O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A operação, proposta pelo bilionário austríaco Reinold Geiger ronda os R$ 35 bilhões, incluindo as dívidas do grupo; confira os detalhes do negócio
Os investidores que andam pelos corredores da bolsa de Hong Kong em breve não vão mais sentir aquele cheirinho de verbena, da flor de cerejeira ou das amêndoas — as principais fragrâncias da L'Occitane en Provence. Isso porque a holding que controla essa e outras marcas de produtos de beleza vai fechar capital.
No início de abril, a Reuters já havia informado que o presidente da L'Occitane International, Reinold Geiger, estava em negociações avançadas com investidores e credores sobre o acordo — com a gigante norte-americana de private equity Blackstone entre as opções para fornecer o financiamento da dívida para a operação.
Nesta segunda-feira (29), a L'Occitane International confirmou que sairá de Hong Kong, onde tem capital aberto. As ações da empresa, que foram suspensas em 9 de abril, devem voltar a ser negociadas nesta terça-feira (30).
A holding de investimentos do bilionário austríaco Geiger, L’Occitane Groupe, em Luxemburgo, pagará 34 dólares de Hong Kong por cada ação que ainda não tem da empresa — o que representa um prêmio de 30,8% em relação ao último fechamento das ações.
O L’Occitane Groupe detinha 72,39% da empresa de beleza no final de março. O acordo, segundo a revista Fortune, pode chegar a US$ 7 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões), incluindo dívidas.
A holding de investimentos não pretende aumentar o preço de oferta do negócio, que ocorre alguns meses depois de Geiger ter arquivado uma tentativa de aquisição da empresa.
Leia Também
O fundo de oportunidades estratégicas da Blackstone e o braço de gestão de ativos do Goldman Sachs deverão fornecer US$ 1,6 bilhão (R$ 8,2 bilhões) para ajudar a financiar o negócio.
Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento
Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento
Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo
Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026
Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento
Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento
Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia
Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)
O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo
Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar
Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa
A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco
Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine
Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora
O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço
O montante da dívida em jogo é estimado em R$ 1,2 bilhão, tendo como credores nomes como BTG Pactual, Prisma, Farallon e Santander
Segundo o CEO global da empresa, Gilberto Tomazoni, o projeto marca a expansão da presença da companhia na região
Grupo tenta coordenar reação dos investidores após pedido de recuperação judicial e decisão do TJ-SP que bloqueou R$ 150 milhões da empresa