O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
China pretende permitir o equivalente a US$ 5,4 trilhões em refinanciamento de imóveis para atenuar a crise no setor imobiliário
Não é de hoje que a crise no setor imobiliário da China é considerada uma pedra no sapato do presidente Xi Jinping.
Desde o calote da Evergrande, três anos atrás, o governo chinês vem buscando alternativas para evitar que a crise se transforme em colapso.
Ao mesmo tempo, Pequim se esforça para cumprir sua meta de crescimento econômico para 2024, em torno de 5%, embora cada vez mais analistas considerem que o avanço do PIB do gigante asiático continuará em desaceleração.
Anteontem, o banco suíço rebaixou suas projeções para o crescimento da China em 2024 (de +4,9% para +4,6%) e 2025 (de +4,6% para +4,0%).
De medida em medida, a China parece agora ter um novo plano pensado para atenuar a crise e estimular a economia. É o que informa a agência de notícias Bloomberg em reportagem publicada nesta sexta-feira.
O governo chinês está avaliando a possibilidade de permitir o refinanciamento de quantia equivalente a US$ 5,4 trilhões em dívidas imobiliárias.
Leia Também
Para se ter uma dimensão do tamanho do plano que estaria sendo discutido na China, o valor supera em mais de duas vezes vezes a projeção do FMI para o PIB brasileiro de 2024 quando convertido em dólares.
De acordo com fontes no governo consultadas pela Bloomberg, Pequim vai permitir que os mutuários refinanciem suas dívidas atuais antes de janeiro de 2025.
Na China, os bancos costumam reajustar as hipotecas em janeiro.
Além disso, os chineses com imóveis financiados poderão fazer a portabilidade da dívida para outra instituição financeira se encontrarem condições melhores.
O objetivo do plano é reduzir os juros pagos pelas famílias chinesas na quitação de seus imóveis e abrir espaço para que elas voltem a consumir mais.
No ano passado, estimulados pelo banco central chinês, os bancos do país reduziram os juros para o financiamento do primeiro imóvel, mas não mexeu em hipotecas contratadas antes do plano.
Ainda não está claro se a medida se aplicará a todas as modalidades de financiamento imobiliário existentes na China.
“Se for realmente implementada, essa medida enviará o sinal de que o governo central está aprofundando medidas que deem suporte à economia como um todo, protegendo as famílias e estimulando o consumo”, disse Raymond Cheng, especialista no setor imobiliário da China na CGS International Securities, à Bloomberg.
O banco central chinês e a agência reguladora do sistema financeiro não se pronunciaram sobre o plano noticiado pela agência.
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%
Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley
Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras
Por meio do programa Artemis, a Nasa afirma ter a intenção de estabelecer uma presença de longo prazo na Lua para fins científicos e de exploração
Inspirada no filme Exterminador do Futuro, a gestora analisa o impacto da inteligência artificial no mercado, e lista quais empresas já ganham em produtividade — e valem a pena investir
Os diretores do Fed optaram por seguir a postura adotada na reunião de janeiro, uma vez que os dados da economia norte-americana pontam para uma inflação resiliente, enquanto o mercado de trabalho perde força