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Patrick Orlando é acusado pela SEC americana de mentir sobre os planos de sua “companhia do cheque em branco” de se fundir com a startup por trás da Truth Social

Nos últimos meses, a Trump Media & Technology Group (DJT) – a empresa por trás da Truth Social, a rede social de Donald Trump – viu suas ações oscilarem fortemente na Nasdaq em meio a polêmicas envolvendo a empresa e o ex-presidente dos Estados Unidos.
Agora, uma nova controvérsia sobre a fusão da DJT pode afetar novamente seus papéis.
Nesta semana, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a SEC, processou o ex-CEO da Digital World Acquisition Corp., o executivo Patrick Orlando, por suposta fraude.
Ele é acusado de mentir sobre os planos da empresa de se fundir com a startup de mídia social do agora candidato à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump.
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Em março deste ano, a Trump Media consolidou a fusão com o Digital World. O negócio levou três anos para acontecer desde o anúncio em 2021. Vale lembrar que a Digital World já era uma empresa de capital aberto listada na bolsa e funcionava como uma SPAC.
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As Special Purpose Acquisition Company (SPAC) são sociedades de natureza não operacional criadas por gestores para adquirir capital na bolsa de valores. Elas funcionam como “companhias do cheque em branco”, que permitem a negócios fechados já existentes abrir capital mais rápido.
Com o dinheiro investido pelos acionistas, a SPAC faz alocações estratégicas, como comprar uma empresa operacional já existente para combinar operações. É importante ressaltar que, o investidor, quando participa do IPO, não sabe qual empresa será adquirida.
E é aí que entra o processo da SEC contra Patrick Orlando. Segundo a investigação, o ex-CEO da Digital World já tinha em mente uma fusão com a empresa de Trump quando arrecadou capital com seus investidores.
No entanto, ele mentiu em documentos públicos dizendo que a SPAC não tinha planos no horizonte de fusão com alguma empresa, embora já tivesse iniciado negociações com Trump.
“Orlando sabia que essas declarações eram falsas”, alegou a SEC, no processo. “Ele se envolveu pessoalmente em inúmeras discussões longas” com representantes da Trump Media e visou a empresa “por meses”. Enquanto isso, os investidores de nada sabiam.
Mesmo em meio às incertezas e prejuízos nos resultados da companhia por trás da Truth Social, a fusão com o SPAC injetou US$ 300 milhões no caixa da startup de Trump.
Foi essa combinação de negócios que permitiu à Trump Media & Technology Group estrear na bolsa de valores Nasdaq sob o ticker DJT. Trump passou a deter a maior parte da empresa combinada, possuindo cerca de 79 milhões de ações.
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