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Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

ENTRE VENDAS E PRÉVIAS

Carrefour (CRFB3) nas alturas: Varejista anima investidores com venda de lojas para FII GARE11 por R$ 725 milhões e prévia operacional do 3T24

Do lado da prévia, a rede de supermercados e hipermercados somou R$ 29,5 bilhões em vendas brutas totais entre julho e setembro

Camille Lima
Camille Lima
23 de outubro de 2024
11:24 - atualizado às 1:17
reorganização societária Carrefour
Com a conclusão da reorganização societária, acionistas brasileiros passam a deter ações da empesa global e podem receber dividendos já na próxima semana - Imagem: Divulgação Carrefour Brasil - Imagem: Divulgação

A noite de terça-feira (22) foi agitada para os investidores do Carrefour Brasil (CRFB3) — que não só tiveram novos dados de vendas no terceiro trimestre de 2024 para analisar, como também um negócio multimilionário com um fundo imobiliário.

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Do lado da transação, a gigante do varejo fechou a venda de 15 lojas sob a bandeira Atacadão por R$ 725 milhões para o fundo imobiliário Guardian Real Estate (GARE11), fundo gerido pela Guardian.

Segundo fato relevante enviado à CVM, a operação está alinhada com a estratégia do grupo de “destravar valor de portfólio imobiliário, com foco na monetização dos ativos, maximização dos retornos para seus acionistas e melhor alocação de capital”. 

Já do lado da prévia operacional, a rede de supermercados e hipermercados somou R$ 29,5 bilhões em vendas brutas totais entre julho e setembro, um aumento de 4,8% no comparativo com o mesmo intervalo de 2023. 

A primeira reação às notícias foi positiva. Por volta das 11h04, as ações subiam 3,26%, cotadas a R$ 7,29. No ano, porém, os papéis ainda amargam desvalorização da ordem de 40% em meio a condições macroeconômicas apertadas para o setor de varejo.

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Os detalhes da venda de ativos para o GARE11

O Carrefour (CRFB3) ainda pretende assinar contratos de locação com o FII Guardian Real Estate na modalidade “sale-leaseback” — como é conhecida a venda de um imóvel que posteriormente é locado de volta pelo próprio vendedor —, com prazo inicial de 13 anos.

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Os contratos terão possibilidade de renovação por períodos adicionais de cinco anos para garantir a continuidade de suas operações — podendo totalizar até 23 anos de vigência do acordo. 

“Esta operação e seu nível de valuation demonstram a qualidade e robustez dos ativos imobiliários do Grupo Carrefour Brasil”, afirmou a empresa. 

As despesas com aluguel dos imóveis vendidos ao GARE11 serão de aproximadamente R$ 4,8 milhões por mês, com um cap rate (taxa de capitalização, em português) estimado de 8%. 

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Vale lembrar que o indicado é usado para medir o retorno de um investimento imobiliário por meio da relação entre a receita gerada pelo ativo e o preço de venda. Isso significa que, quanto maior for a quantia recebida pelo vendedor, menor o indicador.

Segundo a Guardian, mesmo considerando a potencial operação de venda envolvendo o ativo BRF VISA — que, se for concluída, aumentará as disponibilidades do FII GARE11 e reduzirá sua alavancagem —, a gestora deve realizar uma nova oferta pública ainda em 2024. 

“Seu principal objetivo será o de manter o atual equilíbrio do fundo entre disponibilidades e obrigações assumidas, após a conclusão da operação”, disse a Guardian.

Mas mesmo com a transação robusta com o fundo da Guardian, o Carrefour ainda vê possibilidade de novos negócios. De acordo com o comunicado, o grupo continua avaliando outras operações com o restante dos ativos imobiliários da rede. 

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A conclusão da operação ainda está sujeita a condições como a aprovação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), mas a expectativa é que o fechamento aconteça ainda neste ano.

De olho na prévia operacional do Carrefour (CRFB3)

No digital, o volume bruto de mercadorias (GMV, indicador de volume de receita gerada nos canais digitais) do e-commerce do Carrefour (CRFB3) subiu 21% na base anual, a R$ 3 bilhões no período.

Do lado das lojas físicas, a varejista terminou o primeiro trimestre com 1.041 unidades pelo Brasil, resultado da inauguração de três novas unidades no modelo de autoatendimento “pague e leve” (cash & carry) e de três lojas Sam’s Club no período.

As vendas das lojas “pague e leve” do Carrefour chegaram a R$ 21,4 bilhões no terceiro trimestre de 2024, um aumento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O indicador foi impulsionado pela adição de 13 novas lojas do Atacadão nos últimos 12 meses. 

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Já as vendas do varejo totalizaram R$ 6,4 bilhões no período, uma queda de 7,9% frente ao terceiro trimestre de 2023, pressionadas pela redução de 22% na área de vendas e pelo crescimento das vendas mesmas lojas sem considerar a gasolina.

No Sam’s Club, as vendas subiram 16,9% no comparativo anual, para R$ 1,8 bilhão no período. 

Por sua vez, o faturamento do Banco Carrefour totalizou R$ 17,1 bilhões entre julho e setembro, alta de 13,2% na base ano a ano. 

O que pensam os analistas

Na avaliação do Goldman Sachs, a prévia operacional do Carrefour (CRFB3) veio em linha com as expectativas, com vendas mesmas lojas do segmento “cash & carry” “um pouco melhor do que o temido”.

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Já para o Itaú BBA, a prévia foi uma surpresa positiva, especialmente do lado das lojas “cash & carry”, mas ainda faltam duas variáveis ​​para contar a história completa: a margem bruta e o capital de giro.

“Uma única variável não fornece uma visão abrangente. Para avaliar completamente a qualidade desse crescimento das vendas mesmas lojas, ainda precisamos avaliar a margem bruta e a dinâmica do capital de giro, que serão divulgados na próxima semana”, afirmaram os analistas.

Em relação à venda de ativos para o FII Guardian Real Estate (GARE11), o Goldman avalia que é um “pequeno ponto positivo estratégico”, uma vez que deve ajudar o Carrefour no processo de desalavancagem com um ônus razoável de aluguel das lojas.

Nas contas do banco, o negócio pode levar a alavancagem da varejista para um múltiplo de 3,1 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda — já abaixo do registrado no segundo trimestre, de 3,2 vezes. A cifra não considera as potenciais despesas adicionais de aluguel.

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Há ainda rumores de que o Carrefour poderia estar em negociações para a venda das bandeiras Nacional e Bompreço. Segundo o jornal Valor Econômico, a transação envolveria 65 lojas no total, com receitas brutas anuais de cerca de R$ 1,5 bilhão, equivalente a 6% das receitas do Carrefour Varejo e 1% das receitas consolidadas do grupo como um todo. 

“Com base em acordos setoriais recentes (por exemplo, fusões e aquisições do Pátria), estimamos que esses ativos podem render entre R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão, reduzindo a alavancagem em 0,1 vez a 0,2 vezes, com impacto limitado no Ebitda”, afirmou o Itaú BBA.

Segundo o Goldman, uma potencial transação seria estratégica, pois permitiria que a empresa se concentrasse nas operações mais relevantes e ainda poderia ajudar, de forma muito sutil, na desalavancagem em meio a um ambiente provável de taxas de juros elevadas no futuro.

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