O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alta de 200% no ano, sensibilidade aos juros e foco em rentabilidade colocam a Movida (MOVI3) no radar, como aposta agressiva para capturar o início do ciclo de cortes da Selic
A ação da Movida (MOVI3) mais do que triplicou de valor na bolsa neste ano, mas o fôlego pode não ter acabado. Segundo o Itaú BBA, a companhia se destaca como um dos maiores beta dentro da cobertura do banco.
Na prática, isso significa uma aposta mais agressiva: o papel tende a amplificar os movimentos do mercado, com potencial para acelerar ainda mais em um cenário favorável — ou sofrer correções mais intensas se o vento virar.
O preço-alvo do Itaú BBA para as ações é de R$ 15,50, o que representa uma valorização potencial de 45,9% em relação ao fechamento da última terça-feira (16).
No contexto otimista, o Itaú BBA avalia que a Movida é um dos papéis mais promissores para capturar o início do ciclo de corte de juros, esperado para o ano que vem. Isso porque cerca de 80% da dívida está atrelada à taxa básica de juros.
Com uma alavancagem de 2,7 vezes dívida líquida sobre Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), a companhia carrega R$ 15,5 bilhões em endividamento.
Com cerca de 80% da dívida atrelada à Selic, cada redução de 1 ponto percentual na taxa básica pode adicionar aproximadamente R$ 100 milhões ao lucro líquido da companhia.
Leia Também
“Esse valor representa 33% da nossa projeção de lucro para 2025 e 21% da estimativa para 2026 (além de cerca de 3% do valor de mercado atual da companhia)”, escreve o time de análise em relatório.
Outro ponto que o banco ressalta é que a Movida tem feito esforços para evitar um aumento na alavancagem, com o guidance para 2026 apontando para uma dívida que fique entre 2,6 e 2,8 vezes o Ebitda.
Segundo o relatório, a empresa está focada em aumentar a rentabilidade do negócio e não em crescer em tamanho. Na prática, isso significa extrair mais retorno da frota atual, elevando a diferença entre o que a companhia ganha com cada carro e o custo do capital investido.
Para tal, a estratégia passa por reajustar tarifas tanto no aluguel de curto prazo (RAC) quanto no de longo prazo e gestão de frotas (GTF), em vez de ampliar a quantidade de veículos.
No RAC, parte desse ganho de preços deve vir de um maior peso de contratos de curta duração, que tendem a ser mais rentáveis. Com essa mudança no mix, a expectativa é de crescimento das tarifas que pode ir de um dígito alto até a casa dos dois dígitos baixos ao longo de 2026.
No entanto, alguns investidores veem nesse movimento um risco maior de reação da concorrência, já que o segmento de curto prazo costuma ser mais disputado.
Na avaliação do Itaú BBA, porém, esse risco não é imediato. Se houver uma postura mais agressiva dos rivais, deve aparecer apenas no segundo semestre de 2026, quando os juros já estiverem mais baixos.
Ainda assim, o banco entende que, nesse momento, o ciclo de queda dos juros e o ambiente macroeconômico devem ter impacto mais relevante sobre o desempenho da Movida do que uma eventual disputa entre volumes e preços no aluguel de carros.
Na frente de Seminovos, a companhia tem mantido uma rentabilidade estável, de acordo com o time de análise do banco.
“Isso se deve a dois fatores principais: o primeiro é fluxo recorrente de notícias positivas a partir dos dados da Fipe, indicando uma tendência melhor do que o esperado para os preços de carros novos e de seminovos; e segundo é a 75 mil veículos nos primeiros nove meses de 2025 com projeção de que 95 mil sejam vendidos ao fim do ano”, diz o relatório.
Ainda assim, o mercado se preocupa com a possibilidade de alguma deterioração, especialmente ligada a uma pressão de preços vinda das montadoras chinesas.
“Por isso, incorporamos de forma conservadora ao nosso modelo um aumento de cerca de 12% na depreciação por carro”, dizem os analistas.
“Sob uma leitura mais equilibrada, vemos a Movida negociando a 7,7 vezes preço sobre lucro (P/L) em 2026 e a 5,1 vezes em 2027, o que implica um desconto de cerca de 40% em relação à Localiza (RENT3) em ambos os anos”, escreve o banco.
Por isso, o BBA revisou as estimativas para a ação, elevando em12% as projeções para o lucro líquido em 2026, um salto de 55% em relação à estimativa anterior.
“Consideramos nossos números relativamente conservadores, refletindo principalmente um aumento de 10% no Ebitda da companhia em 2026 (R$ 542 milhões), sustentado por tarifas mais elevadas”, dizem os analistas.
A companhia também anunciou que, em breve, pretende estruturar um aumento de capital privado de tamanho suficiente para elevar o pagamento líquido de dividendos a 25%, movimento que já foi incorporado às projeções do banco. Assim, o yield implícito, segundo os analistas, fica em 2% líquido do aumento de capital.
No entanto, as ações da Movida não são as queridinhas do banco no setor, apesar da expectativa de uma contínua valorização.
No relatório, os analisas afirmam que Embraer (EMBR3), WEG (WEGE3) e GPS (GGPS3) seguem como as principais escolhas, enquanto EcoRodovias (ECOR3) e Localiza (RENT3) permanecem como as alternativas preferidas de beta.
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA