O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Adriano Rudek de Moura, que conduziu o processo de privatização da companhia no ano passado, deixa os cargos de CFO e DRI que ocupava desde maio de 2017
Já se passou quase um ano desde a oferta de ações que tirou a Copel (CPLE6) das mãos do governo do Estado do Paraná, mas as mudanças na companhia paranaense de energia parecem longe de acabar.
Na manhã desta segunda-feira (1), a ex-estatal anunciou uma troca em sua diretoria executiva — com o ritmo de renovação começando pelo cargo de diretor financeiro (CFO).
Responsável por conduzir o processo de privatização da companhia no ano passado, Adriano Rudek de Moura deixa os dois cargos que ocupava desde maio de 2017: o de CFO e o de diretor de relações com investidores (DRI).
Vale destacar que o executivo havia sido reeleito para as posições para o mandato de 2024-2025 em meados de dezembro.
As ações da Copel iniciaram o pregão de hoje no vermelho. Por volta das 10h20, os papéis CPLE6 registravam leve queda de 0,32%, negociados a R$ 9,27. No ano, os ativos acumulam desvalorização da ordem de 9%.
Em entrevista ao Seu Dinheiro no início do ano, o CEO da Copel (CPLE6), Daniel Slaviero, já havia informado que um dos objetivos para 2024 era “arrumar a casa”.
Leia Também
Na época, Slaviero ressaltou a complexidade da melhoria de eficiência na operação da companhia, especialmente após a fusão de áreas devido ao programa de demissão voluntária (PDV).
O executivo, entretanto, não sinalizou que pretendia realizar uma nova dança das cadeiras — e desta vez, começando pelo topo do quadro de funcionários.
De qualquer forma, a Copel (CPLE6) não revelou os motivos por trás da mudança anunciada nesta manhã — mas já apontou quem deve suceder Rudek de Moura no corpo diretor.
Quem assume as posições de diretor financeiro e DRI é Felipe Gutterres, que até então trabalhava como CEO e cofundador da arara.io, uma fintech americana de fomento ao financiamento sustentável de gestão de riscos ESG.
Gutterres atuou por aproximadamente 12 anos como diretor financeiro da Wilson Sons (PORT3) e foi responsável por liderar a abertura de capital (IPO) da empresa em 2021, levantando US$ 350 milhões através da dupla listagem no Brasil e em Luxemburgo.
O conselho de administração da Copel (CPLE6) ainda elegeu André Luiz Gomes da Silva — que deixou o cargo de CEO da CPFL Transmissão há poucos dias — como diretor de regulação e mercado.
Com mais de 24 anos de experiência no setor elétrico, o executivo já exerceu cargos de liderança em empresas como CPFL Energia (CPFL3) e AES Brasil (AESB3) e na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
De acordo com fato relevante enviado à CVM, os dois recrutamentos na diretoria foram realizados a partir de um processo seletivo conduzido por consultorias especializadas, sob o acompanhamento do Comitê de Gente da Copel.
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos