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O aumento da participação é um sinal de confiança de Nelson Kaufman no negócio, após o abalo que a Vivara sofreu com o ruidoso anúncio da troca de comando
Cinco meses depois de promover uma ruidosa troca de comando na Vivara (VIVA3), o empresário Nelson Kaufman reforçou a aposta na rede de joalherias. O fundador comprou a participação de Paulo Kruglensky, que era o CEO da companhia até março deste ano.
Assim, Kaufman passa a deter 30,27% do capital da Vivara, o equivalente a 71.508.213 ações da companhia.
O aumento da participação é um sinal de confiança do fundador no negócio, após o abalo que a Vivara sofreu com a saída de Kruglensky e o anúncio de que o próprio Kaufman assumiria as funções de CEO.
Na ocasião, a tentativa de acalmar o mercado em uma teleconferência com analistas teve o efeito oposto. Isso porque Kaufman apontou problemas na rede que nem mesmo o mercado enxergava ao defender planos como a internacionalização da marca. Você pode assistir um resumo da história aqui.
Posteriormente, o fundador desistiu dos planos de ficar na cadeira de CEO, mas as ações da Vivara seguem 15% abaixo dos patamares de antes da mudança no comando. A empresa vale hoje pouco mais de R$ 6 bilhões na B3.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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