O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O governo já se defendeu dos números que devem trazer mais dor de cabeça para a Casa Rosada

Não faz nem uma semana que o presidente da Argentina, Javier Milei, ficou sabendo de um novo recorde: o país iniciou 2024 com a maior inflação do mundo. Agora, o novo chefe da Casa Rosada se depara com mais um dado para tirar o sono.
A taxa de pobreza da Argentina atingiu 57,4%, na máxima em 20 anos, segundo o Observatório da Dívida Social do país, da Pontifícia Universidade Católica Argentina (UCA).
O índice é construído a partir de pesquisas e também de um cenário simulado para dezembro do ano passado e janeiro deste ano.
Se você caminhar pelas ruas de Buenos Aires, em bairros como Palermo ou Recoleta, certamente vai se perguntar: onde está a pobreza na Argentina? A pesquisa desta segunda-feira (19) colocou um pouco de luz sobre essa questão.
A pobreza cresce mais em lares das classes trabalhadores ou não beneficiárias de programas sociais. Em dezembro, a taxa estava em 49,5%, no levantamento que abrange apenas a pobreza urbana do país.
"Após mais de duas décadas de vigência de um regime inflacionário, de empobrecimento e aumento dos programas sociais, ao que se suma um novo programa econômico de ajuste ortodoxo, a pobreza continua a aumentar apesar da assistência pública", adverte o observatório, em mensagem no X (ex-Twitter).
Ele também estima que a população de indigentes na Argentina foi de 9,6% no terceiro trimestre de 2023 a 14,2% em dezembro de 2023 e a 15,0% em janeiro de 2024.
O governo de Milei atribuiu a pobreza a administrações argentinas anteriores, enquanto a oposição acusa o duro ajuste em andamento na economia local como fator que agrava o quadro.
O diretor do observatório, Agustín Salvia, afirma que reduzir a inflação a um dígito poderia levar a um quadro de estabilização e, mais adiante, de queda na pobreza.
"É fácil voltar de 55% a 40%", disse ele, em declaração dada à emissora La Nación +.
*Com informações do Estadão Conteúdo
COPA DO MUNDO FEMININA
MODERNIZAÇÃO DO MUSEU
FALAMOS DEPOIS
LIÇÃO DE CASA
POR TRÁS DO TOMBO
MAIOR ESTÁDIO DO MUNDO
36 ESCOLHAS
REINO UNIDO
VITRINE REPUTACIONAL
ALÉM DO SANGUE FRIO
VAI COMEÇAR!
A BOLA ESTÁ ROLANDO
USO CONTÍNUO
SHOW DO INTERVALO
DIA DA MARMOTA NA B3
PREMIAÇÃO MILIONÁRIA
Conteúdo Empiricus
OLÉ!
PREÇO RECORDE
COPA DO MUNDO