O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa de mídia do ex-presidente norte-americano teve uma estreia meteórica na semana passada, mas parece que o jogo virou; entenda o que aconteceu hoje
Já dizia o ditado: dinheiro que vem fácil, vai fácil — mas Donald Trump não esperava que, no caso dele, fosse rápido. Se o ex-presidente dos EUA precisou de menos de 30 minutos para ver sua fortuna subir em US$ 3 bilhões, nesta segunda-feira (1) em questão de horas o republicano ficou US$ 1 bilhão menos rico.
A perda bilionária veio na esteira da queda das ações da Trump Media, que chegaram a despencar 25% na Nasdaq depois de uma estreia de tirar o fôlego na semana passada.
Os papéis caíram depois que um documento regulatório foi atualizado na manhã de hoje e mostrou a empresa sofrendo pesadas perdas e enfrentando “riscos maiores” associados aos laços do ex-presidente com a plataforma.
As ações DJT encerraram o pregão de hoje com queda de 21,47%, cotadas a US$ 48,66 — o que avalia a companhia em US$ 5,5 bilhões.
O documento mostra que em 2022, a Trump Media teve um lucro líquido de US$ 50,5 milhões e uma receita total de apenas US$ 1,47 milhão.
A empresa encerrou 2023 com apenas US$ 2,7 milhões em dinheiro em mãos, ainda de acordo com o documento.
Leia Também
A empresa alertou que espera que as perdas continuem em meio a mais desafios de lucratividade. “A TMTG espera incorrer em perdas operacionais no futuro próximo”, diz o documento.
O documento também alerta os acionistas que o envolvimento de Trump na empresa pode colocá-la em maior risco do que outras empresas de mídia social.
A TMTG também divulgou aos reguladores que a empresa identificou “fraquezas materiais no controle interno sobre os relatórios financeiros” quando preparou uma demonstração financeira anterior para os primeiros três trimestres de 2023.
Na segunda-feira, a Trump Media disse que essas “fraquezas materiais identificadas continuam a existir”.
A Trump Media que estreou em Nova York na terça-feira passada (26) com o ticker DJT.
A euforia dos investidores com o papel foi tamanha que forçou a interrupção das negociações em meio ao aumento da volatilidade — mais de 6,5 milhões de ações da Trump Media mudaram de mãos em um período de dez minutos.
No meio da tarde, a Trump Media alcançou uma avaliação de mercado de pelo menos US$ 8,4 bilhões em ações não diluídas. Os papéis acabaram encerrando o dia com uma alta menor, de 16,10%, a US$ 57,59.
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora