O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O chamado Cybercar está nos planos do bilionário há anos; nesta quinta-feira (10), ele deve apresentar as principais ideias e a tecnologia por trás do veículo
Não é de hoje que Elon Musk está interessado no mundo dos robô-táxis. Há cinco anos, o bilionário já manifestava o desejo de ter esse tipo de veículo dentro do guarda-chuva da Tesla. Amanhã (10), ele dará mais um passo rumo ao seu objetivo, apresentando as principais ideias e a tecnologia por trás do veículo autodirigível.
O evento, chamado "We, Robot" (em referência à coletânea de ficção científica "I, Robot", de Isaac Asimov), apresentará o chamado Cybercab no coração de Hollywood.
A expectativa é de que Musk mostre ao menos um protótipo do veículo autônomo — e até mesmo um aplicativo semelhante ao Uber, por meio do qual os clientes poderão solicitar transporte de um ponto a outro (via robô-táxi, claro).
Além disso, o bilionário também pode aproveitar este momento para falar sobre novos modelos de veículos elétricos (EVs, na sigla em inglês).
Uma das maiores oportunidades a serem exploradas pelo Cybercab é justamente o mercado de aplicativos de transporte.
Uma plataforma própria da Tesla está nos planos de Musk. Mas enquanto não entra em funcionamento, os donos de robô-táxi poderão alugar seus carros para empresas e gerar renda extra a partir disso, em uma "combinação de Airbnb e Uber". Pelo menos, esta é a ideia do bilionário.
Leia Também
Em uma conferência com investidores em julho, após a divulgação do balanço do 2T24 da Tesla, Musk assumiu estar bem otimista com os novos veículos. Mais do que isso: ele estimou que o negócio de táxis autônomos poderia levar a Tesla a atingir US$ 5 trilhões (R$ 27,9 trilhões) em valor de mercado.
Mesmo com todo o otimismo, ainda há uma longa estrada no caminho dos robôs-táxi.
O segmento já gerou bilhões de dólares em prejuízo para outras empresas. Musk espera encontrar espaço neste mercado altamente regulamentado e ainda incipiente, aprimorando a tecnologia dos "novos táxis".
"A Tesla deveria ser vista como uma empresa de robótica com inteligência artificial", não uma fabricante de carros, afirmou Musk.
Vale lembrar que a Tesla não está sozinha nessa corrida: a Waymo, da Alphabet; a Cruise, da General Motors; e a Zoox, da Amazon, também querem um pedaço deste mercado.
* Com informações de Market Watch e Reuters.
Assembleia alcança consenso unânime sobre o novo líder supremo do Irã, sob o critério de ser ‘odiado pelo inimigo’
Presidente dos Estados Unidos fez novas ameaças ao Irã em seu perfil no Truth Social neste sábado (7)
Walter Maciel diz que os Estados Unidos têm algo que o Brasil não tem: uma política de Estado que olha para gerações
Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país
De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor