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Companhia de educação à distância estaria em negociações com Grupo Cruzeiro do Sul (CSED3) e com a Ydugs (YDUQ3), segundo site
A Vitru (VTRU3) atraiu as atenções do mercado nesta terça-feira (24) após rumores de que a companhia de educação à distância estaria avaliando uma possível venda ou fusão com outros grupos educacionais brasileiros.
Em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Vitru confirmou a contratação do Banco Itaú BBA e do Banco UBS BB para assessorá-la na “análise de potenciais oportunidades”, e que está “sempre analisando alternativas estratégicas”.
No entanto, a companhia ressaltou que, até a presente data, “não celebrou qualquer Memorando de Entendimentos ou outro documento similar ou vinculante sobre o tema".
A Vitru, que estreou em junho na B3, estaria em negociações com o Grupo Cruzeiro do Sul (CSED3) e com a Ydugs (YDUQ3), segundo o site Pipeline, do Valor Econômico.
Com os rumores sobre o possível novo negócio no setor de educação, as ações YDUQ3 saltaram durante o pregão de hoje e fecharam a R$ 9,60 (+2,13%).
Segundo o site, a Cruzeiro do Sul Educacional é assessorada pelo BTG Pactual, e a Yduqs vem sendo assessorada pelo Morgan Stanley nas tratativas pela Vitru.
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De acordo com o Pipeline, a Cruzeiro do Sul estuda uma fusão com a Vitru — empresa hoje avaliada em R$ 1,3 bilhão —-, considerando que ambas têm o mesmo valor de mercado.
Já nas negociações com a Yduqs, que vale quase três vezes mais, seria uma aquisição.
Embora as conversas ocorram nos dois caminhos, ainda não há uma proposta vinculante.
Isso porque a depreciação das ações da Vitru também é um fator delicado para as negociações, especialmente para troca de papéis ou no desembolso em dinheiro.
Depois de quatro anos de negociações em Wall Street, a Vitru deixou a Nasdaq e começou a operar na B3 em junho deste ano, com as ações cotadas a R$ 14,01.
Desde a estreia na bolsa brasileira, no entanto, os papéis VTRU3 acumulam queda de 31,28%. Nesta terça-feira, as ações fecharam em queda de 0,43%, negociadas a R$ 9,27.
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