🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

OTIMISMO COM O GIGANTE

Quem segura o Mercado Livre? Itaú BBA diz o que esperar das ações após varejista crescer 6 vezes mais que o Magazine Luiza

Os analistas avaliam que o Meli possui “alavancas claras para continuar crescendo” no Brasil, mas isso provavelmente exigirá penetração maior em categorias mais “desafiadoras”

Camille Lima
Camille Lima
6 de setembro de 2024
13:06
NÃO USAR!!!! TEM OUTRAS COM AVIÃO CERTO!!! Mercado Livre (Nasdaq: MELI/B3: MELI34) | Americanas
Mercado Livre (Nasdaq: MELI/B3: MELI34) - Imagem: Shutterstock/Helena Aymee

Vencedor absoluto dos últimos anos no e-commerce no Brasil, o Mercado Livre (MELI34) continua a atrair a atenção dos investidores. Mas depois de crescer seis vezes mais que o Magazine Luiza, um dos maiores rivais, desde 2021, o mercado se questiona até onde o “trator argentino” pode ir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o Itaú BBA, ainda existe espaço para muito mais — principalmente se o Meli conseguir avançar em diversos setores relevantes do varejo brasileiro no comércio digital nos quais ainda tem baixa participação. 

Com recomendação “outperform” — equivalente à compra — para as ações MELI listadas em Wall Street, os analistas fixaram um preço-alvo de US$ 2.650 para o fim de 2025.

A cifra implica em uma valorização potencial de 30% em relação ao último fechamento. Lembrando que a varejista também tem BDRs negociados na B3, com o ticker MELI34.

Na avaliação do banco, o Mercado Livre é “um dos casos de investimento mais abrangentes e complexos” da cobertura do banco, com vantagens competitivas claras em relação às varejistas brasileiras, especialmente no quesito logística. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O Meli tem uma das infraestruturas logísticas mais abrangentes e sofisticadas do país, o que o coloca vários passos à frente da concorrência. Essa vantagem permite que a empresa aborde os desafios logísticos de forma eficaz e capitalize o crescimento.”

Leia Também

Vale ponderar que as ações do Mercado Livre não são exatamente uma pechincha. Apenas neste ano, os papéis já acumulam alta em dólar de 27% em Wall Street desde o início do ano. 

A gigante do comércio eletrônico possui valor de mercado de pouco mais de US$ 100 bilhões (R$ 558 bilhões, no câmbio atual).

Alavancas de crescimento do Mercado Livre (MELI34) no Brasil 

Segundo o Itaú BBA, o Mercado Livre “estabeleceu uma presença tão dominante no comércio brasileiro que conseguiu criar um ecossistema que naturalmente descobriu novas oportunidades e vantagens competitivas para explorar”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas contas do banco, a varejista de origem argentina conseguiu um crescimento do volume bruto de mercadorias (GMV, indicador usado para mensurar o volume de vendas no e-commerce) seis vezes maior do que a sua rival brasileira mais próxima, o Magazine Luiza (MGLU3), desde 2021.

Atualmente, o mercado brasileiro corresponde a cerca de 35% das receitas do Meli e é visto como o principal motor de crescimento futuro da empresa.

No entanto, a expectativa dos analistas é que os próximos US$ 100 bilhões em criação de valor da gigante argentina dependem do sucesso de “empreendimentos emergentes” — especialmente no setor de crédito e em meio ao aumento da taxa de monetização de anúncios.

Para além destas duas verticais, os analistas avaliam que o Mercado Livre possui “alavancas claras para continuar crescendo” no Brasil, com avanços superiores a 20%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, isso provavelmente exigirá uma penetração mais profunda em categorias mais “desafiadoras” para o comércio digital em termos de competição e lucratividade — e o Itaú BBA cita três principais avenidas que podem destravar o crescimento do Meli no Brasil.

1- Varejo de alimentos

Um destes catalisadores seria uma maior capitalização no varejo de alimentos, que possui baixa penetração online e uma participação ainda sub indexada. No ano passado, este segmento foi responsável por cerca de 1% do GMV do Mercado Livre.

“Como o maior setor de varejo, ele gera US$ 200 bilhões em vendas anuais, embora apenas uma pequena fração online. No entanto, apesar do enorme potencial de crescimento, a natureza de menor valor agregado dos SKUs apresenta desafios de lucratividade”, escreveram os analistas.

Entretanto, os analistas avaliam que a lucratividade dessas operações em participantes locais do e-commerce brasileiro continua limitada devido aos “desafios inerentes à penetração no varejo de alimentos online” no país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2- Moda

Na avaliação dos analistas, outra grande alavanca para o Mercado Livre seria o segmento de vestuário — que já representa 15% do GMV do gigante do e-commerce no país, mas poderia ter uma penetração ainda maior.

“Vemos isso como uma vantagem importante, pois a escala é essencial para lidar com desafios específicos da categoria, como logística reversa, gerenciamento de vários SKUs, experiência do usuário e aumento da concorrência de players asiáticos”, afirmaram os analistas.

Segundo projeções do Itaú BBA, o vestuário representa em torno de 13% da estimativa de crescimento do e-commerce de 2023 a 2030. O segmento hoje é responsável por 8% (US$ 50 bilhões) das vendas no varejo do Brasil, com apenas 17% online em 2023.

“No futuro, com concorrentes asiáticos (Shein, Shopee, Temu) ganhando força no Brasil e players tradicionais buscando se adaptar, a categoria de vestuário está pronta para experimentar uma das taxas de crescimento mais rápidas do comércio eletrônico nos próximos anos”, disse o banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o banco, há espaço para o Mercado Livre continuar a ganhar participação no segmento — mas o crescimento futuro vai depender do aumento da penetração do setor de roupas no comércio digital.

3- Foco e eletrônicos e eletrodomésticos

Para o Itaú BBA, apesar dos “avanços significativos contra concorrentes locais”, o Mercado Livre ainda possui uma participação menor no nicho de eletrônicos e eletrodomésticos.

“Embora essas categorias já estejam bem penetradas online, com cerca de 30%, estreitar essa lacuna de participação pode gerar de US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões adicionais de GMV no Brasil no curto prazo.

“Isso continua sendo um fruto fácil de colher, pois o Meli continua investindo em logística, oferta de crédito e canal 1P [vendas de mercadorias próprias] como ferramentas para dar suporte ao crescimento adicional”, afirmam os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

RAIO-X DO BALANÇO

Lucro da C&A (CEAB3) cresce no 4T25, mas vendas perdem força. O que fazer com a ação agora?

25 de fevereiro de 2026 - 13:15

Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente

REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar