O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ao apresentar os resultados financeiros do quarto trimestre, a dona do Facebook, do Instagram e do Whatsapp trouxe novidades para os investidores que fizeram os papéis da empresa subirem 15% em Nova York
Mark Zuckerberg não está na lista dos bilionários à toa. Com um patrimônio estimado pela Forbes em US$ 64,4 bilhões, ele está entre as 20 pessoas mais ricas do mundo. Só que nesta quinta-feira (1), o dono do Facebook, do Instagram e do Whatsapp resolveu abrir a carteira — da Meta.
A holding que controla algumas das plataformas mais usadas no mundo anunciou que pagará dividendos pela primeira vez em sua história.
Zuckerberg pagará um dividendo de 50 centavos por ação, juntando-se a empresas como Apple, Microsoft e Oracle, que pagam dividendos regulares.
A Microsoft emitiu seu primeiro dividendo em 2003, enquanto a Oracle emitiu um pela primeira vez em 2009. No entanto, nem a Amazon nem a Alphabet jamais pagaram dividendos.
Além disso, a Meta informou que o conselho pretende emitir dividendos em dinheiro trimestralmente, “sujeito às condições de mercado”.
O dividendo será pago em março a todos os acionistas registrados a partir de 22 de fevereiro.
Leia Também
Além dos primeiros dividendos de sua história, a holding de Zuckerberg preparou outra surpresa para os investidores: ampliou o programa de recompra de ações para estonteantes US$ 50 bilhões.
A autorização da ampliação da recompra ocorre apenas duas semanas depois que as ações da Meta eclipsaram a máxima alcançada em 2021, ultrapassando US$ 378.
Em dezembro do ano passado, a empresa de Zuckerberg tinha US$ 30,9 bilhões disponíveis para recompra de ações.
A Meta anunciou as novidades simultaneamente aos resultados do quarto trimestre, quando a holding relatou uma forte queda nos resultados financeiros.
As ações da empresa, no entanto, subiram mais de 15% no after market em Nova York com a notícia da recompra de ações e dos dividendos.
“Não bastassem os ótimos resultados, a projeção da direção de receita entre US$34,5 bilhões e US$37 bilhões (acima das expectativas dos analistas) também animou o mercado”, disse o analista da Empiricus, Enzo Pacheco.
“Dentre as big techs, a ação da Meta Platforms era a que me parecia mais atrativa no segmento — tanto que era a única com um peso maior na carteira MoneyBets. Sorte dos assinantes que seguiram a sugestão”, acrescentou Pacheco.
O lucro líquido da Meta mais que triplicou entre outubro e dezembro do ano passado, para US$ 14 bilhões, ou US$ 5,33 por ação, ante US$ 4,65 bilhões, ou US$ 1,76 por ação, um ano antes.
A receita da companhia de Zuckerberg aumentou 25% no trimestre ante aos US$ 32,2 bilhões do ano anterior — a taxa de crescimento mais rápida em qualquer período desde meados de 2021, à medida que o mercado de publicidade on-line continua a recuperar.
As despesas da Meta diminuíram 8% em relação ao ano anterior, para US$ 23,73 bilhões, e a margem operacional mais do que duplicou, para 41% — um sinal claro de que as medidas de redução de custos estão reforçando a rentabilidade.
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?