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O atual presidente ainda não desistiu da eleição de 5 de novembro, mas membros de seu partido se preparam para um possível troca de candidatos
Os próximos dias são decisivos para manter a campanha democrata viva na disputa pela Casa Branca, marcada para 5 de novembro. E quem diz isso é o próprio presidente dos EUA, Joe Biden, que tenta a reeleição, mas esbarra no desempenho desastroso do primeiro debate contra Donald Trump.
De um lado, Biden segue empenhado em lutar para seguir no cargo, mas entende que precisa se sair bem nas próximas aparições públicas. De outro, o Partido Democrata mexe os pauzinhos nos bastidores para encontrar um substituto — e parece que já encontrou.
De acordo com fontes da campanha de Biden, da Casa Branca e do Comitê Nacional Democrata, a vice-presidente Kamala Harris é a principal alternativa para substituir Biden caso ele decida desistir.
Alguns democratas influentes apresentaram alternativas além de Harris, incluindo membros populares do gabinete e governadores democratas como Gavin Newsom, da Califórnia; Gretchen Whitmer, do Michigan; e Josh Shapiro, da Pensilvânia.
Se for nomeada a candidata do partido, Harris assumirá o controle do dinheiro arrecadado e herda a infraestrutura de campanha de Biden.
Ela também tem o maior reconhecimento de nome entre todas as alternativas e a maior votação entre os democratas que poderiam ser seriamente considerados candidatos, de acordo com as fontes.
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Em uma pesquisa Reuters/Ipsos publicada na terça-feira (2), Harris estava um ponto percentual atrás de Trump, com 42% a 43%, uma diferença dentro da margem de erro de 3,5 pontos percentuais da pesquisa, um resultado estatisticamente tão forte quanto o de Biden.
Além disso, o deputado Jim Clyburn — que foi fundamental para a vitória de Biden em 2020 — disse à MSNBC que apoiaria Harris para ser a candidata democrata se Biden se afastasse.
Harris ainda tem outro ponto forte: vários estrategistas democratas acreditam, por exemplo, que trocar a primeira vice-presidente preta por outro candidato levaria a uma reação negativa dos eleitores pretos e das mulheres, que são fundamentais para qualquer vitória democrata.
"Ela apela aos segmentos onde a coligação de Biden está com maior dificuldade", disse o analista político John King na transmissão da CNN, a televisão norte-americana que moderou o encontro. "É um ativo que devia ter sido alavancado desde o primeiro dia", acrescentou.
Harris, no entanto, ainda enfrenta ventos contrários. Alguns democratas influentes têm pouca fé de que ela possa derrotar Trump.
Ainda no ano passado, muitos dentro da Casa Branca e da campanha de Biden temiam, em particular, que ela fosse um risco para a campanha.
Os índices de aprovação de Harris oscilam abaixo dos 40%, de acordo com pesquisas recentes, embora ela e Biden tenham probabilidades semelhantes de derrotar Trump.
A vice-presidente também tem sido alvo consistente dos meios de comunicação republicanos e conservadores em ataques que muitos aliados consideram sexistas e racistas.
Assim como Biden, Harris também não escapou de inúmeras gafes que deixam dúvida sobre uma possível nomeação democrata.
Além de seus discursos questionáveis, Harris provoca desaprovação por seus maneirismos — rindo enquanto compartilhava pensamentos durante coletivas de imprensa e outras aparições públicas.
Um exemplo desses aconteceu quando ela foi considerada insensível depois de rir ao ser questionada sobre se os EUA aceitariam refugiados da Ucrânia devastada pela guerra.
Os discursos dela também são criticados pelo excesso de repetição, como quando ela falou mais de quatro vezes sobre fornecer internet de alta velocidade à Louisiana.
Os usuários do X não perdoaram. “Você poderia pensar que agora ela teria um assessor para dizer: 'Talvez não devêssemos repetir a mesma palavra cinco vezes na mesma frase'”, disse deles, zombando do discurso.
Harris também já trocou o número de vítimas fatais da covid-19 nos EUA e é conhecida por confusões em respostas durante coletivas.
*Com informações da Reuters
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