O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Recentemente, o magnata conhecido como Lobo de Cashmere perdeu US$ 56 bilhões com com a queda das ações do grupo francês LVMH
O ano de 2024 tem sido de fortes emoções para o ‘Lobo de Cashmere’ Bernard Arnault, dono do grupo francês LVMH, que reúne marcas como Dior e Louis Vuitton.
Depois de perder US$ 56 bilhões com as ações da LVMH e cair para a 5ª posição na lista de bilionários da Forbes, o magnata já recuperou parte da fortuna em poucos dias.
A reviravolta no patrimônio de Arnault foi causada em grande parte pelo pacote de estímulos anunciado pelo governo chinês para tentar salvar o setor imobiliário e a economia do país.
A ajuda da China animou os mercados globais, com as bolsas de lá e de Hong Kong a caminho de registrar os melhores desempenhos semanais em 16 anos.
Já as ações da LVMH subiram quase 10% em Paris na quinta-feira (26), na expectativa de que a recuperação da economia chinesa aumente a demanda no mercado de luxo.
Com isso, o patrimônio de um dos homens mais ricos do mundo saltou US$ 17 bilhões em um único dia, chegando a US$ 201 bilhões, segundo o ranking da Bloomberg.
Leia Também
Vale destacar que a fortuna de Arnault havia encolhido US$ 56 milhões com as ações da LVMH. Nos últimos seis meses, os papéis da companhia desvalorizaram 25%.
A performance negativa respingou diretamente no patrimônio de um dos homens mais influentes do mercado.
O mau momento na companhia LVMH reflete a crise no mercado de luxo global. O grupo francês registrou uma queda nas receitas no primeiro semestre de 2024, principalmente nas iniciativas de vinhos e destilados.
Mas o império de Bernard Arnault não é o único a sofrer pressão nesse setor. Em março deste ano, o conglomerado francês Kering, dono de marcas como Gucci, Balenciaga e Yves Saint Laurent, já havia alertado o mercado sobre a possibilidade de as vendas de itens luxuosos encolherem. Desde janeiro, os papéis do grupo já despencaram 41%.
Antes de ver parte de seu império desmoronar com a queda das ações da LVMH, Arnault já ocupou o lugar de homem mais rico do mundo, posição na qual esteve pela primeira vez em 2023.
À época, segundo o ranking da Forbes, o bilionário tinha uma fortuna estimada em US$ 211 bilhões e ultrapassou Elon Musk, fundador da Tesla, e Jeff Bezos, fundador da Amazon.
Em março deste ano, Arnault tinha um patrimônio líquido estimado em US$ 231 bilhões (R$ 1,26 trilhão) e estava no topo dos super-ricos.
Recentemente, ele deixou o topo da lista de mais ricos do mundo e caiu para a 4ª posição no ranking da Forbes, atrás de Larry Ellison, Jeff Bezos e Elon Musk, o atual mais rico do mundo.
Já no ranking da Bloomberg, Arnault está atrás de Mark Zuckerberg, CEO da Meta, Bezos e Musk.
*Com informações da CNN, Bloomberg e Forbes
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília
A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA
Relatório da Oxfam mostra que bilionários acumularam US$ 2,5 trilhões em um único ano, enquanto pobreza estagna e fome avança
Até então, o Inter operava nos EUA por meio da subsidiária Inter Payments e pela Inter US Holdings; BTG e Nubank também miraram o mercado norte-americano
Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia
Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança
O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade
Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote
Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global
A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global