O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A notícia foi dada em primeira mão por Lauro Jardim, do jornal O Globo, e parece estar em estágios preliminares
O domingo (28) ficou um pouco mais agitado no mundo corporativo depois da notícia indicando que a canadense Brookfield está negociando a compra do grupo Bauminas. A informação foi dada em primeira mão por Lauro Jardim, do jornal O Globo.
De acordo com a informação disponível até agora, a Brookfield estaria disposta a pagar cerca de R$ 1,5 bilhão para ficar com os negócios de mineração, produtos químicos e agronegócio da Bauminas.
Não há, no momento, mais detalhes sobre a negociação. Em nota ao Seu Dinheiro, a Bauminas negou a negociação com a Brookfield. Você pode ler a posição da companhia no fim deste texto*
A Bauminas é uma empresa que já está há 60 anos no mercado e é 100% nacional. O grupo atua com produtos químicos e soluções técnicas especializadas para as indústrias de saneamento ambiental e nutrição vegetal e animal.
Até 2018, a Bauminas era comandada por Márcio Bissoli, então CEO da empresa e dono de mais 18 outras companhias, a maioria em Minas Gerais, mas também em São Paulo e na Bahia.
Bissoli, na época com 50 anos, foi uma das vítimas da queda de um helicóptero em Espírito Santo do Dourado (MG) em 16 de junho de 2017. Além dele, o piloto Luiz Gustavo Araújo Soares estava na aeronave no momento da queda.
Leia Também
Quem herdou o negócio foi Álan Faria Bissoli, filho de Márcio, e conhecido por estar sempre acompanhado de celebridades e atrizes globais.
A Brookfield é um grupo canadense considerado um dos maiores gestores de ativos do mundo, com mais de US$ 800 bilhões em carteria, e presença em cerca de 30 países.
No Brasil, a empresa tem R$ 175 bilhões em ativos sob sua gestão e tem participação em segmentos como infraestrutura, imobiliário, energia renovável, saneamento e transportes.
Talvez um dos setores que a empresa seja mais conhecida por aqui é o imobiliário, no qual tem investimentos em shoppings centers e em grandes parques logísticos.
No segmento de transportes, a Brookfield adquiriu a Unidas, um negócio que foi concluído em 2022 e que culminuou com a combinação de ativos com a Ouro verde, que já fazia parte do portfólio de private equity da empresa.
Após a publicação desta matéria, a Bauminas encaminhou nota de esclarecimento ao Seu Dinheiro na qual nega a negociação com a Brookfield. Leia o posicionamento a seguir:
O Grupo BAUMINAS, fabricante de produtos químicos e soluções para as indústrias de Saneamento Ambiental, Nutrição Vegetal e Animal, Logística e Mineração, informa que ao contrário do que foi veiculado na imprensa, não há qualquer aproximação, conversa ou negociação em curso para a aquisição de nossas operações pela gestora de ativos Brookfield. Dessa forma, ressaltamos que a informação sobre tal negociação é totalmente infundada.
*Matéria atualizada para incluir a posição da Bauminas
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures