechamento de R$ 3,61 por ação na sexta-feira (19).
No pregão de hoje, as ações da Pague Menos avançavam 0,28%, a R$ 3,62, por volta das 14h31.
O montante da oferta pode variar porque há a possibilidade de ampliar a quantidade de ações — com até 10 milhões de novos papéis emitidos e outros 10,4 milhões ofertados na colocação secundária — para atender a um eventual excesso de demanda e auxiliar na estabilização do preço.
Os recursos vindos da oferta primária serão totalmente destinados para o reforço do capital de giro da Pague Menos. No caso da oferta secundária, o dinheiro não vai para o bolso da companhia, mas, sim, para os acionistas vendedores das ações.
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De acordo com as condições anunciadas pela companhia, devem entrar no caixa entre R$ 144 milhões e R$ 180 milhões, a depender da demanda pela oferta.
A operação também prevê duas etapas voltadas aos atuais acionistas da rede. A primeira é o direito de prioridade, que garante a cada investidor a possibilidade de adquirir novas ações primárias na mesma proporção da sua participação. Além disso, foram definidos períodos de corte, que estabelecem quais acionistas terão direito a exercer essa prioridade.
Os acionistas que optarem por não participar da oferta prioritária ou que não exercerem seu direito de prioridade sofrerão diluição societária após a conclusão da oferta.
A operação será coordenada pelo Itaú BBA, com o BTG Pactual como agente estabilizador e o Bradesco BBI entre os coordenadores. Ela será destinada exclusivamente a investidores profissionais, com esforços de colocação no exterior.
Antes do anúncio oficial, a companhia já havia informado ao mercado, em 15 de setembro, que estava avaliando a oferta pública.
À época, o JP Morgan ressaltou que não seria uma surpresa, visto que a empresa tem um alto nível de endividamento, que segue sendo um entrave à geração de fluxo de caixa livre (FCF) e à aceleração da abertura de lojas, mesmo após as melhorias significativas nos resultados operacionais decorrentes da integração da Extrafarma, adquirida em 2021, e da recuperação geral.
No entanto, para o banco, a operação não seria transformacional para a Pague Menos. A recomendação para as ações é “underweight”. Ou seja, o esperado é que os papéis performem abaixo da média, o que equivale a uma recomendação de venda.
Cabe lembrar que a rede de farmácias encerrou o segundo trimestre de 2025 com uma dívida líquida de R$ 1,8 bilhão e alavancagem de 2,6 vezes a relação entre a dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).
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