O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Anna Saicali teve ordem de prisão preventiva substituída por medida cautelar; ela retornará ao Brasil e deverá entregar seu passaporte à PF
A ex-diretora da Americanas (AMER3), Anna Christina Ramos Saicali, deve se apresentar às autoridades portuguesas neste domingo (30), no Aeroporto de Lisboa, e retornar ao Brasil, onde deverá entregar seu passaporte à Polícia Federal ao desembarcar, ficando proibida de deixar o país novamente.
A executiva é investigada por suposto envolvimento em fraudes contábeis no valor de R$ 25,3 bilhões na varejista e chegou a ter uma ordem de prisão preventiva expedida contra ela, a qual foi substituída, na última sexta-feira (28), por uma medida cautelar.
A revogação da prisão consta de despacho do juiz Márcio Muniz da Silva Carvalho, da 10ª Vara Federal Criminal, do Rio de Janeiro, após a defesa de Saicali dizer que ela se comprometia a retornar ao Brasil. Além disso, a defesa informou à Justiça que ela já tinha voo de volta marcado para o dia 5 de julho.
Segundo o magistrado, o retorno da ex-diretora da Americanas estava inicialmente previsto para 26 de junho, dia seguinte ao da decretação da sua prisão preventiva, mas a data foi alterada no próprio dia 26 para o dia 5 de julho, sem maiores explicações por parte dos advogados da executiva.
Anna Saicali chegou a integrar a lista de mais procurados da Interpol, assim como o ex-CEO da Americanas, Miguel Gutierrez, uma vez que ambos estavam fora do Brasil.
Preso na última sexta-feira (28) em Madri, o ex-CEO da Americanas, Miguel Gutierrez, foi solto na capital espanhola. O Estadão apurou que ele entregou seu passaporte às autoridades brasileiras e espanholas.
Segundo nota divulgada hoje pela defesa, o executivo "compareceu espontaneamente ante as autoridades policiais e jurisdicionais com o fim de prestar os esclarecimentos solicitados".
Leia Também
Os advogados dizem que o empresário está no "mesmo endereço comunicado desde 2023 às autoridades, onde sempre esteve à disposição dos diversos órgãos interessados nas investigações em curso". Gutierrez tem dupla cidadania e vive na Espanha há cerca de um ano.
Gutierrez, Saicali e outros 12 executivos e pessoas ligadas à Americanas são alvo da Operação Disclosure, da Polícia Federal, que investiga as fraudes contábeis reveladas no início do ano passado e que levaram a varejista à recuperação judicial.
A investigação revelou fortes indícios da prática dos crimes de manipulação de mercado, uso de informação privilegiada (insider trading), associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Na última semana, os investigados foram alvo de mandados de busca e apreensão, além dos mandados de prisão contra os dois executivos que estavam fora do Brasil.
Segundo os investigadores da Operação Disclosure, Miguel Gutierrez teve envolvimento direto nas fraudes que vitimaram as lojas Americanas, "vez que participava do fechamento dos resultados". Ele tinha a palavra final sobre os números supostamente inflados levados ao Conselho de Administração e ao mercado, diz a PF.
A investigação aponta ainda que o ex-CEO e Anna Christina Saicali teriam vendido mais de R$ 230 milhões (R$ 171,7 milhões e R$ 59,6 milhões, respectivamente) em ações da Americanas ante a possibilidade de as fraudes contábeis bilionárias da empresa se tornarem públicas.
Os advogados de Gutierrez reforçaram que ele "jamais participou ou teve conhecimento de qualquer fraude e vem colaborando com as autoridades, prestando os esclarecimentos devidos nos foros próprios".
"Diante do acesso aos autos, Miguel agora poderá exercer sua defesa frente às alegações originadas por delações mentirosas em relação a ele", anotaram os defensores do executivo.
Com informações do Estadão Conteúdo
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas