O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a empresa, os acionistas controladores já se comprometeram a investir pelo menos R$ 290 milhões no aumento de capital
A Lojas Marisa (AMAR3) anunciou na noite da última segunda-feira (10) que o Conselho de Administração da empresa aprovou o aumento de capital da varejista.
Além da emissão de novas ações, os investidores ainda têm a chance de receber um bônus de subscrição na operação, de acordo com o comunicado enviado à CVM.
Com isso, a companhia pretende fazer a emissão de cerca de até 535.714 novas ações, o que representa um aumento da ordem de R$ 750 milhões no capital da Marisa.
O valor mínimo da operação é de R$ 590 milhões, com a emissão de aproximadamente 421.428 novos papéis.
De acordo com a Marisa, os acionistas controladores já se comprometeram a investir pelo menos R$ 290 milhões no aumento de capital.
Mas vale destacar que houve um significativo desconto no preço de emissão. As novas ações sairão a R$ 1,40, o que representa uma depreciação de 18,6% em relação às cotações de fechamento da última sexta-feira (7).
Leia Também
“A aplicação do deságio foi definida pela administração da Companhia após recomendações dos seus assessores financeiros e em linha com as práticas usuais de mercado”, explica a empresa.
Ainda segundo a Marisa, a empresa deve usar os recursos levantados na operação para cumprir com o plano de recuperação da geração de caixa e rentabilidade da companhia, além de reduzir os índices de alavancagem e reforçar o capital de giro.
Os investidores, contudo, não gostaram da notícia. Por volta das 10h40, as ações AMAR3 caíam 7,32%, cotadas a R$ 1,52. Ao longo do dia, as perdas foram reduzidas e os papéis da varejista fecharam o pregão com baixa de 5,49%, a R$ 1,55.
Os acionistas que tiverem posições na empresa até a próxima quinta-feira (13) poderão exercer direito de preferência. A partir daí, os investidores terão entre sexta-feira (14) e 15 de julho para poder requisitar novas ações.
Cada investidor poderá subscrever uma quantidade de novas ações que represente até 781,75% sobre as ações de que forem titulares até a data limite de 15 de julho.
Além do desconto na compra de ações, a empresa colocou mais uma vantagem para os investidores. Segundo o comunicado, os acionistas receberão dois bônus de subscrição para cada 10 ações que comprarem na transação. Cada bônus dá direito a uma nova ação, segundo a varejista.
Por fim, após a operação, a Marisa passará de um capital de R$ 1,721 bilhão para algo entre R$ 2,311 bilhões e R$ 2,471 bilhões, a depender da oferta.
Quem irá auxiliar a Marisa nesse aumento de capital será o banco BTG Pactual.
É preciso dizer ainda que a empresa afirma que o aumento de capital não acarretará em diluição dos acionistas que exercerem a integralidade de seus respectivos direitos de preferência.
Porém, aqueles que não exercerem a preferência poderão ser diluídos em aproximadamente 88,65% — caso o aumento de capital atinja seu valor máximo.
Se for exercida a totalidade dos bônus, essa diluição pode aumentar para 90,36%.
No caso do valor mínimo do aumento de capital, essa diluição pode variar de 86% até 88,06%, respectivamente.
É preciso dizer ainda que a varejista adiou a publicação dos dados do período em meio à reestruturação dos negócios.
O balanço da empresa estava marcado para o dia 1º de abril, mas foi adiado com a previsão inicial de 27 de março deste ano.
Segundo o portal oficial de relações com investidores da Marisa, os dados do primeiro trimestre de 2024 ainda não foram publicados.
Mas os dados mais recentes do terceiro trimestre de 2023 já não eram bons sinais. A Marisa registrou prejuízo líquido de R$ 196,4 milhões no período, resultado 92,45% pior que o registrado em igual intervalo do ano passado.
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?