O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco norte-americano voltou a cobrir a companhia, mas ainda vê desafios no futuro; saiba o que fazer com os papéis agora
As ações da Movida (MOVI3) já chegaram a subir mais de 1% nesta sexta-feira (21) e o motor dessa valorização é a retomada da cobertura pelo Citi. O banco norte-americano vê potencial de 17,25% de valorização do ativo em 2024 — mas será que vale a pena comprar agora?
O Citi estabeleceu preço-alvo de R$ 7 para as ações MOVI3, mas a recomendação é neutra/alto risco.
A indicação tem justificativa: o banco afirma que a empresa de locação de veículos "tem feito um bom trabalho para atender o guidance de 2024, mas o desafio está no futuro e além das melhorias operacionais".
Os ganhos dos papéis, no entanto, que iam na contramão do setor, perderam fôlego. Por volta de 13h35, as ações MOVI3 caíam 0,17%, cotadas a R$ 5,96. No mês, os papéis têm baixa de 8,18% e, no ano, têm perda de 50%.
Embora a Movida esteja em um bom caminho, o Citi vê espaço para decepções no spread do retorno sobre capital investido (Roic) e nos lucros em 2024, à medida que o mercado de carros usados continua se deteriorando e que a taxa de juros deve se manter alta por mais tempo.
"Embora acreditemos em uma recuperação a médio prazo, os lucros podem ficar comprimidos por alta depreciação e despesas financeiras por alguns anos, enquanto o espaço para crescimento de tarifas pode se apertar", diz o banco em relatório.
Leia Também
Segundo o Citi, o guidance da Movida de um rendimento de aluguel de carros de 4,2% parece possível, considerando o ambiente competitivo racional e as melhoras na utilização da frota.
Contudo, o espaço para aumentar os rendimentos antes de 2024 parece mais apertado, já que carros novos mais acessíveis podem pressionar as tarifas de aluguel.
O Citi afirma que a taxa Selic ainda em dois dígitos preocupa, porque a alavancagem da Movida permanece elevada e pode se manter alta por alguns anos.
"Em um ambiente de altas taxas de juros, há risco de que melhorias adicionais no custo da dívida sejam adiadas pelas condições de mercado, enquanto as despesas financeiras corroem os lucros", dizem os analistas.
Outro ponto é que as iniciativas para melhorar o desempenho de seminovos são positivas e já estão próximas do guidance.
"Se comprovadas estruturais, tais mudanças podem melhorar os benefícios da renovação de frota da Movida e reduzir a depreciação a longo prazo. No entanto, as tendências do mercado ainda apresentam uma perspectiva desafiadora para depreciação antes de 2024, mesmo após os esforços positivos da empresa", diz o Citi.
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir