O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Valor da operação representa um ágio de quase 15% sobre a cotação de fechamento de ontem da Marathon
A ConocoPhillips anunciou hoje um acordo para compra de todas as ações da Marathon Oil Corp., segundo o site MarketWatch. O negócio avalia a Marathon em US$ 17,5 bilhões, no que pode marcar o fim de vários anos de consolidação entre as grandes companhias do setor, diz um gestor de fundos.
O acordo, que expandirá as reservas de xisto da ConocoPhillips, representa um ágio de 14,7% para os acionistas da Marathon Oil, com base no preço de fechamento de 28 de maio. A ConocoPhillips disse que a aquisição da Marathon trará acréscimo de lucros, fluxo de caixa e retorno de capital por ação, segundo o MarketWatch.
Incluindo dívidas, o valor do negócio chega a US$ 22,5 bilhões, disse a grande petrolífera num comunicado de imprensa.
“Esta aquisição da Marathon Oil aprofunda ainda mais nosso portfólio e se enquadra em nossa estrutura financeira, adicionando estoques de alta qualidade e baixo custo à nossa posição de liderança nos EUA”, disse Ryan Lance, presidente e CEO da ConocoPhillips.
Os investidores já esperavam o anúncio do negócio depois que o jornal Financial Times informou na quarta-feira que as duas empresas estavam em negociações avançadas. As ações da Marathon subiram 9% no início do pregão, enquanto as da ConocoPhillips caíram 2,5%.
Danilo Onorino, gestor do Dogma Renovatio Equity Fund, com sede na Suíça, tem previsto negócios petrolíferos desde 2020, quando a indústria lutava para sobreviver às consequências da pandemia. Falando antes do anúncio do acordo, disse que a união das duas grandes petrolíferas marcaria a última das grandes operações.
Leia Também
“A consolidação vem depois do período de pandemia da Covid. Essa foi a ignição final da transição energética”, disse ele. “A partir de agora, a transição energética será cada vez mais prevalecente, por isso a indústria de petróleo e gás precisa se consolidar cada vez mais.”
Analistas do Citigroup disseram que o acordo ConocoPhillips-Marathon “parece um pouco diferente em suas ambições” na comparação com a consolidação vista em outras partes do setor.
“Embora outros tenham como objetivo reservas e crescimento, esta transação parece em grande parte baseada na otimização de custos nas minas de xisto Eagle Ford e Bakken, ativos maduros para ambas as empresas”, disseram Alastair Syme do Citi e seus colegas.
Dado que a Marathon Oil tem “níveis mais baixos de reinvestimento – um negócio mais maduro –, o aumento do fluxo de caixa livre é considerável, permitindo que a transação seja coroada com dividendos mais elevados e mais recompras”, disse Syme.
A ConocoPhillips disse que, independentemente do acordo, planeja aumentar os dividendos básicos ordinários em 34%, a partir do quarto trimestre de 2024. Assim que o acordo for fechado e “levando em conta os preços recentes das commodities”, a petrolífera disse que planeja recomprar US$ 20 bilhões em ações nos primeiros três anos, com mais de US$ 7 bilhões somente no primeiro ano.
*Com informações do Marketwatch
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor