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A fusão aprovada pelo Cade cria um dos líderes no segmento de encomendas expressas e soluções logísticas no setor privado, de acordo com a Sequoia
O anúncio de fusão entre o Grupo Move3 e a Sequoia (SEQL3) animou os investidores na primeira semana do ano.
Agora, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) acaba de emitir uma certidão na qual aprova, sem restrições, a potencial operação.
A combinação de negócios cria um dos líderes privados no segmento de encomendas expressas e soluções logísticas, de acordo com a Sequoia.
Enquanto a Sequoia opera principalmente na área de entregas de compras em sites de comércio eletrônico, a Move3 tem os bancos como principais clientes.
As ações SEQL3 acumulam queda de 43% desde o início de 2024.
Em relação aos últimos 12 meses, o tombo é ainda maior: mais de 85% de recuo.
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Lembrando que, como os papéis valem centavos, as oscilações percentuais naturalmente são maiores.
Fundado em 1993, o Grupo Move3 possui 520 unidades franqueadas e emprega mais de 2 mil colaboradores, responsáveis por mais de 100 milhões de entregas por ano.
O negócio prevê a incorporação da Move3 em troca de ações da Sequoia. Assim, os acionistas da Move3 ficarão com uma participação societária "relevante" na companhia.
A operação precisava da aprovação do Cade para garantir os direitos da concorrência. Maiores informações sobre como o processo de fusão se dará ainda precisam ser avaliados, segundo as empresas.
Negando rumores, a Sequoia se pronunciou, afirmando que, até o momento, não está em curso uma eventual realização de oferta pública. Também “não há qualquer análise em andamento”.
Isso porque, à época, o Broadcast informou que a companhia de logística estaria preparando uma oferta subsequente de ações (follow-on) entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões para financiar a fusão com a Move3.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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