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As últimas movimentações aumentaram as tensões na região e podem colocar os EUA e o Japão em rota de colisão com Pequim; entenda o que está acontecendo por lá
Muitos analistas estão dizendo que 2024 é o ano das três guerras — duas delas já em andamento: a invasão da Ucrânia pela Rússia e os conflitos no Oriente Médio, desencadeados pelos ataques do Hamas a Israel — e a terceira pode envolver a China.
Motivos para isso não faltam e o principal deles envolve Taiwan, a ilha que pode colocar, inclusive, EUA e China em rota de colisão.
No mais recente capítulo dessa história, Pequim enviou dezenas de aeronaves militares e navios de guerra para Taiwan na sexta-feira (26), no mesmo dia de uma reunião discreta entre o conselheiro de segurança nacional dos EUA, Jake Sullivan, e o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, com o objetivo de estabilizar as relações EUA-China.
Em 24 horas, a China enviou 33 aeronaves militares e seis navios de guerra em direção a Taiwan, de acordo com o Ministério da Defesa de Taiwan — 13 dos aviões cruzaram o Estreito de Taiwan.
A abordagem da China a Taiwan, que considera o seu território, é um ponto sensível na relação de Pequim com os EUA, que acreditam que a ilha manterá o estatuto de autogoverno.
A questão controversa surge em quase todas as reuniões entre autoridades chineses e norte-americanas, incluindo as conversações de alto nível entre o presidente dos EUA, Joe Biden, e o presidente da China, Xi Jinping, em novembro.
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A nova rodada de pressão militar da China sobre Taiwan ocorre durante o que membros do alto escalão do governo chamaram de “um período de maior tensão”.
Os taiwaneses elegeram recentemente o candidato do Partido Democrata Progressista, Lai Ching-te, como presidente. Lai era o candidato menos favorável à China devido ao seu apoio à manutenção do status quo de Taiwan.
“Sempre que estamos entrando em um período de maior tensão, é claro que há conversas de contingência no governo dos EUA”, disse à CNBC um membro do alto escalão do governo na época.
“Não quero entrar em detalhes sobre isso, mas é claro que temos que estar preparados e pensar em qualquer eventualidade... desde a ausência de resposta até o nível mais elevado”, acrescentou.
Para aumentar ainda mais as tensões na Ásia, a Coreia do Norte disparou neste final de semana vários mísseis de cruzeiro que sobrevoaram as águas próximas a um importante estaleiro militar na costa leste do país.
Os disparos ampliam uma série de testes de armas que estão agravando as tensões com os EUA, a Coreia do Sul e o Japão.
Os lançamentos seguiram uma rodada separada de testes de mísseis de cruzeiro norte-coreanos na semana passada e a um teste de disparo, em 14 de janeiro, do primeiro míssil balístico de alcance intermediário com combustível sólido do país.
Esses testes refletem os esforços do líder norte-coreano, Kim Jong Un, para expandir o arsenal de armas projetadas para sobrecarregar as defesas antimísseis da Coreia do Sul e do Japão e alvos remotos dos EUA no Pacífico, incluindo Guam.
*Com informações da CNBC e da AP
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