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Pouco depois de renegociar uma dívida de pouco mais de R$ 400 milhões com os bancos, a empresa de logística anunciou uma potencial combinação de negócios com a Move3; saiba mais
A virada de ano foi agitada para a Sequoia (SEQL3). Poucos dias depois de renegociar uma dívida de pouco mais de R$ 400 milhões com os bancos, a empresa de logística anunciou nesta terça-feira (2) outro negócio relevante: uma potencial fusão com a Move3.
Ao que tudo indica, o esforço valeu a pena. As ações da Sequoia abriram o pregão da B3 em disparada de 39,47%. Durante a tarde, a alta passou para 92,11%, a R$ 0,73. No fechamento, a alta do dia acumulou 107,89%, a R$ 0,79. Lembrando que, como os papéis valem centavos, as oscilações percentuais naturalmente são maiores.
Mas vamos ao anúncio de hoje, que cria um dos líderes privados no segmento de encomendas expressas e soluções logísticas, de acordo com a Sequoia.
Enquanto a empresa opera principalmente na área de entregas de compras em sites de comércio eletrônico, a Move3 tem os bancos como principais clientes.
Fundado em 1993, o Grupo Move3 possui 520 unidades franqueadas e emprega mais de 2 mil colaboradores, responsáveis por mais de 100 milhões de entregas por ano.
O negócio prevê a incorporação da Move3 em troca de ações da Sequoia. Assim, os acionistas da Move3 ficarão com uma participação societária "relevante" na companhia.
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As empresas assinaram um memorando vinculante para avaliar e discutir a estrutura da potencial combinação de negócios. Por fim, cabe ponderar que a operação precisa de aprovação do Cade, o órgão de defesa da concorrência.
O anúncio da fusão com a Move3 acontece em meio a uma ampla reestruturação da Sequoia. A empresa abriu o capital no fim de 2020 na B3, pegando carona na euforia dos investidores com o crescimento do comércio eletrônico.
A empresa usou o dinheiro dos novos acionistas e ainda tomou mais dívida para crescer via aquisições. Só que pouco depois veio a alta da taxa básica de juros (Selic) e a desaceleração das vendas online com a reabertura da economia.
A "pá de cal" veio com a revelação da fraude contábil da Americanas, que secou as linhas de capital de giro. Com tudo isso, os resultados da companhia desabaram e, junto com eles, a cotação das ações na B3.
As ações da Sequoia encerraram 2023 entre as de maior queda na B3, com uma desvalorização de 87%.
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A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
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