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ELEIÇÕES 2026

Empate técnico: Lula tem 47% contra 44% de Flávio Bolsonaro no 2º turno, aponta BTG/Nexus

A pesquisa BTG/Nexus desta semana revela um empate técnico no 2º turno, além de avaliar a rejeição aos candidatos e a opinião sobre o governo do atual presidente

Técnicos do TRE-DF realizam a conferência e a lacração de urnas eletrônicas para o 1º turno das Eleições 2022
Urna eletrônica - Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A eleição presidencial deste ano continua acirrada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem tecnicamente empatados, no limite da margem de erro, em um eventual 2º turno da eleição presidencial. É o que diz a pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 13.

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De acordo com o levantamento, Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 44% na disputa entre os dois candidatos, mesmos percentuais da última pesquisa, de 29 de junho. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

O presidente também venceria o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) por 47% a 40%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 2%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula também registra 47% e o ex-governador de Goiás, 38%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 2%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 49% a 35%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 14%. Eleitores que não sabem são 2%.

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A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 10 a 12 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07981/2026.

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Primeiro turno

A vantagem do presidente Lula em relação ao filho do ex-presidente nas intenções de voto no 1º turno para a Presidência da República caiu para 6 pontos percentuais. O petista registrou 40% ante 34% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No último levantamento, divulgado em 29 de junho, Lula tinha 8 pontos percentuais (p.p) de vantagem em relação a Flávio: 42% a 34%.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) e do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registram 4%, cada.

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (DC) tem 2%, mesmo porcentual de Augusto Cury (Avante). O deputado federal Aécio Neves (PSDB) alcança 1%, enquanto Cabo Daciolo (Mobiliza) não pontuou. Brancos, nulos ou nenhum somam 6%. Eleitores que não sabem são 3%.

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Decisão de voto

Entre os eleitores que já escolheram um candidato à Presidência, 70% afirmam que seu voto está decidido e não deve mudar até outubro. Outros 29% dizem que ainda podem mudar de candidato, enquanto 1% não souberam responder.

Motivação do voto

O levantamento também investigou o que motiva a escolha dos eleitores no principal cenário de segundo turno, entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Entre os entrevistados que declaram voto no atual presidente, 75% afirmam que o apoiam por considerá-lo o melhor candidato para governar o país, enquanto 19% dizem votar nele principalmente para impedir a eleição do senador e 6% não sabem ou não responderam.

Já entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 62% afirmam que o parlamentar é o candidato mais preparado para governar, ao passo que 32% declaram que o principal motivo do voto é derrotar Lula e 6% não sabem ou não responderam.

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Avaliação do governo

A pesquisa também mostra que 41% dos eleitores consideram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ruim ou péssimo, uma variação, dentro da margem de erro, de um ponto porcentual a menos que o levantamento divulgado em 29 de junho.

Os eleitores que avaliam o governo como ótimo ou bom são 35%, enquanto aqueles que consideram regular são 24%. Não sabem ou não responderam somam 1%.

O instituto também perguntou sobre a aprovação do governo Lula. Segundo a pesquisa, 47% aprovam a gestão petista, mesmo porcentual dos que desaprovam. Os que disseram não saber ou que não responderam somam 6%.

Rejeição

A rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa à Presidência da República está em 50%. No último levantamento, de 29 de junho, eram 51% os eleitores que afirmavam que não votariam de jeito nenhum no parlamentar. A oscilação está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 p.p.

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Apesar disso, neste quesito, Flávio está atrás apenas do deputado federal Aécio Neves (PSDB), rejeitado por 61% dos entrevistados.

O presidente Lula, para efeito de comparação, é rejeitado por 46% dos entrevistados - queda de 3 pontos percentuais (p.p.) em relação ao último levantamento — enquanto 36% dizem que ele é o único em que votariam e 16%, que poderiam votar nele.

Cabo Daciolo (Mobiliza) é rejeitado por 44% e Augusto Cury (Avante), à frente do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registra 36%.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), o ativista Renan Santos (Missão) e o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (DC) têm 33% de rejeição, cada. Augusto Cury (Avante) alcança 30%.

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Com Estadão Conteúdo e Money Times

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