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Segundo BB-BI, os papéis LREN3 vêm apresentando performance “bastante superior” à do Ibovespa desde o início do ano, mas a varejista ainda tem desafios
Além da crise do setor de varejo, a Lojas Renner (LREN3) também sentiu os efeitos do clima em seus negócios, com parte de suas operações fechadas por conta das enchentes do Rio Grande do Sul. Ainda assim, a varejista conseguiu driblar a crise, em parte por conta do imposto de importação para as compras internacionais de até US$ 50 este ano.
Entretanto, esse cenário não foi suficiente para que os analistas do BB Investimentos (BB-BI) recomendassem a compra dos papéis da Lojas Renner.
Em um novo relatório divulgado nesta terça-feira (1), o BB-BI manteve a recomendação neutra para LREN3. Em contrapartida, os analistas da instituição elevaram o preço-alvo para os papéis da varejista.
Mas o investidor não deve esperar uma grande valorização das ações no ano que vem, já que o novo valor é equivalente a uma alta de apenas 2% em relação ao fechamento anterior da ação, de R$ 18,06. O novo preço-alvo para as ações LREN3 é de R$ 18,50 em 2025.
Segundo BB-BI, os papéis LREN3 vêm apresentando performance “bastante superior” à do Ibovespa desde o início do ano. Esse movimento vem sendo registrado principalmente a partir do final de junho, mês em que foi aprovada a cobrança de imposto de importação sobre produtos no valor de até US$ 50, também chamada de taxação das “blusinhas” pelo governo.
Com isso, a expectativa do mercado é de que a Renner tenha um cenário competitivo menos acirrado com as gigantes chinesas -– pois a taxação ajuda a frear o avanço das companhias asiáticas no mercado brasileiro –, e com mais ganho de market share.
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Somado a isso, o resultado do segundo trimestre foi considerado positivo, com melhora na rentabilidade e aumento expressivo no lucro, destacam os analistas no relatório.
“Em nosso valuation, consideramos melhoria de margens em decorrência da estabilização do novo CD [centro de distribuição] de Cabreúva [SP] e um incremento nas vendas ao longo dos próximos trimestres, acompanhando os indicadores macroeconômicos recentes mais positivos como o baixo desemprego e o aumento da massa real de salários”, diz o BB-BI.
Entre as estratégias da varejista consideradas positivas, os analistas citaram a omnicanalidade, ou seja, a gestão de todos os canais de vendas da varejista.
Já a Realize, instituição que oferece serviços financeiros para os clientes da Renner, apresentou melhorias importantes em sua gestão de crédito e riscos, na visão dos analistas.
“Para os próximos anos, consideramos um processo de expansão orgânica, evolução de rentabilidade e lucratividade, tanto para o varejo como para serviços financeiros, além de um cenário macroeconômico mais positivo que nos anos anteriores”.
Além disso, a Renner vem conseguindo desenvolver coleções atemporais para evitar sobras de produtos e menor quantidade de remarcação de preços.
O investimentos em dados e inteligência artificial também têm mostrado resultado, com a companhia mostrando maior capacidade de testar tendências e, por consequência, aumentando seu poder de reatividade, o que diminui o risco modal da companhia.
Apesar das perspectivas positivas, a Renner tem como desafio o crescimento de receita e “same store sales” — indicador expressa o aumento ou uma possível queda das vendas em lojas já existentes em comparação a um período anterior — em patamares mais elevados. “Dado que, no último resultado, esses números vieram abaixo do esperado”, diz o BB-BI.
Os analistas da instituição também destacaram outros riscos para os resultados e, consequentemente, as ações da Renner. Entre eles está a incapacidade da varejista de manter a atratividade das coleções, bem como falha na mensuração correta de estoque; e aumento de provisões em função da inadimplência dos produtos financeiros oferecidos.
Embora os analistas do BB-BI não recomendem a compra dos papéis da Renner, outro bancão acredita que a Renner é uma das principais teses deste ano. Em relatório recente, o BTB Pactual considerou que “o valuation ainda está atraente após a recente valorização”.
O banco reforçou a recomendação de compra para o papel e elevou o preço-alvo da ação para R$ 24 em 2025 – um potencial de alta de quase 33% em relação à cotação atual.
Em setembro, as ações da varejista já saltaram quase 7%, entrando para a lista de maiores altas do Ibovespa no mês.
Porém, as ações da Renner ainda estão longe de recuperar os níveis pré-pandemia. Desde a máxima histórica, em janeiro de 2020, quando atingiu a cotação de R$ 54,70, os papéis acumulam desvalorização de 64%.
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