O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A antiga Locaweb quer abocanhar até 30,94 milhões de papéis na B3, correspondente a 10% do total de ativos LWSA3 atualmente em circulação
Mais uma empresa acaba de movimentar o mercado de capitais brasileiro com um programa de recompra de ações milionário. Em uma estratégia para dar retorno aos acionistas, a LWSA, ex-Locaweb (LWSA3), quer abocanhar até 30,94 milhões de papéis na B3.
Combinada ao total de ações já em tesouraria, a cifra equivale a 10% do total de ativos LWSA3 atualmente em circulação.
A companhia não informou o montante que pretende desembolsar nas aquisições, mas destacou que a recompra será realizada a preço de mercado.
Já em relação à origem dos recursos, a empresa pode optar por duas opções — ou ainda combiná-las, se desejar. São elas as reservas de lucro e de capital disponíveis e o resultado já realizado do exercício social em andamento.
O programa teve início nesta segunda-feira (03) e poderá ser estendido por 18 meses, até 03 de dezembro de 2025.
Os investidores reagiram positivamente à notícia. As ações LWSA3 encerraram o pregão desta segunda-feira (03) como uma das maiores altas do Ibovespa, com valorização de 3,93%. Apesar do avanço, os papéis ainda registram desvalorização da ordem de 24% no acumulado de 2024.
Leia Também
Existem diversos motivos que levam uma empresa como a antiga Locaweb (LWSA3) a aprovar um programa de recompras como esse. Entre eles, estão:
Quando uma companhia recompra suas ações em programas como esse, os papéis deixam de circular na bolsa de valores e passam a ser mantidos em tesouraria.
No caso da LWSA, o objetivo da recompra de ações é maximizar a geração de valor para os acionistas através de uma “estrutura de capital eficiente”.
Segundo a companhia, o objetivo da operação é adquirir os papéis para manutenção em tesouraria, cancelamento ou venda futura.
A empresa ainda poderá usar essas ações para cumprir com obrigações resultantes de planos de opções de ações e de remuneração baseado em ações dirigidos a executivos e colaboradores, além da entrega em pagamento pela aquisição de participação societária em outras sociedades.
A recompra é uma das maneiras que uma empresa pode optar para dar retorno para o seu investidor. É diferente da distribuição de proventos, por exemplo, que proporciona retorno por meio do pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio.
Caso a empresa opte por cancelar as ações recompradas, o acionista ganha por ficar com uma participação proporcionalmente maior.
Por outro lado, a recompra de ações faz com que os papéis percam liquidez na bolsa, uma vez que menos ações são negociadas no mercado.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro