O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O ex-presidente dos EUA entrou com recursos na justiça para pedir para reduzir o valor que deve ou mesmo anulá-lo; especialistas não descartam a falência do republicano
O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, não é mais ficha limpa faz tempo. Há quase um ano, em abril de 2023, o republicano foi alvo de acusações criminais por falsificação de registros em conexão com um esquema que direcionou pagamentos de suborno a duas mulheres antes da eleição de 2016. O caso sujou a ficha do ex-comandante da Casa Branca.
Trump também está envolvido até o pescoço em outros casos: ele é alvo de dezenas de acusações criminais — e, nesta segunda-feira (25), mais uma vez, o republicano está em maus lençóis com a justiça.
O ex-presidente dos EUA precisaria pagar uma multa de mais de US$ 454 milhões referentes à decisão do juiz Arthur Engoron sobre fraude civil, proferida em fevereiro.
O valor da multa fica ainda mais salgado e sobe para US$ 463,9 milhões caso seja incluído o dinheiro devido pelos filhos, Eric e Donald Jr., a Organização Trump e os juros acumulados desde a data da decisão.
Só que o republicano conseguiu há pouco uma vitória nos tribunais. A justiça aceitou baixar o valor da multa para US$ 174 milhões — ele ainda pode recorrer para anular de ver a penalidade, mas se perder, terá que pagar o valor integral de quase US$ 500 milhões.
Dessa vez, Trump não corre o risco de ser preso — pelo menos não por enquanto. Mas a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, deve entrar em um labirinto jurídico para fazer com que Trump pague o que deve.
Leia Também
Isso porque, caso o republicano não pague a multa no prazo, James e sua equipe terão uma nova batalha pela frente: o confisco de bens do ex-presidente.
Prédios, casas, carros, helicópteros e o avião de Trump estão em jogo. O foco principal tende a ser as contas bancárias, que os especialistas dizem que são mais fáceis de controlar do que as propriedades.
"Vamos pedir o confisco de bens caso Trump não pague o que foi estabelecido pela justiça", disse James no momento em que o republicano entrava no tribunal em Nova York.
Ainda não está claro qual será o próximo passo da equipe de advogados de Trump: pagar o valor revisado hoje ou pedir a suspensão
Isso porque se ele pedir falência, a sentença é automaticamente suspensa — mas essa é uma opção que o ex-presidente norte-americano reluta em considerar.
Até porque ele tem o dinheiro. Recentemente, Trump postou em sua rede social que tem quase US$ 500 milhões em dinheiro — montante que pretendia usar em sua campanha e disse que James “quer tirar isso dele”.
“ATRAVÉS DE TRABALHO DURO, TALENTO E SORTE, TENHO ATUALMENTE QUASE QUINHENTOS MILHÕES DE DÓLARES EM DINHEIRO, UM VALOR SUBSTANCIAL DO QUE PRETENDI USAR NA MINHA CAMPANHA PARA PRESIDENTE. O JUIZ CORRUPTO DO CASO, DO QUAL NÃO FIZ NADA DE ERRADO, SABIA DISSO, E QUER TIRAR ISSO DE MIM”, postou Trump em letras maiúsculas.
Não faz muito tempo que Trump também teve que garantir uma fiança de quase US$ 92 milhões para cumprir a sentença contra ele no caso de difamação de E. Jean Carroll enquanto apela.
*Com informações da CNN Internacional
Com orçamento aprovado e foco no superávit, governo argentino recebe sinal verde do Fundo; entenda como a economia vizinha está mudando (para melhor)
Gestor colocou as economias em desenvolvimento no radar dos investidores globais em um momento em que “mercados emergentes” não era nem um conceito ainda
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”