O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O novo pacote também prevê ajuda a Israel e Taiwan; Rússia fala em ‘guerra híbrida’ e humilhação dos Estados Unidos em breve
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos — equivalente à Câmara dos Deputados brasileira — aprovou neste fim de semana um novo pacote bilionário para ajuda à Ucrânia, Israel e Taiwan.
Os deputados deram o aval para quatro projetos de lei que destinam cerca de US$ 95 bilhões a serem distribuídos da seguinte forma:
As medidas seguem agora para o Senado, que aprovou um pacote semelhante há dois meses. Em fevereiro, os senadores aprovaram o envio de outros U$ 95 bilhões para os três países.
As ajudas financeiras dos Estados Unidos para a Ucrânia começaram em outubro do ano passado, com esforços do presidente norte-americano, Joe Biden — que enfrenta certa resistência do Partido Republicano, sobretudo, da deputada Marjorie Taylor Greene.
Ela tem sido uma das principais oponentes de ajudas ao país comandado por Volodymyr Zelenski e tenta destituir o presidente da Câmara Mike Johnson do cargo — que também é republicano.
Junto com o pacote de ajudas para Ucrânia, Israel e Taiwan, os deputados aprovaram a possível proibição da plataforma da companhia chinesa ByteDance, controladora do TikTok, no país.
Leia Também
Os projetos de lei, encaminhados ao Senado, devem ser discutidos a partir da próxima terça-feira (23). Após a aprovação dos senadores, a expectativa é que o presidente Joe Biden sancione até a semana seguinte.
Com a aprovação do pacote que destina cerca de US$ 60 bilhões à Ucrânia, a Rússia afirmou que os Estados Unidos estão a “mergulhar cada vez mais em uma guerra híbrida” e que os norte-americanos terão uma ‘humilhação’ equivalente a do Vietnã.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, disse que estava claro que os Estados Unidos queriam que a Ucrânia “lutasse até o último ucraniano”, inclusive com ataques ao território russo.
“A imersão cada vez mais profunda de Washington na guerra híbrida contra a Rússia vai ser transformada num fiasco tão ruidoso e humilhante para os Estados Unidos como o Vietnã e o Afeganistão”, disse Zakharova.
Vale lembrar que os Estados Unidos foram derrotados pelas forças do Vietnã do Norte e seus aliados guerrilheiros, os vietcongues, após vinte anos de conflito (entre os anos 1954 e 1975 e um gasto de cerca de US$ 680 bilhões na época, além mais de dois milhões de mortos.
[Relatório cortesia da Empiricus Research] Estrategista-chefe da casa libera conteúdo com recomendações de investimento e comentários sobre o cenário macro. Veja o que Felipe Miranda tem a dizer sobre Israel-Irã, dólar, juros nos EUA e meta fiscal, clicando AQUI.
*Com informações de CNBC e Reuters
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região
O Norges Bank Investment Management, responsável por gerir o fundo soberano da Noruega, revelou nesta quinta-feira (26) que está utilizando o Claude para realizar a triagem ética e reputacional de seus investimentos
Apesar do otimismo do executivo, o setor de software e serviços (SaaS) do S&P 500 amargava uma queda de quase 23% até quarta-feira (26)
Apostador tinha direito ao equivalente a pouco mais de R$ 4 mil, mas governo cruzou dados, descobriu uma dívida tributária e dificultou o saque
A casa de análise pouco conhecida destacou os riscos para vários segmentos da economia global; visão risco é compartilhada pelo papa do mercado financeiro
Donald Trump ordena divulgação de documentos oficiais sobre extraterrestres e OVNIs depois de Barack Obama afirmar que aliens existem