O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 18 de dezembro, a partir de 2.012 entrevistas com brasileiros, e divulgada neste domingo (7)
Um ano depois do ataque às sedes dos Três Poderes, as memórias do dia 8 de janeiro ainda são recentes na cabeça dos brasileiros.
Alvo de investigações, estudos e até documentários, os invasões de 8 de janeiro são desaprovadas por 86% dos brasileiros, segundo a pesquisa da Genial/Quaest divulgada neste domingo (7). Ou seja, 9 a cada dez brasileiros condenam o ato.
De acordo com a apuração, a atitude de terrorismo em Brasília é rejeitada majoritariamente em todas as grandes regiões do país, por pessoas de diferentes níveis de escolaridade e renda familiar, tanto por eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apesar do índice alto, a desaprovação é menor do que o levantamento realizado em fevereiro do ano passado, de 94%.
Esse recuo foi observado em todas as regiões do país. No Nordeste, a reprovação às invasões caíram de 95% para 91%; no Sudeste, de 93% para 89%; no Sul, de 96% para 87% e nas regiões Centro-Oeste e Norte, de 93% para 90%.
Em consequência, o percentual de aprovação aos ataques de 8 de janeiro aumentou de 4%, em fevereiro de 2023, para 6% em dezembro do mesmo ano.
Leia Também
A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 18 de dezembro, a partir de 2.012 entrevistas com brasileiros de com 16 anos de idade ou mais em 120 municípios. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou menos, com nível de confiança de 95%.
Passado um ano, a influência do ex-presidente Jair Bolsonaro na invasão ainda divide opiniões entre os brasileiros.
De acordo com a recente pesquisa da Genial/Quaest, 47% acreditam que ele apoiou e 43% pensam que não. 10% não sabem ou não responderam.
No destaque regional, apenas a região Centro-Oeste e Norte aumentou o percentual, de 43% para 50%, dos brasileiros que afirmam que o ex-presidente tem relação com os ataques de 8 de janeiro.
Confira o desempenho de cada região:
Por outro lado, 51% dos brasileiros entrevistados acham que os participantes das invasões são radicais e não representam os eleitores de Bolsonaro.
Esse percentual é um leve aumento na comparação com o último levantamento realizado em fevereiro do ano passado, quando 49% afirmaram que os invasores eram radicais — mas que pode ser considerado um empate técnico em razão da margem de erro de 2,2 p.p.
Por fim, a pesquisa apontou que a invasão ao Capitólio se tornou um tema partidário.
No Brasil, mesmo que os ataques tenham sido inspirados no movimento nos Estados Unidos, a invasão de 8 de janeiro não é um assunto que deve partidarizar.
Na visão do diretor da Quaest, Felipe Nunes, “é imperativo que esse debate não seja contaminado por cores partidárias, já que se trata de um problema do Estado brasileiro. É a defesa das regras, da Constituição e da própria democracia que estão em jogo neste caso.
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes